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#AgendaMS | Ministério da Saúde anuncia recursos para rede de urgência e emergência de Guarulhos e região do Alto Tietê

Blog da Saúde - qui, 07/11/2013 - 17:54

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anuncia nesta sexta-feira (8), em Guarulhos (SP), a liberação de recursos para a rede de urgência e emergência (RUE) de Guarulhos e da região do Alto Tietê. Os novos investimentos permitirão aos municípios a ampliação do atendimento a pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS).

Data:08/11 (sexta-feira)
Horário: 14h
Local: Centro Municipal de Educação Adamastor
Endereço: Av. Monteiro Lobato, 734. Macedo – Guarulhos – SP

Fonte: Agência Saúde

Inscrições abertas para curso de doutorado em apoio ao Plano Brasil Sem Miséria

Blog da Saúde - qui, 07/11/2013 - 16:28

As inscrições para o doutorado do programa Fiocruz/Capes de apoio ao Plano Brasil Sem Miséria foram prorrogadas até o dia 17 de novembro. Para efetuar a inscrição, o interessado deve acessar o site da Plataforma SIGA e clicar no curso Informação e Comunicação em Saúde – Doutorado.

Em seguida, o candidato deve preencher o formulário de inscrição on-line, imprimi-lo, assiná-lo e anexar os documentos exigidos. No preenchimento, o candidato deve assinalar a área de concentração do curso, a linha de pesquisa à qual deseja se filiar e o nome do orientador. Não é preciso preencher os campos ‘ordem de preferência’, ‘plano de trabalho’ e ‘resumo’.

O programa está organizado em uma área de concentração chamada “Configurações e Dinâmicas da Informação e da Comunicação em Saúde” e conta com duas linhas de pesquisa: “Informação, Comunicação e Inovação em Saúde” e “Informação, Comunicação e Mediações em Saúde”. O objetivo é a formação de pessoal qualificado para o desenvolvimento de atividades de pesquisa, de ensino e de atividades profissionais relacionadas à informação e comunicação em saúde.

Para obter outras informações e ler o edital, acesse a notícia no site do Icict.

Fonte: Fiocruz

Ministério da Saúde atrai investimentos para a produção de biofármacos

Blog da Saúde - qui, 07/11/2013 - 16:05

O Ministério da Saúde liderou novo processo de atração de investimentos de empresas multinacionais no setor de Saúde do país. Acordo entre a multinacional Merck Serono e a Bionovis intermediado pelo Ministério da Saúde vai impulsionar as Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) em andamento com o governo federal para a produção nacional de biofármacos. A entrada da Merck Serono na parceria viabiliza a construção da fábrica que produzirá seis medicamentos biológicos a partir de 2014. A parceria atual prevê investimento de R$ 500 milhões para construção, desenvolvimento de produtos e transferências tecnológicas. A Bionovis pretende investir R$ 1 bilhão na produção de medicamentos biológicos no Brasil nos próximos cinco anos.

“É importante destacar que este acordo traz diversos resultados positivos. Primeira amplia a capacidade nacional dos laboratórios públicos e empresas privadas nacionais gerar conhecimento, inovação tecnológica, pesquisa aqui no Brasil, além de garantir segurança aos pacientes permite também uma economia importante para o Ministério da Saúde”, destaca o ministro Alexandre Padilha. Os produtos, que serão fabricados pelo Bionovis e os institutos públicos Fiocruz e Instituto Vital Brasil (IVB), são de última geração e de alto custo para o tratamento de doenças como câncer e artrite reumatoide – Etanercepte, Rituximabe, Bevacizumabe, Cetuximabe, Infliximabe e Trastuzumabe. O secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos (SCTIE), Carlos Gadelha, destacou que as PDP relativas a esses seis medicamentos foram divulgadas em junho. “Num período de cinco meses já se conseguiu um parceiro tecnológico que domina o ciclo completo de produção e que contratualmente se compromete e nós vamos seguir passo a passo esse processo para que a transferência de tecnologia seja integral desde o que eles chamam do lote semente até a embalagem do produto no Brasil”, disse.

“Nossa intenção é transferir a tecnologia para que os produtos sejam totalmente manufaturados aqui no Brasil. Assim, vamos aliviar a balança comercial negativa, ganhar com geração de empregos e formação de técnicos especializados, além de colocar o  Brasil na independência desses produtos”, enfatizou o presidente da Bionovis, Odnir Finotti.

Considerando as PDPs existentes e previstas no Ministério da Saúde, com participação da Bionovis, haverá uma redução de cerca de 10% do déficit na balança comercial de medicamentos, que em 2012 atingiu Us$ 11 bilhões. A economia de divisas esperadas é de aproximadamente de Us$ 1 bilhão.

O acordo com a Merck Serono garante a transferência tecnológica, em cinco anos, entre a multinacional e a empresa Bionovis, criada para a fabricação exclusiva de medicamentos biológicos e formada por quatro grandes laboratórios (Aché, EMS, União Química e Hypermarcas). A Merck Serono é uma das maiores empresas de medicamentos do mundo, distribui produtos em mais de 150 países. A empresa possui mais de 38 mil funcionários e ano passado seu faturamento foi superior a 11 bilhões de euros. “Considero um dos projetos mais relevantes porque significa ampliar o acesso da população a medicamentos importantes a tratamentos extremamente sofisticados”, afirmou Vera Valente, representante da Merck Serono no Brasil.

Medicamentos biológicos - Em junho, o Ministério da Saúde anunciou novas 27 parcerias entre laboratórios públicos e privados que resultarão na produção nacional de 14 biológicos. A produção nacional deve gerar economia de R$ 225 milhões por ano. Atualmente, os biológicos consomem 43% dos recursos do Ministério da Saúde com medicamentos, cerca de R$ 4 bilhões por ano, apesar de representarem 5% da quantidade adquirida. Com as medidas, o país aumenta para 25 o número de biológicos produzidos nacionalmente. Os produtos biológicos são feitos a partir de material vivo e manufaturados a partir de processos que envolvem medicina personalizada e biologia molecular.

