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Ministro da Saúde participa de campanha em defesa do SUS e fortalecimento do controle social

Blog da Saúde - qua, 06/11/2013 - 17:01

Faça parte do SUS e ajude a construir essa história! Esse foi o mote da Campanha Nacional em Defesa do SUS e Fortalecimento do Controle Social lançada nesta quarta-feira (06) e que contou com a participação do ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Realizada pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS) no contexto dos 25 anos do Sistema Único de Saúde (SUS), a campanha busca o apoio de toda a sociedade brasileira para defender o projeto de um SUS universal, integral e de qualidade para todos através, principalmente, do fortalecimento e visibilidade maior dos conselhos de saúde.

“Abrace o SUS e a saúde de qualidade para todo o povo brasileiro”, disse o ministro em apoio à campanha e ao fortalecimento do controle social. Confira abaixo o vídeo do ministro no lançamento da campanha:

A presidenta do Conselho Nacional de Saúde (CNS), Maria do Socorro, enfatizou que a campanha não é apenas para fortalecer os órgãos do SUS. “À medida que a gente põe a campanha na rua, nós estamos ampliando a pauta da saúde para toda sociedade. Queremos a participação do cidadão comum”, explica Socorro. Confira a fala da presidenta sobre a importância da participação dos cidadãos:

 Conselhos de saúde – Os conselhos de Saúde têm como missão a deliberação, fiscalização, acompanhamento e monitoramento das políticas públicas de saúde. Formados por entidades e movimentos sociais de usuários, prestadores de serviços, gestores e profissionais de saúde, os Conselhos são divididos em municipais, estaduais e nacional. Todos agregando cidadãos brasileiros em um esforço coletivo pela melhoria da nossa saúde e pela defesa e o aprimoramento do SUS. Procure o Conselho de Saúde de sua cidade ou acesse www.conselho.saude.gov.br e participe.

Lucas Leon / Blog da Saúde

#EntrevistaMS | Ministro da Saúde fala do Mais Médicos em entrevista à rádio de Mauá (SP)

Blog da Saúde - qua, 06/11/2013 - 16:34

O Mais Médicos foi tema de entrevista do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, ao programa de rádio Revista Z, da cidade de Mauá (SP), nesta quarta-feira (06). O ministro falou da importância da presença do profissional médico ao lado da comunidade para a melhoria da saúde da população.

“Com a presença do médico até a estrutura começa a melhorar mais rapidamente. Temos novas unidades básicas de saúde em construção em Mauá, outras sendo ampliadas e reformadas com o recursos do Ministério da Saúde. Não tenho nenhuma dúvida de que a presença do médico do Mais Médicos vai fazer com que os municípios acelerem a execução dessa obra, dando também mais estrutura de saúde para nossa população”, afirmou Padilha.

Além do ministro da Saúde, participaram também do programa de rádio o médico cubano Dr. Norberto Rosello Palma, que já está na cidade pelo Mais Médicos, e Iacy Millone, gestora da atenção básica da Secretaria de Saúde de Mauá.

Confira a participação do ministro na rádio Revista Z, de Mauá (SP):

#AgendaMS | Médicos cubanos chegam a Belo Horizonte (MG) nesta quinta-feira (7)

Blog da Saúde - qua, 06/11/2013 - 14:36

Um novo grupo de médicos cubanos que participarão do Programa Mais Médicos chega a Belo Horizonte (MG) nesta quinta-feira (7). Os profissionais desembarcam no Aeroporto Internacional de Confins às 6h30. Eles ficarão concentrados na capital mineira durante três semanas, participando do módulo de acolhimento e avaliação do programa.

Ao todo, 3.000 médicos cubanos chegam ao País até a próxima semana para ocupar vagas ociosas da segunda etapa do Mais Médicos. Além de Belo Horizonte, eles ficarão em outras quatro capitais para a realização do módulo de acolhimento e avaliação: Brasília (DF), Fortaleza (CE), Vitória (ES) e São Paulo (SP). A aprovação no curso é condição para a emissão do registro profissional provisório pelo Ministério da Saúde, sem o qual os médicos estrangeiros não podem atuar no Brasil.

Chegada de médicos cubanos a Belo Horizonte (MG)
Data: 7/11 (quinta-feira)
Horário: 6h30
Local: Aeroporto Internacional de Confins

Fonte: Agência Saúde

Ministério da Saúde alerta para acidentes com animais peçonhentos

Blog da Saúde - qua, 06/11/2013 - 13:46

Foto: Thiago Mamede/ Funed

Com a chegada das chuvas aumenta o risco de acidentes com animais peçonhentos, como escorpiões, aranhas e serpentes. Entre novembro de 2012 e março de 2013, temporada de chuvas na maior parte do país, foram registrados 71.217 acidentes e 144 mortes. Em comparação com o mesmo período do ano anterior (novembro de 2011 a março 2012) houve um acréscimo de quase 6% no número de acidentes com estes animais e 9% em relação a óbitos. Neste período, foram notificados 67.197 casos deste tipo e 132 óbitos.  Em todo o ano passado, foram notificados 143.658 acidentes e 273 mortes.

Os escorpiões são os responsáveis pela maior ocorrência destes acidentes no Brasil. Quase metade das notificações do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) é devido a estes animais. Em 2012, houve 65.008 casos de acidentes por escorpiões, ou seja, 45% do total notificado no ano. As serpentes causaram 20% dos acidentes, 18% foram pelas aranhas, 7% pelas abelhas, 3% pelas lagartas e 7% por outros animais. Dados preliminares de 2013 apontam 99,5 mil notificações de janeiro a setembro.

Com as chuvas, os animais peçonhentos são obrigados a sair dos seus esconderijos e a procurar novo abrigo, tanto em áreas urbanas quanto rurais. Assim, não é difícil encontra-los nas proximidades das casas, jardins e parques. O processo de urbanização também tem levado ao aumento da exposição a estes animais. O escorpião, por exemplo, se alimenta de baratas, portanto sobrevive em ambientes urbanos com facilidade. Além disso, o depósito e acumulo de lixo, entulhos e materiais de construção junto às habitações podem servir de abrigo para os animais peçonhentos.

Prevenção - A melhor forma de evitar acidentes é adotar medidas de prevenção. Por isso, o Ministério da Saúde recomenda manter a casa e a área ao redor limpas, uma vez que o lixo e entulhos podem servir de abrigo para muitos destes animais. Também é importante ficar atento à limpeza de armários, já que ambientes escuros e úmidos servem de esconderijos para aranhas e escorpiões. Vedar frestas e buracos em paredes, assoalhos, forros, meias-canas e rodapé, além de utilizar telas e vedantes em portas, janelas e ralos são outras formas de evitar a presença dos animais peçonhentos. Moradores de área rural e trabalhadores da agricultura não podem deixar de usar luvas e botas ao entrar em matas ou plantações.

