democracia

Nova gestão municipal em São Paulo vai usar internet como instrumento de participação, diálogo e cidadania

Querid@s humanautas!

Compartilho abaixo breve matéria veiculada ontem pela TVT, dando notícia que a nova gestão municipal em Sampã pretende valorizar o uso das novas mídias sociais como canal de diálogo com a população da cidade.

A notícia é animadora, pois nós, paulistanos, a recebemos como um prenúncio de tempos mais democráticos nesta megalópole que amargou muitos anos seguidos de gestões antidemocráticas. É Sampã deixando para trás (esperamos!) sua "idade das trevas" e adentrando uma nova era de maior diálogo e participação!

Nós, que há 5 anos temos acumulado uma rica experiência de uso das redes sociais para fazer política pública, só podemos comemorar e ampliar nossas ofertas para fazer um política pública de saúde mais democrática.

Para o Post nº 100, O lugar-comum

 

"O lugar-comum eu canto;

Quão barata é a saúde! Quão barata é a nobreza!

Abstinência, sem falsidade, sem glutonaria, sem luxúria;

O ar livre eu canto, liberdade, tolerância,

(Leva, aqui, a principal lição - que não é a dos livros - nem a das

                                                                            [escolas),

O dia e a noite comuns - a terra e as águas comuns,

Demonizar o outro.

Para termos o conforto de atribuir culpa a alguém o conceito de autodeterminação se confunde com o de liberdade irrestrita. Desumanizar alguém ou um grupo social é, precisamente, colocá-lo fora da condição humana respeitável, por ele ter feito uma escolha.

Vejamos os usuários de drogas, coisa que de resto, todos somos: Será que sem a noção de usarem a "liberdade", de serem drogados, em razão de uma escolha, ainda que errada, a muitos dos paulistanos poderiam ter desejado e justificado o banimento da condição de cidadãos dos usuários de drogas da cracolândia?

Chamando a atenção para as relações público/privado

Buscando aprofundar a reflexão sobre os caracteres e as relações entre público e privado e estimular o aclaramento dessa polêmica, anexo um video com a Professora Marilena Chauí sobre o assunto.

Saudações.

 

 

 

 

direitos e privilégios na "alegre" locomotiva paulista

"O Brasil jamais teve cidadãos, nós, a classe media, não queremos direitos, nos queremos privilégios, e os pobres não tem direitos. Não há, pois, cidadania neste pais. Nunca houve!" (Milton Santos)

Estudantes organizam manifestação contra o "ato médico" nesta sexta na Praça Leônidas Ribas

Dando visibilidade a este movimento democrático!

Notícia via Jéssica Machado, estudante de Psicologia da FISMA - Santa Maria/RS: Facilitadora do VER-SUS / Santo Ângelo - RS

www.atribunars.com.br/index.php

 

Sistemas de desigualdade e de exclusão da Modernidade e as políticas de igualdade e de identidade da Pós-Modernidade

Por JANAINA SPEGLICH DE AMORIM CARRICO

vertigem.2it.com.br/welcome.phtml

 

Nosso personagem que está na fila da DAC (Diretoria Acadẽmica da Unicamp), amigo do Davi, fica indignado com a possibilidade do site da DAC excluir alunos cegos por não ser acessível às pessoas com deficiência visual. Acredita que a diferença em foco – a cegueira – deve ser reconhecida. Ao mesmo tempo, nega a possibilidade do reconhecimento racial quando afirma que não deve haver distinção entre as pessoas pela cor. Movimenta-se entre dois pólos. Opõe-se à exclusão com relação à deficiência, ao mesmo tempo em que desconsidera a desigualdade gerada pela condição racial.

Em vez de política, polícia

por Raquel Rolnik

Domingo, 22 de janeiro de 2012, 6h da manhã, São José dos Campos (SP). Milhares de homens, mulheres, crianças e idosos moradores da ocupação Pinheirinho são surpreendidos por um cerco formado por helicópteros, carros blindados e mais de 1.800 homens armados da Polícia Militar.

Sobre drogas e outros medos

Como nos apontou Foucault, coube ao cristianismo colocar as relações prazerosas sob o signo do mal. Enquanto na Grécia Antiga o uso dos prazeres era tomado como ponto de reflexão sobre si, moral e ética, no cristianismo o prazer se tornou ponto de interdição. Foi assim que as relações com a dieta, com substâncias que alteravam a percepção e a consciência e com o sexo deixaram de ser meios para que cada cidadão se entendesse como um ser na polis, para se tornar signo do pecado, da perdição da alma, enfim, a associação do prazer e do mal. Ao invés de se trabalharem regras facultativas, a prudência, o cuidado de si e a temperança, foram criados códigos rígidos, regimes proibitivos e regras coercitivas.

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