Sobre as parcerias - As PDPs são destinadas à  transferência de tecnologia entre instituições públicas e privadas e a encomendas tecnológicas vinculadas às demandas de produtos estratégicos para SUS. O alvo são os produtos essenciais dos programas de saúde, tais como vacinas, medicamentos para câncer, saúde da mulher, saúde mental e doenças crônicas, dentre outras. Por exemplo: O Mesilato de imatinibe: o primeiro oncológico nacional (LMC) produzido por uma PDP para Leucemia Mielóide Crônica, com economia real em 2013: R$ 31,5 milhões comparado com o ano de 2012. Até o momento, há 88 PDPs com 77 produtos, sendo: 64 medicamentos, sete vacinas, quatro produtos para saúde e quatro de pesquisa e desenvolvimento. São 70 parceiros envolvidos, sendo 17 laboratórios públicos e 53 privados.

Fonte: Agência Saúde

#Infográfico | Mais 3.000 médicos cubanos chegam ao Brasil

Blog da Saúde - qui, 07/11/2013 - 13:59

Mais 3.000 profissionais cubanos já começaram a chegar ao país para ocupar vagas ociosas da segunda etapa do Programa Mais Médicos. O primeiro grupo, de 2.600 médicos, desembarca no Brasil até o dia 10 de novembro nas capitais onde vão cursar o módulo de avaliação do programa. Outros 400 chegam na semana seguinte.

Esses profissionais serão alocados em postos não preenchidos por candidatos brasileiros e demais estrangeiros do Mais Médicos. A previsão é que os 3.000 comecem a atuar nos municípios em dezembro. Os profissionais cubanos participam do Mais Médicos por meio de cooperação firmada entre o Ministério da Saúde e a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) em agosto de 2013.

Confira mais informações no infográfico abaixo:


Blog da Saúde

Pesquisa sobre uso de medicamentos começa em Sergipe

Blog da Saúde - qui, 07/11/2013 - 12:12

A coleta de dados da Pesquisa Nacional sobre Acesso, Utilização e Promoção do Uso Racional de Medicamentos (PNAUM), do Ministério da Saúde, inicia nesta quinta-feira (7/11) em Sergipe. No país serão entrevistados 38,4 mil pessoas em 245 municípios brasileiros, sobre temas como o uso de remédios, acesso aos produtos no Sistema Único de Saúde (SUS), uso racional de medicamentos e a automedicação.

Em Sergipe, cerca de 400 moradores, dos municípios de Aracaju, Pacatuba e São Cristovão, deverão participar do inquérito. O público será dividido por gênero, escolaridade e em sete faixas etárias – desde crianças a idosos. As informações serão transmitidas em tempo real por tablets. A previsão é que os dados do inquérito estejam finalizados até o início de 2014.

A pesquisa vai mostrar como é a utilização dos medicamentos para as doenças mais comuns e para as crônicas. O levantamento também vai revelar se as pessoas seguem as prescrições médicas e se persistem no tratamento com medicamentos; se há variação no acesso aos remédios de acordo com condições sociais, econômicas e demográficas; e a avaliação dos serviços de assistência farmacêutica na Atenção Básica e uso racional de medicamentos da população.

Em todo o país,140 entrevistadores irão coletar os dados que, posteriormente, serão analisados por professores-pesquisadores de 12 instituições parceiras do Ministério da Saúde. Ao todo, serão investidos R$ 9,4 milhões no inquérito. A coordenação dos trabalhos será de responsabilidade da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Intoxicações - Para o secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Carlos Gadelha, os resultados da pesquisa vão possibilitar que sejam conhecidos os hábitos da população e o uso racional de medicamentos. Só nos últimos cinco anos, houve quase 60 mil internações por intoxicação medicamentosa. No estado de Sergipe, neste período, foram registradas 187  internações por intoxicação de medicamentos.

A pesquisa está dividida em duas etapas. A primeira, que começou no último dia 23, será realizada nos domicílios dos 26 estados e no Distrito Federal. Os entrevistadores, identificados com crachás e com a carta de apresentação do Ministério da Saúde, vão questionar sobre os hábitos e, inclusive, verificar quais os medicamentos que a população possui em casa.

A segunda parte da PNAUM será a aplicação de questionário nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e nos locais de entrega dos medicamentos nesses serviços. Nesta etapa, secretários de saúde, coordenadores municipais da assistência farmacêutica, responsáveis pela distribuição de medicamentos nas farmácias ligadas ao SUS, médicos e usuários também serão entrevistados. O enfoque será o funcionamento dos serviços de assistência farmacêutica.

Fonte: Vera Stumm / Agência Saúde

Ministério da Saúde realiza curso para monitoramento e avaliação de ações da pasta

Blog da Saúde - qui, 07/11/2013 - 12:07

Foto: Ascom/MS

Uma aula inaugural realizada nesta quarta-feira (06), em Brasília, deu início ao primeiro curso de especialização para o monitoramento e avaliação dos programas do Ministério da Saúde. A iniciativa, realizada pelo Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS (DEMAS) do Ministério da Saúde terá a participação de 300 servidores e é organizado em parceria com o Laboratório de Avaliação de Situações Endêmicas Regionais (LASER) da Escola Nacional de Saúde Pública da Fiocruz.

Apesar de ser um curso à distância, estão previstos três encontros presenciais e, após um ano, os participantes receberão certificados de especialistas em monitoramento e avaliação das ações da pasta. Entre os participantes, 200 servidores são servidores do Ministério da Saúde, os outros 100 profissionais que atuam nos núcleos, municípios e estados de todas as regiões do Brasil.

A iniciativa faz parte de um conjunto de ações para qualificar os servidores em metodologias e ferramentas para acompanhar e avaliar as inciativas do Ministério. A primeira iniciativa realizada nesse sentido consistiu na realização de cinco oficinas realizadas este ano, com duração de 16 horas cada uma. Ao todo, as turmas formaram 100 servidores que trabalham em Brasília e que participam efetivamente do monitoramento das políticas e marcas estratégicas da gestão 2011-2015.

“O principal objetivo de iniciativas como essas é trazer para dentro da estrutura do Ministério a política de monitoramento e avaliação de nossos programas para acompanharmos da maneira mais eficaz as políticas desenvolvidas pelas áreas para potencializar os resultados. Esses profissionais serão mais atuantes na implementação de políticas de inclusão social e desenvolvimento regional, comprometidos com as transformações do contexto social brasileiro e com a defesa dos princípios da integralidade, da universalidade e da equidade que regem o SUS”, explicou o Diretor de Monitoramento e Avaliação do SUS, Paulo de Tarso.

Ações de monitoramento - O Ministério da Saúde por intermédio da Secretaria Executiva e do Demas desenvolve desde 2011, em conjunto com outras áreas técnicas do Ministério, um processo de formação de capacitações na área de monitoramento e avaliação. A ideia é que os profissionais sejam capazes de elaborar estudos avaliativos relacionados aos programas de saúde e avançar na qualidade do serviço público.