Os animais peçonhentos injetam veneno pelo ferrão, dente, aguilhão e cerda urticante. Dependendo da espécie do animal, os acidentes podem até levar a morte, caso a pessoa não seja socorrida e tratada adequadamente, quando necessário, com soro específico. O Ministério da Saúde distribui soros antipeçonhentos para todo o país, que está disponível na rede do Sistema Único de Saúde (SUS). A identificação do animal responsável pelo acidente facilita o diagnóstico e o tratamento.

Cuidados - O Ministério da Saúde alerta para os cuidados que as pessoas devem ter, além das medidas básicas de prevenção. Em caso de acidente, a pessoa deve ser encaminhada, o mais rápido possível, para o hospital. Durante o socorro, tem que se mover o mínimo possível. O membro atingido deve ser colocado numa posição mais elevada em relação ao corpo e o local da picada pode ser lavado apenas com água e sabão. Não é recomendável amarrar o membro acidentado, nem sugar o ferimento com a boca. Também não é indicada a aplicação de qualquer tipo de substancia (pó de café, álcool, urina, entre outros) na lesão. No momento do atendimento, é importante informar ao profissional de saúde o máximo possível de características do animal, como espécie, cor e tamanho.

Mais informações podem ser obtidas no Portal da Saúde.

 

Fonte: Carlos Américo / Agência Saúde

Saúde destina R$ 36,5 milhões ao Paraná para urgência e emergência

Blog da Saúde - qua, 06/11/2013 - 13:35

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, assinou portaria que aprova a segunda etapa do Plano de Ação da Rede de Atenção às Urgências do Estado do Paraná. A portaria, publicada nesta quarta-feira (6) no Diário Oficial da União, também destina R$ 36,5 milhões para a ampliação e qualificação dos serviços de saúde de nove municípios do estado (Apucarana, Arapongas, Cambé, Cornélio Procópio, Ibiporã, Ivaiporã, Jacarezinho, Londrina e Rolândia).

O objetivo é investir na organização dos serviços de saúde para melhorar o atendimento da população realizado nas urgências e emergências. Este é o segundo plano destinado ao Paraná. O primeiro foi aprovado no ano passado e abrange Curitiba e as cidades da região metropolitana.

Os recursos previstos nesta portaria são destinados à habilitação de novos leitos de unidades de terapia intensiva (UTI), para unidade de terapia intensiva coronariana (UCO), qualificação de unidades de pronto-atendimento, habilitação e qualificação de centrais de regulação e também para unidades do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). Os recursos também podem ser aplicados em salas de estabilização e habilitação de equipes de atenção domiciliar.

Organização – A Rede de Atenção às Urgências foi criada visando o  atendimento aos usuários com quadros agudos, que deve ser prestado por todas as portas de entrada dos serviços de saúde do SUS. A organização da Rede de Atenção às Urgências tem como finalidade articular e integrar, no âmbito do SUS, todos os equipamentos de saúde. O objetivo é ampliar e qualificar o acesso humanizado e integral aos usuários em situação de urgência nos serviços de saúde, de forma ágil e oportuna.

Fonte: Ubirajara Rodrigues / Agência Saúde

Hospital Regional Público do Araguaia, em Redenção (PA), terá Estação BVS

Blog da Saúde - qua, 06/11/2013 - 10:20

Os gestores e profissionais de saúde de Redenção terão mais um instrumento de auxílio à tomada de decisão com a instalação da Estação Biblioteca Virtual em Saúde (Estação BVS) no Hospital Regional Público do Araguaia, no município de Redenção, no estado do Pará.

Esta Estação é a 100ª (centésima) a ser contemplada pelo Projeto BVS Brasil e a 5ª a ser inaugurada no estado do Pará.

O objetivo do projeto é ampliar o acesso à informação em saúde. A Estação BVS do Hospital Regional Público do Araguaia poderá subsidiar a tomada de decisão de gestores e profissionais de saúde no município e região.

Por meio de computadores conectados à internet, os usuários poderão consultar 21 milhões de documentos técnico-científicos gerados por instituições acadêmicas e pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O material, entre artigos, periódicos e monografias, está disponível na Biblioteca Virtual em Saúde (BVS).

Além de gestores e profissionais, a Estação se destina a pesquisadores e interessados em geral. A fim de orientar quanto à utilização integral das ferramentas, a Estação BVS contará com profissionais capacitados para atender a comunidade e atuar como agentes multiplicadores de informação.

Capacitação – Após a instalação, haverá capacitação sobre como pesquisar nas fontes de informação disponíveis na BVS. Os participantes aprenderão como acessar os documentos, fazer uma pergunta de pesquisa e localizar a melhor informação para respondê-la. O curso é essencialmente prático, com ênfase na metodologia de busca e análise crítica da informação baseada em evidências e exercícios de fixação.

Na BVS Saúde Pública Brasil, o usuário pode acessar informação científica e técnica em saúde pública, como legislação estadual e municipal, modelos de ação, notícias e promoção da participação da comunidade. Na BVS do Ministério da Saúde, o usuário encontra dicas em saúde, datas importantes e legislação vigente, além de políticas, programas e ações. Também pode pesquisar diretórios de siglas e termos utilizados na gestão federal do SUS, por meio do Projeto de Terminologia da Saúde. Já a BVS Brasil tem o objetivo de reunir todas as iniciativas brasileiras de desenvolvimento da BVS e integrar as redes de fontes de informação em saúde.

A Estação BVS é um componente da Rede de Bibliotecas e Unidades de Informação Cooperantes da Saúde (Rede BiblioSUS), que dissemina a produção editorial do Ministério da Saúde e fomenta o debate, a interação, a pesquisa e a promoção da saúde. A Rede BiblioSUS possui mais de 150 centros cooperantes (unidades interligadas).

Esta unidade resulta de parceria do Hospital Regional Público do Araguaia, do município de Redenção/PA, com o Ministério da Saúde.

Estação BVS do Hospital Regional Público do Araguaia do município de Redenção/PA.

Cerimônia de instalação: 06.11.2013
Horário: 09:00 h.
Local: Auditório do Hospital Regional Público do Araguaia, Av. Brasil, s/nº, Setor Park dos Buritis, Redenção/PA.

Curso de Capacitação: 06.11.2013
Horário: 14:00 h.
Local: Auditório do Hospital Regional Público do Araguaia, Av. Brasil, s/nº, Setor Park dos Buritis, Redenção/PA.

