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Santarém, Pará
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Sobre e Interesses

Sobre:
Sobre mim: 

Mestre em Antropologia da Ciência e Tecnologia trabalhando em programas de avaliação e intervenção no campo da saúde e educação.
Ativista e pesquisador sobre pesquisas farmacêuticas, ensaios clínicos e paradigmas científicos.
Membro do Fórum sobre Medicalização da Educação e da Sociedade
 

Interesses: 
ética, antropologia, medicina
Formação: 
Antropologia
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VEJA TAMBÉM


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INSCRIÇÕES ABERTAS! I Mostra "Práticas no Fórum": Partilhando experiências em desmedicalização

Não exijam da política que ela restabeleça os “direitos” do indivíduo tal como a filosofia os definiu. O indivíduo é produto do poder. O que é preciso é “desindividualizar” pela multiplicação e o deslocamento, o agenciamento de combinações diferentes. O grupo não deve ser o liame orgânico que une indivíduos hierarquizados, mas um constante gerador de “desindividualização”.

Foucault, O Anti-Édipo

 

 


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Convocação de experiências para o Laboratório de Inovação na Atenção Integral à Saúde de Adolescentes e Jovens

Segue a importante convocação de relatos de experiências na Atenção Integral à Saúde de Adolescentes e Jovens!


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Medicalização, análises, furos e extravazamentos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


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A escola só ensina a passar na prova? E o que isso tem a ver com a saúde?

 

A escola é a reprodução da nossa sociedade, e isso não é nenhuma novidade.

Não por um acaso é sempre em torno da escola que encontramos as grandes discussões do mundo contemporâneo , e não tão contemporâneo assim: gestão democrática, igualdade de gênero, diversidade sexual, laicidade, entre tantos outros.

Como todos sabem que a escola produz e reproduz padrões, os currículos são uma grande arena de discussão e combate.

Mas será que algo ainda não foi devidamente posto em discussão sistemática?


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Dia da Visibilidade Trans - para além do respeito, o necessário acolhimento e a interseccionalidade

No Dia 29 de Janeiro é comemorado o Dia da Visibilidade Trans.

Comemoração?

Até o dia de hoje (28/01) 56 mulheres trans foram assassinadas. Preferiria o nosso pensamento cartesiano, aquele que pensa em formas retas e 'perfeitas', que se fossem mais duas - 58 mortas - poderíamos dizer que até o dia 29 de Janeiro, no Dia da Visibilidade Trans, foram 2 Mulheres Trans assassindas por dia.

Aí ficaríamos com números redondos para então lamentar o assassinato de DUAS mulheres trans por dia nesse ano que acaba de iniciar.

 


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#DIFERENTONA, não! Iguais na diferença!

Sinceramente não sei como isso começou, mas 'viralizou' na internet a prática de brincar com hábitos relacionados à diferença dos internautas, dos que só gostam de um tipo de série, dos que não ligam para a TV, e por assim vai (uma amostra pode ser vista aqui). 


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Convocação Geral para o (L)oucupaBrasília!

 

A Rede Nacional Internúcleos da Luta Antimanicomial (RENILA), após 21 dias de ocupação da sala da Coordenação Geral de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas, do Ministério da Saúde, convida os mais diversos coletivos de todo o país, trabalhadores do SUS e demais políticas públicas, seus usuários, familiares, estudantes, apoiadores e sociedade em geral para ocupar Brasília de 11 a 15 de janeiro.


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Entre você também na roda pela desmedicalização!

O vídeo abaixo é uma pequena amostra da comemoração do Dia Municipal da luta contra a Medicalização da Educação na cidade de São Paulo.

O dia, promovido sempre aos domingos em algum parque, marca o dia 11 de Novembro, dia da Luta contra a Medicalização da Educação.

Muito já está na internet sobre a data, mas o que é mais importante é a mensagem da música que foi escolhida, ao acaso, para fechar o nosso evento.


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CONANDA PUBLICA RESOLUÇÃO ALERTANDO OS PERIGOS DA MEDICALIZAÇÃO NA INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA

Quem cresceu na periferia de qualquer capital brasileira teve que conviver com o imaginário de ser enviado para a "Febem". A 'prisão' dos adolescentes surgia como ameaça, e metia mais medo do que a chamada dos pais, "Vou chamar a Febem!".

 Eu me lembro que um dos meus amigos de pular o portão da escola teve esse fim. E recordo que depois que ele voltou de lá nunca foi mais o mesmo. Mudou de escola, fugiu de casa, e sumiu das nossas vidas.

As discussões e histórias sobre as medidas socioeducativas é sempre tensa.