Fonte: Lívia Nascimento / Agência Saúde

#MaisMédicos | 192 profissionais cubanos chegam a Belo Horizonte

Blog da Saúde - qui, 07/11/2013 - 10:40

Um grupo de 192 médicos cubanos que vão ocupar as vagas ociosas da segunda etapa do Programa Mais Médicos chegou a Belo Horizonte (MG) nesta quinta-feira (7). Os profissionais desembarcaram no Aeroporto Internacional de Confins às 6h30. Eles ficam na capital mineira por três semanas, onde participarão do módulo de acolhimento e avaliação sobre saúde pública e língua portuguesa.

Além de Belo Horizonte, outras quatro capitais recebem os médicos: Brasília, que concentrará um grupo de 1.872 profissionais; Vitória (ES), onde ficarão 400 profissionais; São Paulo (SP), com 300 médicos; e Fortaleza (CE), onde ficarão 236 médicos. Todos devem desembarcar nesses locais até o final da próxima semana.

A aprovação na etapa de avaliação é condição para a emissão do registro profissional provisório pelo Ministério da Saúde, sem o qual os médicos estrangeiros não podem atuar no Brasil. Além das três semanas de curso nessas cinco capitais, os profissionais ficam em treinamento por uma semana nos estados onde vão atuar. Durante esse período, eles estudam as doenças mais comuns da região e conhecem a estrutura hospitalar e de emergência da rede pública.

Em dezembro, esse novo grupo deverá ser encaminhado às cidades para atender a população. A distribuição dos médicos cubanos nos municípios segue critérios técnicos, dando igual prioridade às cidades em que é maior a parcela de pessoas dependente completamente do atendimento ofertado pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e àquelas com alto percentual da população em situação de pobreza, conforme classificação do IBGE.

Balanço – Com a chegada de mais 3.000 médicos cubanos, o programa chegará ao final de 2013 com mais de 6,6 mil profissionais atuando. O Mais Médicos, que hoje já atinge 12,6 milhões de brasileiros, vai impactar, já em seu primeiro ano, na assistência em saúde de mais de 22,9 milhões de pessoas. A meta do Governo Federal é atender a demanda por 13 mil médicos até o final de março de 2014. Uma nova etapa de seleção individual será aberta em dezembro.

Atualmente, 3.664 profissionais participam do programa, sendo 819 brasileiros e 2.845 estrangeiros. Esses médicos estão atendendo a população de 1.098 municípios e 19 distritos indígenas, a maioria deles no Norte e Nordeste do país. O Ministério da Saúde concedeu registro a 2.712 médicos estrangeiros participantes do programa nas últimas três semanas. Outros nomes serão publicados nesta semana.

Sobre o programa – Lançado em 8 de julho pelo Governo Federal, o Mais Médicos faz parte de um amplo pacto de melhoria do atendimento aos usuários do SUS, com objetivo de acelerar os investimentos em infraestrutura nos hospitais e unidades de saúde e ampliar o número de médicos nas regiões carentes do país.

Os profissionais do programa recebem bolsa de R$ 10 mil por mês e ajuda de custo pagos pelo Ministério da Saúde. Os municípios ficam responsáveis por garantir alimentação e moradia aos selecionados. Como definido desde o lançamento, os brasileiros têm prioridade no preenchimento dos postos apontados e as vagas remanescentes são oferecidas aos estrangeiros.

Todos os profissionais cursam durante sua participação no Mais Médicos especialização em atenção básica, oferecida pela Universidade Aberta do SUS (Una-SUS), na modalidade de educação a distância. O acompanhamento das atividades acadêmicas desses médicos é feito por tutores e supervisores vinculados às universidades públicas que aderiram ao programa.

Fonte: Agência Saúde

#AgendaMS | Ministério da Saúde anuncia acordo na área farmacêutica

Blog da Saúde - qui, 07/11/2013 - 10:19

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, recebe representantes dos laboratórios da Bionovis e da Merck Serono para definição de Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) para a produção nacional de biofármacos. Os biológicos são medicamentos estratégicos para o Sistema Único de Saúde (SUS). O ministro vai atender a imprensa após a reunião.

Data: 07/11 (quinta-feira)
Horário: 15h
Local: Gabinete do Ministro
Endereço: Ministério da Saúde – Esplanada dos Ministérios – Bloco G– 5º andar – Brasília/DF

Fonte: Agência Saúde

II EXPOGEP | Inscrições para a II Mostra de Experiências em Gestão no SUS acabam dia 27 de novembro

Blog da Saúde - qua, 06/11/2013 - 18:06

As inscrições para a II EXPOGEP – Mostra Nacional de Experiências em Gestão Estratégica e Participativa no SUS acabam dia 27 de novembro. Todos os gestores federais, estaduais e municipais, trabalhadores da saúde, pesquisadores, estudantes, conselheiros e usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) podem participar como expositores de experiências e ouvintes. O objetivo do encontro, que irá acontecer em Brasília, de 2 a 6 de fevereiro de 2014, é promover a troca de experiências bem sucedidas realizadas no SUS.

“É muito importante que a gente possa ter na EXPOGEP o maior número de experiências relatadas, vivenciadas para uma disseminação e construir um processo que eu chamo de colaboração horizontal. Eu tenho sempre falado que nós temos que fortalecer dentro do SUS a colaboração horizontal, que município apoia município, estado apoia estado, região apoia região; ou seja, a experiência de um município, vivenciada no seu tempo concreto, na sua realidade concreta pode, a partir daquelas práticas e saberes produzidas naquele município, apoiar outro município”, afirma 0 secretário de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério da Saúde, Odorico Monteiro, sobre a importância da EXPOGEP.

As inscrições de trabalhos a II EXPOGEP podem ser feitas em cinco temas: Transparência e Controle na Gestão Pública; Governança e Regionalização em Saúde; Escuta e Participação Social; Mobilização Social: Direito à Saúde e Diversidade; e e-Saúde e Informação. Para participar, basta preencher a ficha de inscrição que está disponível na página até o dia 27 de novembro.