Serviço:
Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde: www.saude.gov.br/bvs
Estação Biblioteca Virtual em Saúde: http://estacaobvs.saude.gov.br
Biblioteca Virtual em Saúde Brasil: http://brasil.bvs.br
Rede BiblioSUS: www.saude.gov.br/bibliosus

 Fonte: Rede BiblioSUS

Alimentação adequada pode melhorar os sintomas da gastrite, afirma médico

Blog da Saúde - qua, 06/11/2013 - 09:20

Foto: Ocean/Corbis

Mal estar, sensação de queimação, dor incômoda no alto da barriga, enjoos e indigestão. Esses são alguns sinais de gastrite, inflamação da mucosa do estômago. “Ela pode ser diagnosticada pelo exame de endoscopia. O sintoma mais comum é a dor e queimação no abdômen”, explica André Nazar, gastroenterologista do Hospital Federal dos Servidores do Estado (RJ). Quem sofre com a doença deve ter muito cuidado com o cardápio, pois a ingestão de determinados alimentos podem agravar a situação.

Uma dieta equilibrada é fundamental. Ela pode, além de diminuir os incômodos sintomas, aumentar a qualidade de vida. “Após o diagnóstico, é fundamental adotar algumas restrições alimentares. Devem ser evitados alimentos ácidos como o abacaxi, limão, laranja e lima – e também refrigerantes e café. Eles ajudam a agravar a acidez e sensação de queimação no estômago”, orienta a profissional.

Antes de iniciar qualquer reeducação alimentar, é fundamental consultar um médico para avaliar o quadro geral de saúde. É importante lembrar que as dietas muitas vezes devem ser feitas com auxílio de medicamentos – dependendo da gravidade do caso.

Estresse faz mal ao estômago – Nazar diz que há um tipo de gastrite ligada ao estresse, a gastrite nervosa. “Pessoas muito estressadas se alimentam mal, dormem pouco e passam por várias situações conflitantes durante o dia. Com isso, quem não se dedica corretamente à alimentação sofre mais com os sintomas. Esses indivíduos acabam comendo mais besteiras, não seguem uma rotina alimentar e isso favorece na diminuição dos estímulos e células digestivas, propiciando a má digestão e sensação de mal estar”, alerta.

Curiosidade – O cigarro potencializa os sinais da gastrite. O ato de fumar aumenta a produção de ácido no estômago, por ter ação deletéria sobre todos os órgãos do aparelho digestivo. O tabaco é um agente que causa irritação local, assim como altera a formação dos dentes e a mucosa oral, prejudicando a digestão que começa na boca com o mastigar dos alimentos.

Fonte: Érica Santos / Agência Saúde

HTLV, o parente desconhecido do HIV

Blog da Saúde - ter, 05/11/2013 - 17:32

Foto: Sciepro/Science Photo Library/Corbis

Você já ouviu falar do vírus HTLV? Apesar de ter impactos menores que o HIV, também é preciso se cuidar contra esse outro vírus sexualmente transmitido. A Infecção pelo Vírus T-linfotrópico humano (HTLV) é causada por um retrovírus transmitido do mesmo jeito que o HIV, que ataca o sistema imunológico e também não pode ser eliminado do corpo. Menos agressivo que o HIV, o HLTV na maioria das vezes não se manifesta. Apenas 3% a 5% dos infectados desenvolvem alguma patologia grave com o vírus.

As duas principais doenças que o HTLV causa são a leucemia de célula T e a paraparesia espástica tropical. Essa última pode ocasionar a perda dos movimentos da cintura para baixo. De origens neurológicas, elas costumam trazer graves problemas aos pacientes.

A transmissão ocorre de diferentes formas, incluindo a transmissão vertical, ou seja, da mãe para o filho, através da via transplacentária ou pela amamentação; pelo contato sexual sem proteção; pelo compartilhamento de seringas contaminadas e por transfusões de sangue infectado. Essa última forma de transmissão é rara, já que toda bolsa de sangue é testada. “Nosso maior desafio é evitar a transmissão de mãe para filho”, explica a presidente da ONG Vitamore, Sandra do Valle, que atua com os portadores do vírus. Recomenda-se que as mães portadoras do HTLV evitem amamentar.

Com maior prevalência na Bahia, o HTLV tem se manifestado também com mais força no Rio de Janeiro, Pará e Rio Grande do Sul. Por motivo ainda desconhecido, os coquetéis retrovirais que combatem o HIV não funcionam com o HTLV, apesar de também ser um retrovírus. “Como ele não tem medicação própria, é mais difícil evitar as doenças oportunistas”, explica Sandra, que aponta a tuberculose como uma preocupação dos portadores. As doenças oportunistas são aquelas que aparecem nas pessoas que estão com o sistema imunológico fragilizado.

Mesmo sem medicação própria, Sandra do Valle explica que há como conter o avanço da doença, caso ela venha se manifestar, com medidas não medicamentosas. “A pessoa pode estabilizar a doença e evitar que ela se agrave mudando seus hábitos. Ter uma boa alimentação, fazer alguma atividade física, e também uma fisioterapia adequada”, relata a presidente da ONG Vitamore.

Sandra decidiu montar a ONG após descobrir que era portadora do HTLV. Segundo ela, o mais difícil no começo foi a falta de informação. Por isso, decidiu saber tudo sobre a doença. “Minha saúde está estável, meus exames neurológicos são excelentes, faço visita ao meu médico de 3 em 3 meses para avaliação, e posso dizer que no momento estou assintomática”, comemora Sandra, que passou a ter uma alimentação diferenciada e fazer exercícios, e hoje ajuda os que passam pela mesmo dificuldade.

Lucas Leon / Blog da Saúde

#MaisMédicos | 1.872 profissionais cubanos chegam a Brasília

Blog da Saúde - ter, 05/11/2013 - 15:20

Foto: Karina Zambrana – ASCOM/MS

Os três mil médicos cubanos que vão ocupar as vagas ociosas da segunda etapa do Programa Mais Médicos começaram a chegar ao Brasil nesta segunda-feira (4). O primeiro grupo com 215 profissionais desembarcou em Brasília às 22h e foi recebido pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, no Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek. Ao todo, serão 1.872 médicos chegando à capital federal até a próxima semana, onde participarão do módulo de acolhimento e avaliação sobre saúde pública e língua portuguesa.

“Eles ficarão quatro semanas em processo permanente de avaliação antes de iniciar o trabalho nas unidades de saúde”, explicou o ministro na recepção aos profissionais. “É um período em que terão uma verdadeira imersão no sistema de saúde do brasileiro para depois começar a atuar”, destacou Padilha.

