Trabalho em equipe

Humanização no sentido amplo.

Costumo iniciar os cursos sobre "Humanização na saúde" e "Humanização empresarial" pelo Programa de Educação Corporativa no Estado de Pernambuco (CEFOSPE), levando os discentes (servidores públicos) a construir conceitos de Humanização, como uma tendência global, a partir de um vídeo que me inspira muito. Nesse vídeo quase não há palavras, mas há uma Comunicação que muda completamente a qualidade das relações interpessoais. Ao assistí-lo, identificamos muitos temas relativos a humanização como um "instrumento" ou "estratégia" de melhorar as relações humanas. É um vídeo que me emociona muito, pois mostra que algo que pode parecer impossível, pode se modificar se todos buscarem alcançar metas e bons resultados, juntos, em equipe.

No final, um recomeço?

"Vem que eu te ajudo.".

Cena 1. Essa semana, em grupo de educação em saúde para pais e filhos. Após uma discussão sobre o fenômeno da aprendizagem no processo de desenvolvimento dos filhos, a brincadeira apareceu como um importante espaço de participação dos pais. No momento em que brincávamos, profissionais, pais e filhos, uma das crianças fala para a outra a frase transcrita acima. A aprendizagem in loco...

Cena 2. Esta semana, nosso grupo mobilizou vários encontros, não apenas formais, para reflexão sobre a nossa prática ao mesmo tempo em que, subjetivamente, aprendemos (e nos fortalecemos) a trabalhar em equipe, a nos posicionar, a vivenciar a crítica, o diálogo, etc.

Mobiliz(ação)

Olá pessoal,

muito tempo sem passar por aqui. E não foi por falta de vontade, nem de assunto. Tempo, Diálogo, participação, companhia são afetos que tive vontade de juntar aos outros que já trouxe aqui, como a criação, a clínica, formação, etc. Por quê não vieram? 

Uma semana de resgates

Uma semana de resgates

 Datas comemorativas são um convite para programações especiais. Com a proximidade do Dia Internacional da Mulher a equipe do Ambulatório Universitário da FURB decidiu organizar algumas atividades para marcar a passagem da data. Mas o que fazer? Todos foram unanimes em dizer que deveriamos fazer algo diferente, fugir das palestras sobre câncer de colo de útero e de mama. Então surgiu a idéia de trabalharmos a imagem corporal das mulheres. Pensamos em promover uma semana inteirinha de serviços para que as nossas pacientes e funcionárias da Universidade se sentissem mais bonitas, mais atraentes. Em outras palavras, a idéia era trabalhar saúde através do resgate da autoestima das mulheres que passam pelo ambulatório ou que trabalham nele.

Participe da IV Mostra Parceria Ensino Servico Comunidade

IV MOPESCO "SUS: Um Caminho com Diferentes Olhares"

Data: 24 a 26 de novembro de 2010

Análise do hábito e da arte de criticar companheiros.

Neste texto proponho uma análise da crítica no contexto institucional. Analisaremos as fontes de informação, tanto para a crítica, quanto para a apresentação de propostas. Pensaremos as instituições com um índice de crítica mais alto do que o de propostas, comparando com situações de equilíbrio entre ocorrência de críticas e de propostas. Também veremos algumas das razões que explicam essas diferentes configurações de trabalho em equipe.

Qual a quantidade de inteligência necessária para realizar uma crítica e qual a quantidade de inteligência para fazer uma proposta?

Uma série de erros causa tragédias evitáveis e não fatalidades

 

O grau de complexidade em um sistema é medido pela quantidade de variação possível dentro deste mesmo sistema. Em saúde temos inúmeras tarefas que precisam ser efetuadas por vários profissionais, com responsabilidades delimitadas dentro de um protocolo muito específico. Ou seja, um único resultado é esperado: o melhor possível para o paciente. No entanto inúmeras intercorrências podem comprometer a segurança do paciente e da equipe.

Gaspar fortalece sua Roda!

Gaspar, município do Médio Vale do Itajaí está mesmo afinado por aqui. Realizamos no dia 03 11 o segundo encontro do GTH Municipal e todas as equipes cumpriram a tarefa de realizar rodas locais e trazer para o grupo o seu SUS que dá certo.
Tivemos um verdadeiro festival de saúde, isto segundo o próprio grupo melhorou a auto estima das equipes e os fez acreditar mais na saúde pública municipal.
É bem verdade que trouxeram também cada equipe um problema, mas todos ousaram pensar juntos as soluções, o que mais uma vez potencializou a roda.

LULA e o Ato Médico!

Recebi um e-mail de uma rede de amigos com a seguinte notícia: "Lula se manifesta contra o Ato Médico no Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva" junto veio esse video: http://www.youtube.com/watch?v=Si0G15bLL4Q

Pensei na hora: Demorou! Mas ainda não é tarde! Falta a aprovação no Senado ainda. É "aquele Senado", mas é o que temos, não?

Importante a manifestação do nosso presidente a essa altura. Na sua fala deixou claro que os interesse de corporações específicas não podem sobrepujar o interesse publico.

Sou e sempre fui CONTRA essa Lei do Ato Médico!

Como médico, acho que temos pautas mais importantes para pensar...

Por que enfermeiro não fica? Por que profissional de saúde não fica?

 Mais um artigo de 2007, publicado na Ciência e Saúde Coletiva, sobre os índices de rotatividade de enfermeiros e médicos no PSF e seus motivos.

Oia o link aí:

http://www.abrasco.org.br/cienciaesaudecoletiva/artigos/artigo_int.php?id_artigo=2639

Dessa vez na região do Vale do Taquari, RS. Outra metodologia, outros conceitos envolvidos, com relação ao anterior citado neste blog. Entretanto, confirma os mesmos achados de outros: os efeitos da precarização das relações de trabalho, dos meodelos de gestão autoritários, da fragmentação da atenção à saúde, da dificuldade de gestão de conflitos em equipe.

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