Blog de Ginetta

Um pouco mais que alimentos

Enviado por Ginetta, seg, 26/03/2012 - 20:25
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 Se pensarmos na vida como um grande processo de gratificações, acredito que o primeiro passo desse processo seria o aleitamento materno, quando somos preenchidos de fato com alimento substancial e o prazer que toda aquela situação promove. A partir desta primeira experiência, a alimentação nunca mais deixará de ser algo prazeroso para o indivíduo.

Nossos hábitos são construídos e desconstruídos pelo mundo ao nosso redor, ao longo da vida. Diante disso, aquela afirmação (que muitos pais incorporam) de que criança não gosta de comer verdura, não passa de uma falácia.

“A personalidade na balança”: uma ressalva.

Enviado por Ginetta, seg, 13/02/2012 - 12:55
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 “Novas pesquisas revelam como o seu jeito de ser pode levar você a engordar.” ISTOÉ 08/FEV/2012.

Esse tipo de reportagem ainda me surpreende muito!

Quando já não se tem mais o que falar da obesidade, dos fatores de risco que a predispõe, da Leptina, da Grelina, das balas emagrecedoras, etc. Entram em destaque as pesquisas que envolvem a estrutura psíquica do sujeito, como traços de sua personalidade, influenciando o ganho de peso.

Sabendo que vários são os fatores que predispõe o indivíduo ao ganho excessivo de peso traçar uma conduta em que a personalidade de cada um dita como o mesmo acumulou calorias extras no decorrer dos anos não trás novidade alguma no tratamento. Principalmente porque cada indivíduo é dotado de uma estrutura psíquica particular com experiências de vida incomum ao coletivo. Se no estudo realizado eles procuraram dividir os 1.998 candidatos em categorias como: insones, multitarefas, perfeccionistas, superseguros ou ainda intolerantes e impulsivos, só fizeram o desfavor de criarem mais rótulos pra aquelas pessoas que por muito tempo se frustraram ao saber que não conseguem atingir determinados objetivos quando se fala em regulação do peso corpóreo.

O meu “desejo” para vocês!

Enviado por Ginetta, sab, 24/12/2011 - 13:02
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 Desejar… Palavra forte que atribuir muitos significados quando acompanhada de outras palavras. Na verdade “o desejar” apenas, é uma palavra de impulso, de querer, um impulso que leva ao querer. Quando desejamos algo a alguém, é como se parte de nossos desejos também fosse idealizados em cada desejo do outro. É como se o meu desejo fosse o desejo de todos, por exemplo: a felicidade. Quando desejamos a felicidade a alguém, também de certa forma desejamos ser pessoas felizes.

O desejo move o mundo, as pessoas. É o impulso desejante que nos mantém vivos, que nos faz acordar cedo, trabalhar, pensar em ter filhos, viver…

Quem é o sujeito que busca assistência no SUS (Sistema Único de Saúde)?

Enviado por Ginetta, dom, 06/11/2011 - 11:14
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 Uma reflexão acerca dos sujeitos que buscam assistência ao SUS...

Cuidar de si e do outro com alimentação saudável

Enviado por Ginetta, qui, 20/10/2011 - 10:07
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O projeto “Cuidar de si e do outro com alimentação saudável” foi inspirado grande parte nas palavras do próprio Leonardo Boff de que “o cuidar é mais que um ato, é uma atitude e que, portanto abrange mais que um momento de atenção, zelo e de desvelo, representando assim uma atitude de ocupação, preocupação, de responsabilização e de envolvimento afetivo com o outro.”

Uma conduta humanizada

Enviado por Ginetta, dom, 18/09/2011 - 21:45
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Boa noite pessoas!

Publiquei esse texto no meu blog no dia 18 de Junho e nesse período ainda estava na luta com meu avô e sua saúde fragilizada. Fiz esse post depois de ficar extremamente contrariada com um médico residente. Quando somos pacientes ou acompanhantes de um paciente, nosso olhar muda e como muda...

Uma conduta humanizada

Não posso te negar o prazer de comer se muitas vezes é nele que você consegue jogar toda sua tensão do dia a dia;

Não posso dizer que é proibido o que na verdade só deve ser evitado;

Não posso te indicar algo que não confio como profissional ou que ainda não tenho segurança para lhe propor;

Saúde: um bem que para muitos não é necessário

Enviado por Ginetta, dom, 11/09/2011 - 18:04
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Realmente o ser humano tem um valor muito grande. Somos objetos de valor para hospitais e consumidores de drogas, ou seja, somos profundamente dependentes das indústrias farmacêuticas. Quanto mais relapsos com a saúde, mais pessoas lucram com nossas doenças. Como nutricionista, não posso negar que dependo do seu mal-estar e de sua insatisfação com o corpo, mas posso também ser uma promotora da saúde e trabalhar diretamente com prevenção, sendo que esse é um foco que caminha a passos largos em nossa política.

SUS: o lado negro do sistema (desabafo)

Enviado por Ginetta, dom, 11/09/2011 - 09:51
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06 de Junho de 2011

Hoje 8 horas da manhã, liguei para o hospital Walfredo Gurgel para marcar uma endoscopia pro me avô, pois o mesmo foi ao o hospital Deoclécio no domingo tentar passar uma sonda nasoenteral, mas após 3 tentativas não foi possível e o médico de lá orientou que a sonda fosse colocada com uma ajuda de um endoscópio. Ok primeiro passo foi dado. Depois fui tentar conseguir uma ambulância para locomovê-lo. Fui ao posto do meu bairro, mas não tive sucesso já que a ambulância tinha ido pro conserto e não estava pronta ainda.

Saúde: modelo e sociedade

Enviado por Ginetta, dom, 11/09/2011 - 09:45
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O sistema de saúde brasileiro é hoje caracterizado por uma disputa entre modelos assistenciais diversos. O modelo centrado na assistência médico-hospitalar e nos serviços de apoio diagnóstico e terapêutico constitui-se numa hegemonia em oposição a campanhas e programas especiais, além de ações de vigilância sanitária e epidemiológica (PAIM, 1994).

 

“A epidemia da doença mental”: surgimento de mais rótulos?

Enviado por Ginetta, dom, 11/09/2011 - 09:31
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O texto abaixo é longo, mas muito pertinente, principalmente porque questiona o tratamento farmacológico das doenças mentais e o surgimento de rótulos e classificações para cada tipo de sintoma. Hoje se sabe que a psiquiatria praticamente encaixa os indivíduos em determinadas classificações baseadas em manuais, manuais esses que a cada edição nos é “presenteado” como novos rótulos.

O indivíduo hoje em dia é consumidor de coquetéis farmacológicos é “digno” de rótulos que anulam sua própria identidade. Esse é o tratamento que queremos para o futuro da humanidade?