O ministro também ressaltou que a chegada dos médicos nos municípios em que há necessidade desses profissionais ajuda a promover melhorias em infraestrutura. “Temos acompanhado situações em que o médico, ao chegar, estimula o município a acelerar a execução das obras de reforma, de ampliação e de equipamento das Unidades Básicas de Saúde, ou seja, a chegada desses profissionais também vem estimulando os municípios a ampliar a estrutura e a aproveitar os recursos que o Ministério da Saúde já fornece para melhorar o atendimento à população”, afirmou.

Além de Brasília, outras quatro capitais receberão os médicos: Vitória (ES), que concentrará um grupo de 400 profissionais; São Paulo (SP), com 300 médicos; Fortaleza (CE), com 236 médicos; e Belo Horizonte, que reunirá 192 profissionais. Todos devem desembarcar nesses locais, onde cursam o módulo de avaliação e acolhimento do programa, até o final da próxima semana.

A aprovação na etapa de avaliação é condição para a emissão do registro profissional provisório pelo Ministério da Saúde, sem o qual os médicos estrangeiros não podem atuar no Brasil. Além das três semanas de curso nessas cinco capitais, os profissionais ficam em treinamento por uma semana nos estados onde vão atuar. Durante esse período, eles estudam as doenças mais comuns da região e conhecem a estrutura hospitalar e de emergência da rede pública.

“A expectativa é muito boa. Estamos dispostos a ir a todos os municípios para prestar os serviços necessários”, disse o médico Hector Nunes, um dos integrantes do grupo que chegou noite passada a Brasília. Já o médico Ariel Hernandez falou sobre a satisfação em fazer parte do programa. “Vamos trabalhar nos lugares mais distantes do Brasil na prevenção de doenças. Estou muito feliz”, afirmou.

Em dezembro, este novo grupo deverá ser encaminhados às cidades para atender a população. A distribuição dos médicos cubanos nos municípios segue critérios técnicos, dando igual prioridade às cidades em que é maior a parcela de pessoas dependente completamente do atendimento ofertado pelo SUS e àquelas com alto percentual da população em situação de pobreza, conforme classificação do IBGE.

Balanço – Com a chegada de mais 3.000 médicos cubanos, o programa chegará ao final de 2013 com mais de 6,6 mil profissionais atuando. O Mais Médicos, que hoje já atinge 12,6 milhões de brasileiros, vai impactar, já em seu primeiro ano, na assistência em saúde de mais de 22,7 milhões de pessoas. A meta do Governo Federal é atender a demanda por 13 mil médicos até final de março de 2014. Uma nova etapa de seleção individual será aberta em dezembro.

Atualmente, 3.664 profissionais participam do programa, sendo 819 brasileiros e 2.845 estrangeiros. Esses médicos estão atendendo a população de 1.098 municípios e 19 distritos indígenas, a maioria deles no Norte e Nordeste do país. O Ministério da Saúde concedeu registro a 2.514 médicos estrangeiros participantes do programa nas últimas duas semanas. Outros nomes serão publicados nesta semana.

Sobre o programa – Lançado em 8 de julho pelo Governo Federal, o Mais Médicos faz parte de um amplo pacto de melhoria do atendimento aos usuários do SUS, com objetivo de acelerar os investimentos em infraestrutura nos hospitais e unidades de saúde e ampliar o número de médicos nas regiões carentes do país.

Os profissionais do programa recebem bolsa de R$ 10 mil por mês e ajuda de custo pagos pelo Ministério da Saúde. Os municípios ficam responsáveis por garantir alimentação e moradia aos selecionados. Como definido desde o lançamento, os brasileiros têm prioridade no preenchimento dos postos apontados e as vagas remanescentes são oferecidas aos estrangeiros.

Todos os profissionais cursam durante sua participação no Mais Médicos especialização em atenção básica, oferecida pela Universidade Aberta do SUS (Una-SUS), na modalidade de educação a distância. O acompanhamento das atividades acadêmicas desses médicos é feito por tutores e supervisores vinculados às universidades públicas que aderiram ao programa.

Confira o vídeo do Canal Saúde:

Fonte: Newton Palma / Agência Saúde

Hipertensão atinge 24,3% da população adulta

Blog da Saúde - ter, 05/11/2013 - 14:26

Foto: Romulic-Stojcic/Corbis

Quase um quarto dos brasileiros adultos tem de enfrentar a hipertensão, mas o maior controle da doença tem diminuído fortemente o número de complicações ligadas à doença, que chegaram em 2012 ao menor patamar dos últimos 10 anos. De acordo com a pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico – Vigitel 2012, 24,3% da população têm hipertensão arterial, contra 22,5% em 2006, ano em que foi realizada a primeira pesquisa.

Por outro lado, o número de pessoas que precisou ser internado na rede pública caiu 25% nos últimos dois anos. Em 2010, o Sistema Único de Saúde (SUS) registrou 154.919 internações decorrentes de complicações da hipertensão; em 2011, o número ficou em 136.633 e foi a 115.748 em 2012. Com isso, o Ministério da Saúde registrou a menor taxa de pessoas internadas para 100 mil habitantes nos últimos 10 anos. A taxa passou de 95,04 em 2002 para 59,67 no ano passado.

“Vários fatores influenciaram essa queda, como por exemplo investimento na atenção básica, mas nenhum foi tão expressivo como o Saúde não Tem Preço. O acesso aos medicamentos para hipertensão retirados pelo Farmácia Popular aumentaram sete vezes nesses dois anos e meio e isso permitiu a redução das internações hospitalares pela hipertensão” avaliou o ministro Alexandre Padilha durante divulgação dos dados.

Em janeiro de 2011, 304.235 brasileiros recorreram à rede para obter medicamentos com desconto para tratar a hipertensão. Com o início da gratuidade, em fevereiro de 2011, o número de atendimentos mensais disparou e foi a 2.162.192 em setembro de 2013. O Saúde Não Tem Preço é um dos destaques do Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis, lançado em 2011. A ação oferecegratuitamente seis remédios para controle da doença.

Hipertensão - A doença é mais comum entre as mulheres (26,9%) que entre os homens (21,3%) e também varia de acordo com a faixa etária e a escolaridade. Entre os brasileiros com mais de 65 anos de idade, 59,2% se declaram hipertensos, contra apenas 3,8% na faixa de 18 a 24 anos e 8,8% de 25 a 34 anos.

Já o tempo médio de ensino é inversamente proporcional à hipertensão: quanto maior a escolaridade, menor a taxa. Entre aqueles com até oito anos de educação formal, 37,8% de hipertensão; na outra ponta, com 12 anos ou mais de ensino, o percentual fica em 14,2%.