Fonte: na Cláudia Amorim / Agência Saúde

Ministro da Saúde participa de campanha em defesa do SUS e fortalecimento do controle social

Blog da Saúde - qua, 06/11/2013 - 17:01

Faça parte do SUS e ajude a construir essa história! Esse foi o mote da Campanha Nacional em Defesa do SUS e Fortalecimento do Controle Social lançada nesta quarta-feira (06) e que contou com a participação do ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Realizada pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS) no contexto dos 25 anos do Sistema Único de Saúde (SUS), a campanha busca o apoio de toda a sociedade brasileira para defender o projeto de um SUS universal, integral e de qualidade para todos através, principalmente, do fortalecimento e visibilidade maior dos conselhos de saúde.

“Abrace o SUS e a saúde de qualidade para todo o povo brasileiro”, disse o ministro em apoio à campanha e ao fortalecimento do controle social. Confira abaixo o vídeo do ministro no lançamento da campanha:

A presidenta do Conselho Nacional de Saúde (CNS), Maria do Socorro, enfatizou que a campanha não é apenas para fortalecer os órgãos do SUS. “À medida que a gente põe a campanha na rua, nós estamos ampliando a pauta da saúde para toda sociedade. Queremos a participação do cidadão comum”, explica Socorro. Confira a fala da presidenta sobre a importância da participação dos cidadãos:

 Conselhos de saúde – Os conselhos de Saúde têm como missão a deliberação, fiscalização, acompanhamento e monitoramento das políticas públicas de saúde. Formados por entidades e movimentos sociais de usuários, prestadores de serviços, gestores e profissionais de saúde, os Conselhos são divididos em municipais, estaduais e nacional. Todos agregando cidadãos brasileiros em um esforço coletivo pela melhoria da nossa saúde e pela defesa e o aprimoramento do SUS. Procure o Conselho de Saúde de sua cidade ou acesse www.conselho.saude.gov.br e participe.

Lucas Leon / Blog da Saúde

#EntrevistaMS | Ministro da Saúde fala do Mais Médicos em entrevista à rádio de Mauá (SP)

Blog da Saúde - qua, 06/11/2013 - 16:34

O Mais Médicos foi tema de entrevista do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, ao programa de rádio Revista Z, da cidade de Mauá (SP), nesta quarta-feira (06). O ministro falou da importância da presença do profissional médico ao lado da comunidade para a melhoria da saúde da população.

“Com a presença do médico até a estrutura começa a melhorar mais rapidamente. Temos novas unidades básicas de saúde em construção em Mauá, outras sendo ampliadas e reformadas com o recursos do Ministério da Saúde. Não tenho nenhuma dúvida de que a presença do médico do Mais Médicos vai fazer com que os municípios acelerem a execução dessa obra, dando também mais estrutura de saúde para nossa população”, afirmou Padilha.

Além do ministro da Saúde, participaram também do programa de rádio o médico cubano Dr. Norberto Rosello Palma, que já está na cidade pelo Mais Médicos, e Iacy Millone, gestora da atenção básica da Secretaria de Saúde de Mauá.

Confira a participação do ministro na rádio Revista Z, de Mauá (SP):

#AgendaMS | Médicos cubanos chegam a Belo Horizonte (MG) nesta quinta-feira (7)

Blog da Saúde - qua, 06/11/2013 - 14:36

Um novo grupo de médicos cubanos que participarão do Programa Mais Médicos chega a Belo Horizonte (MG) nesta quinta-feira (7). Os profissionais desembarcam no Aeroporto Internacional de Confins às 6h30. Eles ficarão concentrados na capital mineira durante três semanas, participando do módulo de acolhimento e avaliação do programa.

Ao todo, 3.000 médicos cubanos chegam ao País até a próxima semana para ocupar vagas ociosas da segunda etapa do Mais Médicos. Além de Belo Horizonte, eles ficarão em outras quatro capitais para a realização do módulo de acolhimento e avaliação: Brasília (DF), Fortaleza (CE), Vitória (ES) e São Paulo (SP). A aprovação no curso é condição para a emissão do registro profissional provisório pelo Ministério da Saúde, sem o qual os médicos estrangeiros não podem atuar no Brasil.

Chegada de médicos cubanos a Belo Horizonte (MG)
Data: 7/11 (quinta-feira)
Horário: 6h30
Local: Aeroporto Internacional de Confins

Fonte: Agência Saúde

Ministério da Saúde alerta para acidentes com animais peçonhentos

Blog da Saúde - qua, 06/11/2013 - 13:46

Foto: Thiago Mamede/ Funed

Com a chegada das chuvas aumenta o risco de acidentes com animais peçonhentos, como escorpiões, aranhas e serpentes. Entre novembro de 2012 e março de 2013, temporada de chuvas na maior parte do país, foram registrados 71.217 acidentes e 144 mortes. Em comparação com o mesmo período do ano anterior (novembro de 2011 a março 2012) houve um acréscimo de quase 6% no número de acidentes com estes animais e 9% em relação a óbitos. Neste período, foram notificados 67.197 casos deste tipo e 132 óbitos.  Em todo o ano passado, foram notificados 143.658 acidentes e 273 mortes.

Os escorpiões são os responsáveis pela maior ocorrência destes acidentes no Brasil. Quase metade das notificações do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) é devido a estes animais. Em 2012, houve 65.008 casos de acidentes por escorpiões, ou seja, 45% do total notificado no ano. As serpentes causaram 20% dos acidentes, 18% foram pelas aranhas, 7% pelas abelhas, 3% pelas lagartas e 7% por outros animais. Dados preliminares de 2013 apontam 99,5 mil notificações de janeiro a setembro.

Com as chuvas, os animais peçonhentos são obrigados a sair dos seus esconderijos e a procurar novo abrigo, tanto em áreas urbanas quanto rurais. Assim, não é difícil encontra-los nas proximidades das casas, jardins e parques. O processo de urbanização também tem levado ao aumento da exposição a estes animais. O escorpião, por exemplo, se alimenta de baratas, portanto sobrevive em ambientes urbanos com facilidade. Além disso, o depósito e acumulo de lixo, entulhos e materiais de construção junto às habitações podem servir de abrigo para os animais peçonhentos.

Prevenção - A melhor forma de evitar acidentes é adotar medidas de prevenção. Por isso, o Ministério da Saúde recomenda manter a casa e a área ao redor limpas, uma vez que o lixo e entulhos podem servir de abrigo para muitos destes animais. Também é importante ficar atento à limpeza de armários, já que ambientes escuros e úmidos servem de esconderijos para aranhas e escorpiões. Vedar frestas e buracos em paredes, assoalhos, forros, meias-canas e rodapé, além de utilizar telas e vedantes em portas, janelas e ralos são outras formas de evitar a presença dos animais peçonhentos. Moradores de área rural e trabalhadores da agricultura não podem deixar de usar luvas e botas ao entrar em matas ou plantações.

