E tudo foi uma festa, uma festa do SUS e da humanização. Teve um pouquinho de tudo, até palhaçada de gente bonita que ajuda a curar com o riso!
Mas também teve poesia, teve canção raiada pela voz de Ray Lima
E teve uma ciranda que desafiou espaços, atravessou fronteiras e ainda mais atrevida, conseguiu girar no auditório com cadeiras fixas! E nela todo mundo tomou parte, os trabalhadores, as autoridades, a imprensa...a ciranda é uma expressão viva de democracia, onde o poder de encantar emana do povo e é por ele mesmo exercido. E mesmo que você nao saiba girar, quem está ao seu lado te leva com a leveza de um beija flor espreitando o orvalho da manhã!