Farmácia popular - Com a expansão da cobertura através de convênios com farmácia privadas pelo Aqui tem Farmácia Popular, a rede conta com mais de 23.102 farmácias conveniadas, além de 546 unidades próprias. Unidades estão presentes em 3.742 cidades. Destas, 1.324 são de extrema pobreza. Em 2011, eram apenas 578 municípios cobertos.

Para retirar os medicamentos, basta apresentar o documento de identidade, CPF e receita médica dentro do prazo de validade. A receita pode ser emitida tanto por um profissional do SUS quanto por um por médico que atende em hospitais ou clínicas privados.

DADOS DE HIPERTESÃO ARTERIAL POR CAPITAL ( VIGITEL 2012)

Capitais/DF

Total %

Masculino %

Feminino %

Aracajú

26,6

24,9

28,1

Belém

17,9

16,7

19,0

Belo Horizonte

25,9

23,9

27,7

Boa Vista

16,6

17,0

16,2

Campo Grande

25,9

23,3

28,3

Cuiabá

25,2

20,9

29,2

Curitiba

24,2

21,2

26,8

Florianópolis

21,7

19,1

24,1

Fortaleza

20,8

18,0

23,2

Goiânia

22,9

20,3

25,2

João Pessoa

25,7

21,4

29,2

Macapá

19,3

14,6

23,7

Maceió

26,7

23,3

29,4

Manaus

19,0

16,2

21,6

Natal

24,8

20,3

28,5

Palmas

17,2

17,1

17,4

Porto Alegre

26,2

23,3

28,6

Porto Velho

18,9

14,8

23,2

Recife

26,9

22,5

30,4

Rio Branco

22,4

18,2

26,1

Rio de Janeiro

29,7

25,4

33,2

Salvador

25,7

23,7

27,4

São Luís

18,2

14,9

20,9

São Paulo

23,5

20,0

26,6

Teresina

20,9

19,4

22,0

Vitória

24,7

22,5

26,5

Distrito Federal

23,9

24,0

23,8

 

Fonte: Fabiane Schmidt / Agência Saúde

Ministério da Saúde promove Seminário 10 anos da Política de Humanização do SUS

Blog da Saúde - ter, 05/11/2013 - 14:15

Em 2013, o governo federal celebra 10 anos da criação de importantes políticas sociais, como o Bolsa Família. Na área da saúde, se comemoram os 10 anos de  atuação do HumanizaSUS. E para analisar sua trajetória e o papel de suas diretrizes na melhoria da atenção e gestão do Sistema Único de Saúde (SUS), o Ministério da Saúde convoca gestores, trabalhadores e usuários a participar do Seminário 10 anos da Política Nacional de Humanização. A atividade acontecerá no dia 28 de novembro, na sede da Organização Panamericana da Saúde (OPAS) e poderá ser assistida online, na Sala de Eventos da Rede HumanizaSUS.

A abertura, prevista para as 9h, contará com a presença do Secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde Helvécio Miranda, e os gestores da OPAS, do Programa Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Conselho Nacional de Secretários de Saúde, Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde, Conselho Nacional de Saúde e PNH. O atual gestor da PNH, Gustavo Nunes de Oliveira vai debater com os ex-coordenadores da Política  Regina Benevides, Angela Pisteli,  Adail Rollo e Dário Pasche durante a Ágora dos 10 anos: a gestão da PNH e seu projeto ético-estético-político na máquina de Estado.

O que gestores, trabalhadores e usuários mostram do SUS que dá certo será tema de outro momento do Seminário, quando apoiadores da PNH vão debater as diferentes realidades da humanização do SUS pelo Brasil, com base nas avaliações realizadas durante o Concurso Cultural Somos Parte do SUS que dá certo. Haverá a entrega de certificado aos 30 finalistas e divulgadas as 10 experiências de humanização do SUS que vão compor o novo vídeo institucional da PNH. Duas experiências de cada região brasileira foram selecionadas dentre as mais de 280 inscritas. Espera-se que elas possam fomentar novos modos de fazer saúde, com base nos princípios do SUS, considerando as especificidades locais e regionais.

Também estão previstos o lançamento de diferentes ferramentas para auxiliar a humanização do SUS, tais como o monitoramento online das ações, via Rede HumanizaSUS, e dois novos volumes do Cadernos HumanizaSUS, sobre Saúde Mental e Parto Humanizado. “É preciso dar visibilidade às boas práticas, discuti-las, e apresentar ao SUS novas ferramentas de trabalho que auxiliem na melhoria do acesso dos usuários ao SUS de qualidade”, afirmou o coordenador da PNH Gustavo Nunes de Oliveira.

Sobre a Política Nacional de Humanização – A PNH foi lançada em 2003,  para  transformar  a relação entre gestores, trabalhadores e usuários do SUS, de modo que cada um deles se reconheça como parte do SUS  e contribuam para suas melhorias.  Com um grupo de apoiadores atuando em todo o território nacional, o trabalho da PNH se baseia no apoio institucional às Secretarias Municipais de Saúde (SMS), Secretarias Estaduais de Saúde (SES), Hospitais e Coletivos de Humanização , além da  formação de gestores, trabalhadores e usuários.

Acolhimento, gestão participativa e cogestão, clínica ampliada, valorização do trabalhador, defesa dos direitos dos usuários e ambiência são as diretrizes que embasam a PNH e se materializam nos serviços de saúde por meio de  diferentes dispositivos para se melhorar a atenção e o trabalho em saúde: Acolhimento com classificação de risco (que inverte a lógica de atendimento por ordem de chegada, mas de acordo com a vulnerabilidade e o risco do usuário do SUS), colegiados gestores (que democratizam as decisões), garantia de visita aberta e direito ao acompanhante, projetos de ambiência que contam com a experiência cotidiana dos trabalhadores para as reformas da infraestrutura do serviço de saúde, entre outros.

Serviço:
Seminário 10 anos da Política Nacional de Humanização
28 de novembro de 2013, quinta – feira
09h às 17h  em Brasília – DF
Transmissão online – www.redehumanizasus.net

Fonte: HumanizaSUS

#MaisMédicos | Confira como foi a chegada dos profissionais cubanos a Brasília

Blog da Saúde - ter, 05/11/2013 - 13:32

Foto: Karina Zambrana – ASCOM/MS

Ao longo dessa semana, três mil médicos cubanos desembarcam no Brasil para atuar pelo Programa Mais Médicos. Os profissionais irão ocupar as vagas ociosas da segunda etapa do programa.  Desses, 470 desembarcaram em Brasília (DF) nos dois voos da madrugada desta segunda-feira (04) para terça-feira (05). O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, foi receber os 215 primeiros no Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek.