Os animais peçonhentos injetam veneno pelo ferrão, dente, aguilhão e cerda urticante. Dependendo da espécie do animal, os acidentes podem até levar a morte, caso a pessoa não seja socorrida e tratada adequadamente, quando necessário, com soro específico. O Ministério da Saúde distribui soros antipeçonhentos para todo o país, que está disponível na rede do Sistema Único de Saúde (SUS). A identificação do animal responsável pelo acidente facilita o diagnóstico e o tratamento.

Cuidados - O Ministério da Saúde alerta para os cuidados que as pessoas devem ter, além das medidas básicas de prevenção. Em caso de acidente, a pessoa deve ser encaminhada, o mais rápido possível, para o hospital. Durante o socorro, tem que se mover o mínimo possível. O membro atingido deve ser colocado numa posição mais elevada em relação ao corpo e o local da picada pode ser lavado apenas com água e sabão. Não é recomendável amarrar o membro acidentado, nem sugar o ferimento com a boca. Também não é indicada a aplicação de qualquer tipo de substancia (pó de café, álcool, urina, entre outros) na lesão. No momento do atendimento, é importante informar ao profissional de saúde o máximo possível de características do animal, como espécie, cor e tamanho.

Mais informações podem ser obtidas no Portal da Saúde.

 

Fonte: Carlos Américo / Agência Saúde

Saúde destina R$ 36,5 milhões ao Paraná para urgência e emergência

Blog da Saúde - qua, 06/11/2013 - 13:35

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, assinou portaria que aprova a segunda etapa do Plano de Ação da Rede de Atenção às Urgências do Estado do Paraná. A portaria, publicada nesta quarta-feira (6) no Diário Oficial da União, também destina R$ 36,5 milhões para a ampliação e qualificação dos serviços de saúde de nove municípios do estado (Apucarana, Arapongas, Cambé, Cornélio Procópio, Ibiporã, Ivaiporã, Jacarezinho, Londrina e Rolândia).

O objetivo é investir na organização dos serviços de saúde para melhorar o atendimento da população realizado nas urgências e emergências. Este é o segundo plano destinado ao Paraná. O primeiro foi aprovado no ano passado e abrange Curitiba e as cidades da região metropolitana.

Os recursos previstos nesta portaria são destinados à habilitação de novos leitos de unidades de terapia intensiva (UTI), para unidade de terapia intensiva coronariana (UCO), qualificação de unidades de pronto-atendimento, habilitação e qualificação de centrais de regulação e também para unidades do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). Os recursos também podem ser aplicados em salas de estabilização e habilitação de equipes de atenção domiciliar.

Organização – A Rede de Atenção às Urgências foi criada visando o  atendimento aos usuários com quadros agudos, que deve ser prestado por todas as portas de entrada dos serviços de saúde do SUS. A organização da Rede de Atenção às Urgências tem como finalidade articular e integrar, no âmbito do SUS, todos os equipamentos de saúde. O objetivo é ampliar e qualificar o acesso humanizado e integral aos usuários em situação de urgência nos serviços de saúde, de forma ágil e oportuna.

Fonte: Ubirajara Rodrigues / Agência Saúde

Hospital Regional Público do Araguaia, em Redenção (PA), terá Estação BVS

Blog da Saúde - qua, 06/11/2013 - 10:20

Os gestores e profissionais de saúde de Redenção terão mais um instrumento de auxílio à tomada de decisão com a instalação da Estação Biblioteca Virtual em Saúde (Estação BVS) no Hospital Regional Público do Araguaia, no município de Redenção, no estado do Pará.

Esta Estação é a 100ª (centésima) a ser contemplada pelo Projeto BVS Brasil e a 5ª a ser inaugurada no estado do Pará.

O objetivo do projeto é ampliar o acesso à informação em saúde. A Estação BVS do Hospital Regional Público do Araguaia poderá subsidiar a tomada de decisão de gestores e profissionais de saúde no município e região.

Por meio de computadores conectados à internet, os usuários poderão consultar 21 milhões de documentos técnico-científicos gerados por instituições acadêmicas e pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O material, entre artigos, periódicos e monografias, está disponível na Biblioteca Virtual em Saúde (BVS).

Além de gestores e profissionais, a Estação se destina a pesquisadores e interessados em geral. A fim de orientar quanto à utilização integral das ferramentas, a Estação BVS contará com profissionais capacitados para atender a comunidade e atuar como agentes multiplicadores de informação.

Capacitação – Após a instalação, haverá capacitação sobre como pesquisar nas fontes de informação disponíveis na BVS. Os participantes aprenderão como acessar os documentos, fazer uma pergunta de pesquisa e localizar a melhor informação para respondê-la. O curso é essencialmente prático, com ênfase na metodologia de busca e análise crítica da informação baseada em evidências e exercícios de fixação.

Na BVS Saúde Pública Brasil, o usuário pode acessar informação científica e técnica em saúde pública, como legislação estadual e municipal, modelos de ação, notícias e promoção da participação da comunidade. Na BVS do Ministério da Saúde, o usuário encontra dicas em saúde, datas importantes e legislação vigente, além de políticas, programas e ações. Também pode pesquisar diretórios de siglas e termos utilizados na gestão federal do SUS, por meio do Projeto de Terminologia da Saúde. Já a BVS Brasil tem o objetivo de reunir todas as iniciativas brasileiras de desenvolvimento da BVS e integrar as redes de fontes de informação em saúde.

A Estação BVS é um componente da Rede de Bibliotecas e Unidades de Informação Cooperantes da Saúde (Rede BiblioSUS), que dissemina a produção editorial do Ministério da Saúde e fomenta o debate, a interação, a pesquisa e a promoção da saúde. A Rede BiblioSUS possui mais de 150 centros cooperantes (unidades interligadas).

Esta unidade resulta de parceria do Hospital Regional Público do Araguaia, do município de Redenção/PA, com o Ministério da Saúde.

Estação BVS do Hospital Regional Público do Araguaia do município de Redenção/PA.

Cerimônia de instalação: 06.11.2013
Horário: 09:00 h.
Local: Auditório do Hospital Regional Público do Araguaia, Av. Brasil, s/nº, Setor Park dos Buritis, Redenção/PA.

Curso de Capacitação: 06.11.2013
Horário: 14:00 h.
Local: Auditório do Hospital Regional Público do Araguaia, Av. Brasil, s/nº, Setor Park dos Buritis, Redenção/PA.

