Intersetorialidade

A Intersetorialidade em ações da Promoção da Saúde em Cuiabá/MT

Aconteceu em Cuiabá, na data de 07 de Abril de 2013 um evento comemorativo ao Dia Mundial da Saúde e o Dia Nacional da Promoção da Saúde por iniciativa do Ministério da Saúde em parcerias com as Secretarias Estadual e Municipal de Saúde, nas doze cidades-sede da Copa do Mundo. E mediante estas parcerias, a mobilização para a organização do evento se tornou um verdadeiro exercício de intersetorialidade que para tecer as estratégias das ações vários segmentos da sociedade foram mobilizados para que o evento atingisse com êxito o seu objetivo.

Reforma Psiquiátrica, caminhando a cada dia

O caminho se faz ao caminhar... 

Horizonte hodos+meta, na inversão de método, a PNH insiste em abrir possibilidades no caminho que vamos construindo, nos encontros com as equipes multiprofissionais, com usuários e tantos familiares (!)...

Disputas de sentido, embates, composição com quem pensa diferente, teme experimentar outros modos de organizar o trabalho, assegurar Projetos Terapêuticos Singulares, produzir autonomia...

Caminho longo, muitas vezes exaustivo, mas não menos alegre no final do dia. Mais um pedaço de apostas, mais combinações e apoio na reivenção, ventilação dos territórios.

Há tanta tristeza em nome de um cuidado vigiado.

Alternativas Não Punitivas para a Reintegração

 

  Dois especialistas nas  áreas da justiça e da psicologia,  analisam os manicômios judiciários:

 Para Especialistas as Medidas Manicomiais Precisam ser Curativas e de Reintegração do Indivíduo na Sociedade.

Centros de Convivência: A delicada arte de produzir encontros

Cartografia dos Centros de Convivência de Campinas - Esse vídeo é resultado de uma parceria entre o Grupo de Pesquisa "Conexões: Saúde Coletiva e Políticas da Subjetividade" e o Núcleo de Comunicação da Secretaria Municipal de Saúde de Campinas - parceria intermediada pela realização da minha pesquisa de doutorado em Saúde Coletiva (Unicamp). Aqui são registradas cenas, imagens e narrativas que procuram expressar parte dos encontros que os CECOs produzem junto às redes de saúde, às redes intersetoriais, junto à cidade.

 

Edu Passos e Simone Paulon em 2009

http://redehumanizasus.net/node/6817

Relembrando falas tão inspiradoras e produtoras de práticas que afirmam a vida.

Iza Sardenberg

"ERA UMA VEZ UM GRUPO QUE SONHAVA..."

         Era uma vez um grupo que sonhava...            Após dois anos de implantação do Acolhimento com Classificação de Risco, o Hospital Municipal de Maringá em 30/04/2010 inicia mais um trabalho embasado na Política Nacional de Humanização: A CLÍNICA AMPLIADA. Provalvelmente mais uma ousadia de um grupo de profissionais que a cada dia ampliam cada vez mais o seu olhar e buscam melhorar as condições assistenciais oferecidas aos seus usuários e concomitantemente melhorar as condições de trabalho aumentando a satisafação destes dois públicos: usuários e trabalhadores.          Em 30/04/2011 completamos um ano de trabalho sob esta nova metodologia.

Ciências Sociais e Humanas e o campo da Saúde

      Maria Luiza Sardenberg Uma boa oportunidade para pensar nas investidas medicalizantes da vida.

Um SUS com muitas possibilidades

 

Em apoio à 3ª Gincana Estadual do Programa SESC Sorrindo para o Futuro, um odontólogo da Secretaria Municipal de Educação e Cultura e a fonoaudióloga da Secretaria Municipal de Saúde desenvolveram testes com as crianças das séries iniciais de uma escola em São Sepé/RS, para avaliar a qualidade da respiração, identificando possíveis alterações que poderiam resultar em respiração bucal e anemia. Esse é o tema da gincana 2010, e que interessa aos profissionais de saúde, bem como à comunidade, devido as implicações na qualidade de vida das crianças.

  

Ações educativas

A experiência dos residentes, multidisciplinar de saúde da família e comunidades na ESF de Taquaruçu, distrito da cidade de Palmas-to,  demostra o quanto que é importante realizar ações educativas, pois  permite o envolvimento dos trabalahdores de saúde na rede social, com maior participação da saúde nas escolas e comunidade, o que proporciona a intersetorialidade, promovendo também discussão da realidade local que é de suma importância para a promoção da saúde coletiva, pois nos leva a refletir que só considerando as necessidades da comunidade de forma ampla e em toda sua complexidade garantindo uma interpretação dialética num trabalho que transcendem o pontual e envolvendo a transdisciplinaridade é que atingiremos o nosso objetivo; promover saúde, tomada de consciência e autonomia.

O pensamento fragmentado e suas conseqüências

 

Porém a questão central é que temos uma série de linhas de corte bastante modernas nas formas conceituais de se abordar o tema da saúde. Moderno no sentido que Bruno Latour empresta ao tema. De certa forma fica "cada um no seu quadrado" e aspectos extremamente imbricados e articulados são tratados como distintos. Olharmos mais detalhadamente este processo histórico e cultural nos permite entender como os gastos são feitos. A partir daí poderemos planejar a forma de realizarmos mais e melhores investimentos em saúde.

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