“Eu tenho acompanhado situações onde a chegada do médico estimula o município a acelerar a execução das obras de reforma, ampliação, e construção das Unidades Básicas de Saúde”, comentou Padilha.

Além de Brasília, Vitória (ES), São Paulo (SP), Fortaleza (CE) e Belo Horizonte(MG) também recebem médicos cubanos durante a semana. Após um processo de avaliação, esses médicos serão encaminhados em dezembro às cidades para atender a população.

Em entrevista à imprensa, o ministro Alexandre Padilha explicou como serão as semanas de avaliação e imersão desses profissionais na realidade brasileira. Veja o vídeo:

No vídeo abaixo, o ministro fala como será a distribuição desses médicos pelo Brasil. Confira:

Assista o depoimento do médico cubano Ernesto Brinones sobre suas experiências em outras missões pelo mundo:

 

Lucas Leon / Blog da Saúde

Ministério da Saúde e Abia fecham acordo para reduzir teor de sódio em carnes e laticínios

Blog da Saúde - ter, 05/11/2013 - 13:04

O Ministério da Saúde e a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA) fecharam, nesta terça-feira (5), o quarto acordo para a redução do teor de sódio nos alimentos industrializados. Desta vez, o compromisso é pela diminuição desse ingrediente em laticínios, embutidos e refeições prontas, em até 68% ao longo dos próximos quatro anos.

O novo termo, assinado pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e pelo presidente da entidade, Edmundo Klotz, eleva para 16 o número de categorias de alimentos atingidas, que somadas representam 90% dos alimentos industrializados. “Nossa intenção é estimular e apostar na capacidade de inovação da indústria. Ela foi uma parceira nesse período para superar a meta de redução e já conseguimos retirar mais de 11 mil toneladas de sódio dos alimentos industrializados no país”, destacou o ministro.

Confira a apresentação da coletiva.

Com a inclusão dos três novos grupos, a meta global do acordo passa a ser retirar 28 mil toneladas de sódio até 2020. Desde 2011, a estimativa é que 11,3 mil toneladas tenham sido retiradas dos produtos como bisnaguinhas, massas instantâneas, bolos prontos, biscoitos e caldos.

O sódio está presente no sal de cozinha e em produtosindustrializados. Seu consumo em excesso está associado a uma série de doenças, sobretudo à hipertensão arterial. A doença, segundo o novo levantamento Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico – Vigitel 2012, atinge 24,3% dos brasileiros hoje.

“Somos o segundo maior produtor de alimentos no mundo, maior gerador de renda desse país e nós precisamos desenvolver cada vez o valor agregado, a exemplo de iniciativas como essa proposta pelo Ministério da Saúde. Uma das maiores vantagens é estimular a indústria a buscar cada vez mais soluções”, avaliou o presidente da Abia.

Consumo excessivo - Segundo a última Pesquisa do Orçamento Familiar (POF) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o brasileiro consome, em média, 12 gramas de sódio por dia, considerando o sal de mesa e o sódio obtido dos alimentos. A marca é mais que o dobro do que os 5 gramas recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Se chegasse ao consumo médio ideal, o Brasil teria forte impacto na qualidade de vida dos brasileiros e na redução das mortes atribuídas à hipertensão e às suas complicações, conforme dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia.

Estima-se que esta mudança acarretaria 15% menos mortes por AVC (acidente vascular cerebral) – hoje a principal causa de morte entre os brasileiros e responsável por 100 mil óbitos só em 2011 – e 10% menos mortes por infarto. Além disso, seria possível reduzir em 1,5 milhão o número de pessoas que necessitam de medicação para controlar a pressão alta. Outro ganho seria o acréscimo de mais quatro anos na expectativa de vida dos hipertensos.

Monitoramento – O acordo, que tem adesão voluntária, estabelece o acompanhamento das informações da rotulagem nutricional dos produtos e as análises laboratoriais de produtos coletados no mercado e da utilização dos ingredientes à base de sódio pelas indústrias. O mineral é usado não só para dar sabor, mas também por outras funções tecnológicas, incluindo a de conservante.

Desde o início de 2013, estão sendo coletadas e analisadas amostras de categorias de produtos firmados nas duas primeiras etapas da parceria, entre eles, macarrão instantâneo, pão de forma e bisnaguinhas.

Renovação - O Ministério da Saúde e a indústria também vão renovar a cooperação, iniciada em 2007, que permitiu a reformulação das fórmulas dos alimentos processados. Além da parceria para redução do teor de sódio, o acordo de cooperação também permitiu a retirada de 230 mil toneladas de gordura trans do mercado. Estudo feito pela ABIA, em parceria com o governo federal, revelou que 94,6% das empresas ligadas à entidade, alcançaram a meta estabelecida em 2007, que limita a 5% de presença de gordura trans do total de gorduras em alimentos industrializados e 2% do total de gorduras em óleos e margarinas.

A renovação do acordo vai permitir estudos e debates para definir as categorias prioritárias e montar o próximo passo: a redução de açúcar e gorduras totais e saturadas.

METAS DO QUARTO TERMO DO ACORDO DE SÓDIO LATICINIOS

Metas para 2014 (mg)

Metas para 2016 (mg)

Redução em 4 anos (mg)

Requeijão cremoso

587

541

63,2%

Queijo muçarela

559

512

68%

SOPAS

Metas para 2014 (mg)

Metas para 2016 (mg)

Redução em 4 anos (mg)

Sopa instantânea

334

330

19,5

Sopas prontas para consumo e para cozimento

327

314

33,2

EMBUTIDOS

Metas para 2015 (mg)

Metas para 2017 (mg)

Redução em 4 anos (mg)

Empanados

690

650

54,8

Hambúrguer

780

740

59,0

Linguiça cozida temp. ambiente

1560

1500

27,9

Linguiça cozida mantida sob refrigeração

1310

1210

33,9

Linguiça frescal

1080

970

42,0

Salsichas

1140

1120

29,8

Mortadela mantida sob refrigeração

1270

1180

26,6

Mortadela mantida a temp ambiente

1380

1350

16,0

Presuntaria

1180

1160

35,7

Fonte: Fabiane Schmidt / Agência Saúde

Saúde debate DST, aids e hepatites virais

Blog da Saúde - ter, 05/11/2013 - 10:47

O Ministério da Saúde lançou nesta terça-feira (05), em Curitiba, a primeira de uma série de consultas à sociedade civil para debater os rumos da política de enfrentamento das DST, aids e hepatites virais no país. O fórum, que acontece na capital paranaense até amanhã, reúne cerca de 700 pessoas da Região Sul, entre pesquisadores, representantes de movimentos populares e integrantes das secretarias municipais e estaduais de saúde dos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Entre os assuntos em pauta referente à aids está o novo protocolo de tratamento clínico de adultos, que irá estender o uso de antirretrovirais a todas as pessoas com HIV, independente da contagem de CD4. Durante o evento, serão discutidas as estratégias para intervenção entre populações vulneráveis, como homens que fazem sexo com homens (HSH), gays, profissionais do sexo, travestis, mulheres transexuais, usuários de drogas, pessoas privadas de liberdade e pessoas em situação de rua. Também será discutida a construção de uma agenda de trabalho com as ações integradas à atenção básica.

O diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Fábio Mesquita, explica que as  consultas públicas fazem parte das novas diretrizes do Ministério da Saúde e são baseadas na abertura ao diálogo democrático com todos que participam do enfrentamento às DST, aids e Hepatites virais no país. Fábio ressalta que o evento é uma oportunidade de debater, com toda a sociedade, as inovações tecnológicas e as novas evidências científicas que pautarão as ações do Governo, levando em conta as realidades regionais.

“O encontro também será um importante fórum de debate para o fortalecimento da atuação conjunta entre o governo federal, estados, municípios e organizações da sociedade civil para realização de ações de prevenção e testagem em parceria”, explica o diretor.

Hepatites– Durante o evento, serão discutidas ações com a atenção básica para a ampliação de acesso ao diagnóstico e aos insumos de prevenção à doença, como preservativos masculinos e femininos, gel lubrificante, kit de redução de danos, dentre outros. Também serão traçadas estratégias para simplificar o acesso ao tratamento das hepatites B e C, assim como o manejo das pessoas coinfectadas com HIV e aids, além medidas visando à ampliação da prevenção, testagem e oferta da vacina da hepatite B entre populações vulneráveis.

Serão realizadas mais cinco consultas, duas na Região Nordeste e uma em cada região (Norte, Sudeste e Centro-Oeste). O próximo evento será em Belém (PA), reunido o público da Região Norte e em Goiânia (GO) com os representantes da Região Centro-Oeste. As consultas da Região Nordeste foram divididas em dois eventos por razões logísticas, a primeira reunindo os estados da Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco e Paraíba e a segunda voltada aos estados do Rio Grande do Norte, Ceará, Maranhão e Piauí.

Estão disponibilizados, na página do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, materiais que subsidiarão as consultas, como vídeo de apresentação da situação atual da epidemia DST/aids e das hepatites virais e as prioridades do Departamento, materiais de referência e um Instrumento com os principais pontos a serem discutidos presencialmente. Para mais informações: fcp2013@aids.gov.br.


Fonte: Nivaldo Coelho / Agência Saúde

Abertas as inscrições para o Seminário Internacional de Avaliação em Saúde

Blog da Saúde - ter, 05/11/2013 - 09:30

Estão abertas as inscrições para o 3º Seminário Internacional de Avaliação em Saúde, promovido pela Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz) com apoio da Vice Presidência de Pesquisa e Laboratórios de Referência (VPPLR/Fiocruz). O evento será realizado nas dependências da Ensp nos dias 12 e 13 de novembro. As inscrições são gratuitas e os interessados em participar do encontro devem solicitar a ficha de inscrição através de contato com Jussara Amorim pelo e-mail juamorim@ensp.fiocruz.br.

O seminário contará com a presença de pesquisadores e diretores da Ensp/Fiocruz e das universidades Nova de Lisboa, Ottawa e Montreal. Na pauta dos debates, questões como a avaliação nas práticas de gestão no Sistema Único de Saúde (SUS) e a sociopedagogia do monitoramento situado, apresentação de estudos de caso sobre pesquisas intervencionais, potencialidades e desafios da avaliação participativa e gestão do conhecimento. Confira a programação completa do evento aqui.

Serviço
3º Seminário Internacional de Avaliação em Saúde: Avaliação, Translação e Gestão de Conhecimento na Pesquisa em Saúde
Local: Auditório Térreo da Ensp (12/11) e no Salão Internacional da Ensp (13/11). Rua Leopoldo Bulhões, 1480 – Manguinhos
Horário: 9h às 17h (12/11) e 9h às 13h (13/11)
Mais informações: (21) 2598-2978

Fonte: Fiocruz

#MaisMédicos | “Pacto pela saúde se torna realidade”, diz Dilma

Blog da Saúde - seg, 04/11/2013 - 18:27

Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

O Mais Médicos foi tema do programa semanal de rádio Café com a Presidenta desta segunda-feira (4), durante o qual a presidenta da República, Dilma Rousseff, destacou que até o fim de 2013, mais de 6 mil profissionais estarão atuando nas unidades básicas de saúde de todo o país. Dilma ressaltou que a iniciativa já proporcionou médicos a cerca de 12 milhões de pessoas que antes não contavam com atendimento. E citou casos específicos de médicos que estão fazendo a diferença para pacientes em Goiás e em Pernambuco.

Para a presidenta, o programa é a comprovação de que o pacto pela saúde pública anunciado pelo Governo Federal em junho está se tornando realidade.  Segundo ela, o pacto combina dois esforços: acelerar investimento em obras e compra de equipamentos para postos de saúde e levar mais médicos para trabalhar em regiões carentes. “Em parceria com os municípios, nós já concluímos as obras em mais de 4 mil postos de saúde em todo o país. Agora, estamos fazendo obras de ampliação e de reforma em outros 16.700 postos de saúde, e estamos construindo mais 6.200 postos novinhos em folha. Temos posto sendo construído e reformado em tudo que é canto desse imenso Brasil”, explicou.

Além disso, a presidenta destacou que o programa vai aumentar a formação de médicos no Brasil com 11.500 novas vagas de graduação em Medicina até 2017. “Quase metade dessas vagas serão abertas no Norte e no Nordeste, que são hoje as regiões mais carentes em profissionais médicos”, disse.

Esta semana estão chegando ao Brasil mais 3 mil profissionais cubanos, que vão se juntar a outros 3,6 mil médicos que já estão trabalhando pelo programa no país. “Eles vão atender a população mais desassistida do Brasil, que não tinha acesso a médico permanentemente”, destacou a presidenta, que considera ter um médico perto de casa fundamental para melhorar a saúde da população e reduzir a espera nos hospitais e nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs).

Dilma citou o caso de Dona Alaíde, moradora de Formosa, Goiás, cidade do entorno de Brasília. Mesmo morando em frente a um posto de saúde, a paciente de 75 anos que sofre de diabetes precisava se deslocar para o centro da cidade para se tratar. No entanto, desde o início de setembro, a dona de casa faz o controle de seu diabetes no posto de saúde em frente à sua residência que recebeu a médica Fabíola pelo programa.