Serviço:
Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde: www.saude.gov.br/bvs
Estação Biblioteca Virtual em Saúde: http://estacaobvs.saude.gov.br
Biblioteca Virtual em Saúde Brasil: http://brasil.bvs.br
Rede BiblioSUS: www.saude.gov.br/bibliosus

 Fonte: Rede BiblioSUS

Alimentação adequada pode melhorar os sintomas da gastrite, afirma médico

Blog da Saúde - qua, 06/11/2013 - 09:20

Foto: Ocean/Corbis

Mal estar, sensação de queimação, dor incômoda no alto da barriga, enjoos e indigestão. Esses são alguns sinais de gastrite, inflamação da mucosa do estômago. “Ela pode ser diagnosticada pelo exame de endoscopia. O sintoma mais comum é a dor e queimação no abdômen”, explica André Nazar, gastroenterologista do Hospital Federal dos Servidores do Estado (RJ). Quem sofre com a doença deve ter muito cuidado com o cardápio, pois a ingestão de determinados alimentos podem agravar a situação.

Uma dieta equilibrada é fundamental. Ela pode, além de diminuir os incômodos sintomas, aumentar a qualidade de vida. “Após o diagnóstico, é fundamental adotar algumas restrições alimentares. Devem ser evitados alimentos ácidos como o abacaxi, limão, laranja e lima – e também refrigerantes e café. Eles ajudam a agravar a acidez e sensação de queimação no estômago”, orienta a profissional.

Antes de iniciar qualquer reeducação alimentar, é fundamental consultar um médico para avaliar o quadro geral de saúde. É importante lembrar que as dietas muitas vezes devem ser feitas com auxílio de medicamentos – dependendo da gravidade do caso.

Estresse faz mal ao estômago – Nazar diz que há um tipo de gastrite ligada ao estresse, a gastrite nervosa. “Pessoas muito estressadas se alimentam mal, dormem pouco e passam por várias situações conflitantes durante o dia. Com isso, quem não se dedica corretamente à alimentação sofre mais com os sintomas. Esses indivíduos acabam comendo mais besteiras, não seguem uma rotina alimentar e isso favorece na diminuição dos estímulos e células digestivas, propiciando a má digestão e sensação de mal estar”, alerta.

Curiosidade – O cigarro potencializa os sinais da gastrite. O ato de fumar aumenta a produção de ácido no estômago, por ter ação deletéria sobre todos os órgãos do aparelho digestivo. O tabaco é um agente que causa irritação local, assim como altera a formação dos dentes e a mucosa oral, prejudicando a digestão que começa na boca com o mastigar dos alimentos.

Fonte: Érica Santos / Agência Saúde

HTLV, o parente desconhecido do HIV

Blog da Saúde - ter, 05/11/2013 - 17:32

Foto: Sciepro/Science Photo Library/Corbis

Você já ouviu falar do vírus HTLV? Apesar de ter impactos menores que o HIV, também é preciso se cuidar contra esse outro vírus sexualmente transmitido. A Infecção pelo Vírus T-linfotrópico humano (HTLV) é causada por um retrovírus transmitido do mesmo jeito que o HIV, que ataca o sistema imunológico e também não pode ser eliminado do corpo. Menos agressivo que o HIV, o HLTV na maioria das vezes não se manifesta. Apenas 3% a 5% dos infectados desenvolvem alguma patologia grave com o vírus.

As duas principais doenças que o HTLV causa são a leucemia de célula T e a paraparesia espástica tropical. Essa última pode ocasionar a perda dos movimentos da cintura para baixo. De origens neurológicas, elas costumam trazer graves problemas aos pacientes.

A transmissão ocorre de diferentes formas, incluindo a transmissão vertical, ou seja, da mãe para o filho, através da via transplacentária ou pela amamentação; pelo contato sexual sem proteção; pelo compartilhamento de seringas contaminadas e por transfusões de sangue infectado. Essa última forma de transmissão é rara, já que toda bolsa de sangue é testada. “Nosso maior desafio é evitar a transmissão de mãe para filho”, explica a presidente da ONG Vitamore, Sandra do Valle, que atua com os portadores do vírus. Recomenda-se que as mães portadoras do HTLV evitem amamentar.

Com maior prevalência na Bahia, o HTLV tem se manifestado também com mais força no Rio de Janeiro, Pará e Rio Grande do Sul. Por motivo ainda desconhecido, os coquetéis retrovirais que combatem o HIV não funcionam com o HTLV, apesar de também ser um retrovírus. “Como ele não tem medicação própria, é mais difícil evitar as doenças oportunistas”, explica Sandra, que aponta a tuberculose como uma preocupação dos portadores. As doenças oportunistas são aquelas que aparecem nas pessoas que estão com o sistema imunológico fragilizado.

Mesmo sem medicação própria, Sandra do Valle explica que há como conter o avanço da doença, caso ela venha se manifestar, com medidas não medicamentosas. “A pessoa pode estabilizar a doença e evitar que ela se agrave mudando seus hábitos. Ter uma boa alimentação, fazer alguma atividade física, e também uma fisioterapia adequada”, relata a presidente da ONG Vitamore.

Sandra decidiu montar a ONG após descobrir que era portadora do HTLV. Segundo ela, o mais difícil no começo foi a falta de informação. Por isso, decidiu saber tudo sobre a doença. “Minha saúde está estável, meus exames neurológicos são excelentes, faço visita ao meu médico de 3 em 3 meses para avaliação, e posso dizer que no momento estou assintomática”, comemora Sandra, que passou a ter uma alimentação diferenciada e fazer exercícios, e hoje ajuda os que passam pela mesmo dificuldade.

Lucas Leon / Blog da Saúde

#MaisMédicos | 1.872 profissionais cubanos chegam a Brasília

Blog da Saúde - ter, 05/11/2013 - 15:20

Foto: Karina Zambrana – ASCOM/MS

Os três mil médicos cubanos que vão ocupar as vagas ociosas da segunda etapa do Programa Mais Médicos começaram a chegar ao Brasil nesta segunda-feira (4). O primeiro grupo com 215 profissionais desembarcou em Brasília às 22h e foi recebido pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, no Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek. Ao todo, serão 1.872 médicos chegando à capital federal até a próxima semana, onde participarão do módulo de acolhimento e avaliação sobre saúde pública e língua portuguesa.

