Equipe de Referência e Apoio matricial


Marcelo Dias is offline
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COMO MELHORAR O DIÁLOGO COM AS ESPECIALIDADES: RELATO DE UMA RODA DE CONVERSA E O PROTAGONISMO DO AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE

Há poucos dias participei de uma roda de conversa com profissionais do ESF Rio da Luz, Jaraguá do Sul, SC. Compartilhávamos informações sobre pacientes que frequentavam os serviços de saúde mental e diante do caso de um paciente oncológico, cujo tratamento na referida especialidade não estava acontecendo pelo fato do paciente não estar "vinculado" ao serviço especializado, iniciamos uma discussão sobre as relações entre atenção básica e especialidades.


cristiane zimmermann is offline
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Tarefa do curso Colegiado Gestor

Tarefa: discussão do texto Apoio matricial e equipe de referência: uma metodologia para gestão do trabalho interdisciplinar em saúde com o apoio matricial

 Gastão Wagner de Sousa Campos; Ana Carla Domitti

 


karen athié is offline
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Seminário MATRICIAMENTO: formando para um novo processo de trabalho

Nos dias 4 e 5 de abril de 2013 realizaremos na Universidade do Estado do Rio de Janeiro o seminário gratuito MATRICIAMENTO: FORMANDO PARA UM NOVO PROCESSO DE TRABALHO. O objetivo do seminário será discutir a formação, inclusive na graduação, dos profissionais de saúde para atuarem na Atenção Primária em saúde, mais especificamente, nos Núcleos de Apoio à Saúde da Família – os NASFs.


gustavonunesoliveira is offline
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Apoio Matricial e a lógica do "necessário" para combater o especialismo

Trouxe para cá, como post, o comentário que fiz na discussão de apoio matricial iniciada por Gustavo Tenório Cunha no seu blog na rede...

Tenho trabalhado tentando pensar a tecnologia do apoio matricial como forma de desconstrução do "especialismo" - considerando este uma racionalidade que se nutre de saberes "especializados" para construir dependência (de instituições, de sujeitos e processos) e agir em uma forma de política coorporativa/privatizante.


Gustavo T is offline
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Coordenação Clínica (ampliada) e Rede Assistencial

Um tema que já era apontado por BALINT é o chamado "o conluio do anonimato". Para BALINT haveria um vácuo entre o generalista (GP) e o especialista, nos casos complexos, que acabava servindo de mecanismo inconsciente de defesa para que ninguém de fato assumisse o p a c i e n t e "difícil". Em muitos casos este vácuo teria uma função protetora para os trabalhadores, na medida em que permitia um "ping-pong" do p a c i e n t e entre os vários serviços de saúde e uma certa indefinição de responsabilidade.