maternidades

Rede Cegonha em Mato Grosso do Sul

 

É com um pouquinho de atraso que esta vitória chega aqui na RHS...

Para mudar o atual cenário do parto e nascimento no país, uma das estratégias da Rede Cegonha é incentivar a formação de profissionais em enfermagem obstétrica através do o Programa Nacional de Residência em Enfermagem Obstetrícia (PRONAENF).

Em Mato Grosso do Sul, após muitas conversas no Grupo Condutor Ampliado da Rede Cegonha, a Universidade Federal (UFMS) realizou a aula inaugural dos alunos da 1° turma do Programa de Residência em Enfermagem Obstétrica, em abril.

Direito negado ( Parto Humanizado, onde está você???)

Por ter vivenciado uma situação como a que irei relatar, é que decidi postar sobre o assunto, a matéria que li e me chamou atenção está no site do yahoo, e acredito ser de extrema importância, que discussões sobre o assunto possam ser postas à roda.

MATERNIDADES

BOA TARDE A TODOS QUE FAZEM A RHS ACONTECER!

Achei bem apropriado o termo "enigmático" usado pela colega Patrícia-SC,ao se referir  á  forma pela qual me cadastrei e me inseri na RHS. e GOSTEI!,BASTANTE ACOLHEDOR suas boas vindas, assim como da Emilia-PI. Sou enfermeira sanitarista atuante na Estratégia Saude da Familia de 1996 ate 2007.

Doulas e direito ao acompanhante estão mudando a rotina da Maternidade Marly Sarney - MA

Desde  julho do ano passado, as gestantes que chegam à Maternidade Marly Sarney - MA tem seu direito a um acompanhante garantido bem como a presença das doulas, mulheres que não são parteiras,nem interferem no trabalho dos profissionais, mas cuidam, conversam, e apóiam,   tranqüilizando as gestantes durante o parto.     Ao todo, oito doulas trabalham na humanização do parto e garantem o bem-estar da gestante,  conversam sobre a evolução do trabalho de parto,fazem massagens e algumas técnicas para melhorar o conforto.   As doulas acompanham principalmente as gestantes que vão para a maternidade sozinhas e se sentem amedrontadas e tensas - o que dificulta o  trabalho de parto. A presença das doulas resgata o apoio que deveria ser dado por familiares.

Entrevista - "Plano de qualificação das maternidades é iniciativa vanguardista"

O Plano de Qualificação das Maternidades e Redes Perinatais faz parte do Pacto pela Redução da Mortalidade Infantil e Materna na Amazônia Legal e Nordeste, compromisso do Ministério da Saúde que é coordenado pelo assessor especial Adson França. Nesta entrevista, ele afirma que o plano é vanguardista e destaca a importância do parto humanizado.

1- Qual a importância do Plano de Qualificação das Maternidades?

Pactuar um nascimento saudável inclui a boa ambiência para o parto

As maternidades precisam dar condições para que a gestante escolha a posição em que ela terá o seu filho e seja acompanhada em todos os momentos por alguém de sua confiança. Isso requer alteração de processo de trabalho, com novos arranjos do espaço de acordo com modelo humanizado do nascimento, favorecendo o parto normal, a vinculação, a privacidade, sem que a mulher fique peregrinando dentro do hospital, mas passe o pré-parto, parto e pós-parto em um mesmo espaço. Essas e outras novidades são previstas na RDC 36, norma da Anvisa publicada no Diário Oficial da União em junho de 2008.

 

Mini – estágios e visitas técnicas: aprendizado com um SUS que dá certo

 Entre as diversas atividades para qualificação das maternidades selecionadas pelo Plano do Ministério da Saúde estão os mini-estágios e as visitas técnicas. No primeiro semestre de 2010, os profissionais dessas maternidades puderam conhecer o dia a dia de hospitais que são referência para o cuidado qualificado e humanizado em saúde materna e perinatal.

Mudança de atitude que faz a diferença

O Plano de Qualificação das Maternidades e Redes Perinatais da Amazônia Legal e Nordeste tem mudado a realidade das 26 maternidades selecionadas a partir de ações que envolvem as diretrizes da Política Nacional de Humanização. O Hospital Maternidade Dona Regina,  em Palmas – TO, por exemplo, já permite desde maio o  acompanhamento integral das pacientes internadas para realizar parto.  Antes, o acompanhante só era permitido após o parto.   "Agora o esposo, familiar ou amigo que a gestante escolher é recebido por um técnico da equipe multiprofissional do hospital que lhe dá toda a orientação de como se comportar dentro do ambiente hospitalar " afirma  o médico e diretor  do hospital, Paulo Lázaro.

Qualificação das maternidades completa um semestre com avaliação das ações

O Plano de Qualificação das Maternidades da Amazônia Legal e Nordeste teve suas atividades avaliadas nos dias 08 e 09 de julho em Brasília - DF. As áreas da Secretaria de Atenção à Saúde (SAS) que participam do plano estiveram presentes, bem como as seis supervisoras e  os 21 apoiadores que atuam nas 26 maternidades selecionadas e convidados da Secretaria de Vigilância em Saúde.

                         

Só no primeiro semestre, foram realizadas mais de 500 atividades entre reuniões, rodas, oficinas, cursos, seminários e palestras, sempre acompanhadas e avaliadas com base nas metas estabelecidas para cada maternidade.

 

PNH no Plano de Qualificação das Maternidades e Redes Perinatais

Ontem, dia 23 de junho, aconteceu aqui em Brasília uma reunião com as Supervisoras (Esther Vilela, Aline Costa, Vera Figueiredo, Sônia Lansky, M° Angélica Andrade e Annatália Gomes ) e as áreas técnicas (Saúde da Mulher, Saúde da Criança, Saúde do Adolescente, PNH, Diretoria de Redes, Atenção Básica e Coordenação do Departamento de Ações Programáticas  Estratégicas) para o acompanhamento avaliativo do Plano de Qualificação das Maternidades e Redes Perinatias da Região Nordeste e da Amazônia Legal.  O principal objetivo deste trabalho nas 26 maternidades é promover mudanças na atenção e na gestão para reduzir a mortalidade materno infantil.

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