“Eles ficarão quatro semanas em processo permanente de avaliação antes de iniciar o trabalho nas unidades de saúde”, explicou o ministro na recepção aos profissionais. “É um período em que terão uma verdadeira imersão no sistema de saúde do brasileiro para depois começar a atuar”, destacou Padilha.

O ministro também ressaltou que a chegada dos médicos nos municípios em que há necessidade desses profissionais ajuda a promover melhorias em infraestrutura. “Temos acompanhado situações em que o médico, ao chegar, estimula o município a acelerar a execução das obras de reforma, de ampliação e de equipamento das Unidades Básicas de Saúde, ou seja, a chegada desses profissionais também vem estimulando os municípios a ampliar a estrutura e a aproveitar os recursos que o Ministério da Saúde já fornece para melhorar o atendimento à população”, afirmou.

Além de Brasília, outras quatro capitais receberão os médicos: Vitória (ES), que concentrará um grupo de 400 profissionais; São Paulo (SP), com 300 médicos; Fortaleza (CE), com 236 médicos; e Belo Horizonte, que reunirá 192 profissionais. Todos devem desembarcar nesses locais, onde cursam o módulo de avaliação e acolhimento do programa, até o final da próxima semana.

A aprovação na etapa de avaliação é condição para a emissão do registro profissional provisório pelo Ministério da Saúde, sem o qual os médicos estrangeiros não podem atuar no Brasil. Além das três semanas de curso nessas cinco capitais, os profissionais ficam em treinamento por uma semana nos estados onde vão atuar. Durante esse período, eles estudam as doenças mais comuns da região e conhecem a estrutura hospitalar e de emergência da rede pública.

“A expectativa é muito boa. Estamos dispostos a ir a todos os municípios para prestar os serviços necessários”, disse o médico Hector Nunes, um dos integrantes do grupo que chegou noite passada a Brasília. Já o médico Ariel Hernandez falou sobre a satisfação em fazer parte do programa. “Vamos trabalhar nos lugares mais distantes do Brasil na prevenção de doenças. Estou muito feliz”, afirmou.

Em dezembro, este novo grupo deverá ser encaminhados às cidades para atender a população. A distribuição dos médicos cubanos nos municípios segue critérios técnicos, dando igual prioridade às cidades em que é maior a parcela de pessoas dependente completamente do atendimento ofertado pelo SUS e àquelas com alto percentual da população em situação de pobreza, conforme classificação do IBGE.

Balanço – Com a chegada de mais 3.000 médicos cubanos, o programa chegará ao final de 2013 com mais de 6,6 mil profissionais atuando. O Mais Médicos, que hoje já atinge 12,6 milhões de brasileiros, vai impactar, já em seu primeiro ano, na assistência em saúde de mais de 22,7 milhões de pessoas. A meta do Governo Federal é atender a demanda por 13 mil médicos até final de março de 2014. Uma nova etapa de seleção individual será aberta em dezembro.

Atualmente, 3.664 profissionais participam do programa, sendo 819 brasileiros e 2.845 estrangeiros. Esses médicos estão atendendo a população de 1.098 municípios e 19 distritos indígenas, a maioria deles no Norte e Nordeste do país. O Ministério da Saúde concedeu registro a 2.514 médicos estrangeiros participantes do programa nas últimas duas semanas. Outros nomes serão publicados nesta semana.

Sobre o programa – Lançado em 8 de julho pelo Governo Federal, o Mais Médicos faz parte de um amplo pacto de melhoria do atendimento aos usuários do SUS, com objetivo de acelerar os investimentos em infraestrutura nos hospitais e unidades de saúde e ampliar o número de médicos nas regiões carentes do país.

Os profissionais do programa recebem bolsa de R$ 10 mil por mês e ajuda de custo pagos pelo Ministério da Saúde. Os municípios ficam responsáveis por garantir alimentação e moradia aos selecionados. Como definido desde o lançamento, os brasileiros têm prioridade no preenchimento dos postos apontados e as vagas remanescentes são oferecidas aos estrangeiros.

Todos os profissionais cursam durante sua participação no Mais Médicos especialização em atenção básica, oferecida pela Universidade Aberta do SUS (Una-SUS), na modalidade de educação a distância. O acompanhamento das atividades acadêmicas desses médicos é feito por tutores e supervisores vinculados às universidades públicas que aderiram ao programa.

Confira o vídeo do Canal Saúde:

Fonte: Newton Palma / Agência Saúde

Hipertensão atinge 24,3% da população adulta

Blog da Saúde - ter, 05/11/2013 - 14:26

Foto: Romulic-Stojcic/Corbis

Quase um quarto dos brasileiros adultos tem de enfrentar a hipertensão, mas o maior controle da doença tem diminuído fortemente o número de complicações ligadas à doença, que chegaram em 2012 ao menor patamar dos últimos 10 anos. De acordo com a pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico – Vigitel 2012, 24,3% da população têm hipertensão arterial, contra 22,5% em 2006, ano em que foi realizada a primeira pesquisa.

Por outro lado, o número de pessoas que precisou ser internado na rede pública caiu 25% nos últimos dois anos. Em 2010, o Sistema Único de Saúde (SUS) registrou 154.919 internações decorrentes de complicações da hipertensão; em 2011, o número ficou em 136.633 e foi a 115.748 em 2012. Com isso, o Ministério da Saúde registrou a menor taxa de pessoas internadas para 100 mil habitantes nos últimos 10 anos. A taxa passou de 95,04 em 2002 para 59,67 no ano passado.

“Vários fatores influenciaram essa queda, como por exemplo investimento na atenção básica, mas nenhum foi tão expressivo como o Saúde não Tem Preço. O acesso aos medicamentos para hipertensão retirados pelo Farmácia Popular aumentaram sete vezes nesses dois anos e meio e isso permitiu a redução das internações hospitalares pela hipertensão” avaliou o ministro Alexandre Padilha durante divulgação dos dados.

Em janeiro de 2011, 304.235 brasileiros recorreram à rede para obter medicamentos com desconto para tratar a hipertensão. Com o início da gratuidade, em fevereiro de 2011, o número de atendimentos mensais disparou e foi a 2.162.192 em setembro de 2013. O Saúde Não Tem Preço é um dos destaques do Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis, lançado em 2011. A ação oferecegratuitamente seis remédios para controle da doença.

Hipertensão - A doença é mais comum entre as mulheres (26,9%) que entre os homens (21,3%) e também varia de acordo com a faixa etária e a escolaridade. Entre os brasileiros com mais de 65 anos de idade, 59,2% se declaram hipertensos, contra apenas 3,8% na faixa de 18 a 24 anos e 8,8% de 25 a 34 anos.

Já o tempo médio de ensino é inversamente proporcional à hipertensão: quanto maior a escolaridade, menor a taxa. Entre aqueles com até oito anos de educação formal, 37,8% de hipertensão; na outra ponta, com 12 anos ou mais de ensino, o percentual fica em 14,2%.

Farmácia popular - Com a expansão da cobertura através de convênios com farmácia privadas pelo Aqui tem Farmácia Popular, a rede conta com mais de 23.102 farmácias conveniadas, além de 546 unidades próprias. Unidades estão presentes em 3.742 cidades. Destas, 1.324 são de extrema pobreza. Em 2011, eram apenas 578 municípios cobertos.

Para retirar os medicamentos, basta apresentar o documento de identidade, CPF e receita médica dentro do prazo de validade. A receita pode ser emitida tanto por um profissional do SUS quanto por um por médico que atende em hospitais ou clínicas privados.

DADOS DE HIPERTESÃO ARTERIAL POR CAPITAL ( VIGITEL 2012)

Capitais/DF

Total %

Masculino %

Feminino %

Aracajú

26,6

24,9

28,1

Belém

17,9

16,7

19,0

Belo Horizonte

25,9

23,9

27,7

Boa Vista

16,6

17,0

16,2

Campo Grande

25,9

23,3

28,3

Cuiabá

25,2

20,9

29,2

Curitiba

24,2

21,2

26,8

Florianópolis

21,7

19,1

24,1

Fortaleza

20,8

18,0

23,2

Goiânia

22,9

20,3

25,2

João Pessoa

25,7

21,4

29,2

Macapá

19,3

14,6

23,7

Maceió

26,7

23,3

29,4

Manaus

19,0

16,2

21,6

Natal

24,8

20,3

28,5

Palmas

17,2

17,1

17,4

Porto Alegre

26,2

23,3

28,6

Porto Velho

18,9

14,8

23,2

Recife

26,9

22,5

30,4

Rio Branco

22,4

18,2

26,1

Rio de Janeiro

29,7

25,4

33,2

Salvador

25,7

23,7

27,4

São Luís

18,2

14,9

20,9

São Paulo

23,5

20,0

26,6

Teresina

20,9

19,4

22,0

Vitória

24,7

22,5

26,5

Distrito Federal

23,9

24,0

23,8

 

Fonte: Fabiane Schmidt / Agência Saúde

Ministério da Saúde promove Seminário 10 anos da Política de Humanização do SUS

Blog da Saúde - ter, 05/11/2013 - 14:15

Em 2013, o governo federal celebra 10 anos da criação de importantes políticas sociais, como o Bolsa Família. Na área da saúde, se comemoram os 10 anos de  atuação do HumanizaSUS. E para analisar sua trajetória e o papel de suas diretrizes na melhoria da atenção e gestão do Sistema Único de Saúde (SUS), o Ministério da Saúde convoca gestores, trabalhadores e usuários a participar do Seminário 10 anos da Política Nacional de Humanização. A atividade acontecerá no dia 28 de novembro, na sede da Organização Panamericana da Saúde (OPAS) e poderá ser assistida online, na Sala de Eventos da Rede HumanizaSUS.

A abertura, prevista para as 9h, contará com a presença do Secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde Helvécio Miranda, e os gestores da OPAS, do Programa Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Conselho Nacional de Secretários de Saúde, Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde, Conselho Nacional de Saúde e PNH. O atual gestor da PNH, Gustavo Nunes de Oliveira vai debater com os ex-coordenadores da Política  Regina Benevides, Angela Pisteli,  Adail Rollo e Dário Pasche durante a Ágora dos 10 anos: a gestão da PNH e seu projeto ético-estético-político na máquina de Estado.

O que gestores, trabalhadores e usuários mostram do SUS que dá certo será tema de outro momento do Seminário, quando apoiadores da PNH vão debater as diferentes realidades da humanização do SUS pelo Brasil, com base nas avaliações realizadas durante o Concurso Cultural Somos Parte do SUS que dá certo. Haverá a entrega de certificado aos 30 finalistas e divulgadas as 10 experiências de humanização do SUS que vão compor o novo vídeo institucional da PNH. Duas experiências de cada região brasileira foram selecionadas dentre as mais de 280 inscritas. Espera-se que elas possam fomentar novos modos de fazer saúde, com base nos princípios do SUS, considerando as especificidades locais e regionais.

Também estão previstos o lançamento de diferentes ferramentas para auxiliar a humanização do SUS, tais como o monitoramento online das ações, via Rede HumanizaSUS, e dois novos volumes do Cadernos HumanizaSUS, sobre Saúde Mental e Parto Humanizado. “É preciso dar visibilidade às boas práticas, discuti-las, e apresentar ao SUS novas ferramentas de trabalho que auxiliem na melhoria do acesso dos usuários ao SUS de qualidade”, afirmou o coordenador da PNH Gustavo Nunes de Oliveira.

Sobre a Política Nacional de Humanização – A PNH foi lançada em 2003,  para  transformar  a relação entre gestores, trabalhadores e usuários do SUS, de modo que cada um deles se reconheça como parte do SUS  e contribuam para suas melhorias.  Com um grupo de apoiadores atuando em todo o território nacional, o trabalho da PNH se baseia no apoio institucional às Secretarias Municipais de Saúde (SMS), Secretarias Estaduais de Saúde (SES), Hospitais e Coletivos de Humanização , além da  formação de gestores, trabalhadores e usuários.

Acolhimento, gestão participativa e cogestão, clínica ampliada, valorização do trabalhador, defesa dos direitos dos usuários e ambiência são as diretrizes que embasam a PNH e se materializam nos serviços de saúde por meio de  diferentes dispositivos para se melhorar a atenção e o trabalho em saúde: Acolhimento com classificação de risco (que inverte a lógica de atendimento por ordem de chegada, mas de acordo com a vulnerabilidade e o risco do usuário do SUS), colegiados gestores (que democratizam as decisões), garantia de visita aberta e direito ao acompanhante, projetos de ambiência que contam com a experiência cotidiana dos trabalhadores para as reformas da infraestrutura do serviço de saúde, entre outros.

Serviço:
Seminário 10 anos da Política Nacional de Humanização
28 de novembro de 2013, quinta – feira
09h às 17h  em Brasília – DF
Transmissão online – www.redehumanizasus.net

Fonte: HumanizaSUS

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