A presidenta também mencionou o caso da médica cubana Mirta que está trabalhando em Afogados da Ingazeira, no interior de Pernambuco. A população do município está satisfeita com a presença desta profissional, que presta um atendimento humanizado. “A Dra. Mirta faz um exame completo em cada um dos seus pacientes, pega no braço, mede pressão, escuta o coração, olha tudo, dá atenção ao que o paciente tem para contar”, explicou a presidenta.

Confira a íntegra do Café Com a Presidenta deste dia 04/11/2013

Fonte: Marina Mello / Agência Saúde

Ministério da Saúde realiza consulta para debater os rumos da política de DST, Aids e Hepatites Virais

Blog da Saúde - seg, 04/11/2013 - 16:52

O Ministério da Saúde lança nesta terça-feira (05) em Curitiba (PR) a primeira de uma série de consultas à sociedade civil para debater os rumos da política de enfrentamento das DST, aids e hepatites virais no país. Participam do evento pesquisadores, representantes de movimentos sociais e integrantes das secretarias estaduais e municipais de saúde do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Entre os assuntos em pauta está o novo o novo protocolo de tratamento clínico de adultos, que irá estender o uso de antirretrovirais a todas as pessoas com HIV.

O diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Fábio Mesquita, atende a imprensa as 10 horas desta terça-feira (05)

Consulta Pública sobre os rumos da política de DST, Aids e Hepatites Virais
Data:
05 e 06/11
Local
: Victoria Villas Hotel – Av. Sete de Setembro, 2.448, Centro. Curitiba/PR

Fonte: Agência Saúde

#AgendaMS | Saúde assina acordo para redução de sódio em alimentos industrializados

Blog da Saúde - seg, 04/11/2013 - 16:25

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA), Edmundo Klotz, assinam nesta terça-feira (5), em Brasília, quarto acordo para redução de sódio nos alimentos industrializados. O elevado consumo de sódio é um dos fatores de risco para doenças crônicas. Também serão apresentados dados inéditos da pesquisa Vigitel 2012 (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico) sobre a hipertensão arterial no Brasil.

Acordo para redução do sódio com ABIA e divulgação dos dados Vigitel 2012 sobre hipertensão
Data: 05/11 (terça-feira)
Horário: 10h30
Local: Auditório Emílio Ribas
Endereço: Ministério da Saúde – Esplanada dos Ministérios – Bloco G, Térreo – Brasília/DF
A coletiva será transmitida ao vivo pela Webradio Saúde (http://webradio.saude.gov.br/radio/), Blog da Saúde (www.blog.saude.gov.br) e no twitter (@minsaude).

Fonte: Agência Saúde

Vencedores da 13ª EXPOEPI | Avanços no cuidado às vítimas de violência doméstica e sexual

Blog da Saúde - seg, 04/11/2013 - 16:00

Foto: Nicklas Blom/Matton Collection/Corbis

Um dos projetos vencedores da 13ª Mostra Nacional de Experiências Bem Sucedidas em Epidemiologia, Prevenção e Controle de Doenças (Expoepi) veio do município de Campos de Goytacazes (RJ). A cidade, com aproximadamente 500 mil habitantes, registrava por ano cerca de 30 a 40 casos de abuso sexual e violência doméstica. Foi então que a secretaria de saúde desenvolveu um sistema que colocou os assistentes sociais e psicólogos para fazerem a notificação compulsória desses casos, além dos demais profissionais de saúde. “Colocamos o psicólogo para assinar o Sinan (Sistema de informação de Agravos de Notificação) e passamos a ter psicólogos 24h para atender às vítimas. Essa modificação permitiu que nossa notificação passasse de 40 para 600 por ano”, explica Charbell Kury, diretor de Vigilância em Saúde do município e responsável pelo projeto de Integração intersetorial para o acolhimento, notificação e atendimento dos casos de violência doméstica e sexual.

“A saúde começou a debater junto com as delegacias, o IML, a secretaria da infância e juventude, o serviço social através do SUAS (Sistema Único de Assistência Social), escolas e conselhos tutelares uma forma de atender e cuidar melhor das vítimas de violências sexuais e domésticas”, relata Charbell.

F. A. P, uma garota de 20 anos que sofreu abuso sexual em Campos de Goytacazes, recebeu o apoio psicológico que precisava. Ela foi ao hospital buscar os remédios contra DST e Aids por causa da violência que sofreu, quando foi abordada por uma assistente social e orientada a ter um acompanhamento psicológico. Com um comportamento que tentava negar o ocorrido, a consulta fez com que ela trabalhasse o trauma.

“Foi muito importante porque o momento que a gente passa é muito difícil. Ajudou a tira um pouco a culpa que a gente sente. Ajuda a retomar a confiança. Foi difícil falar com ela (a psicóloga), mas depois consegui contar o que passou, como me senti e como me sinto agora. Foi bem importante”,  disse F. A. P., que prefere não revelar o nome.

“Quando não conseguimos contato com o paciente, eu pessoalmente vou fazer a visita domiciliar. Sinto que saem acolhidos, saem mais tranquilos, porque sabem que não estão sós”, comemora Fátima Malena, coordenadora do Capevi – Centro de Atendimento, Pesquisas e Estudos na Área das Violências Doméstica e Sexual – do município.

Viva – As diretrizes e estratégias para as ações de promoção da saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) foram desenvolvidas, em 2006, na Política Nacional de Promoção da Saúde (PNPS). Nela, foi definido que as pessoas que sofrem violência doméstica ou sexual precisam de uma equipe multiprofissional para vencer as sequelas dessa violência. Implantado em 2006, o Sistema de Vigilância de Violências e Acidentes (Viva) trabalha com o objetivo de coletar dados e gerar informações sobre violências e acidentes para subsidiar políticas em saúde pública.

Os casos de violência doméstica e sexual são de responsabilidade da saúde. Porém, devido à complexidade deste problema, o Ministério da Saúde em parceria com o Ministério da Educação, a Secretaria de Direitos Humanos e mais outros cinco ministérios estão desenvolvendo uma ficha de notificação compulsória de violências para o Sistema Único de Saúde (SUS) e o Sistema Único de Assistência Social (SUAS) para implantar, já em 2014, uma intersetorialidade no atendimento as vítimas dessas violências para todos os municípios.

Lucas Leon / Blog da Saúde

Médicos cubanos chegam a Brasília nesta segunda-feira (4)

Blog da Saúde - seg, 04/11/2013 - 14:39

Arte: Wesley Mcallister/AscomAGU

Um novo grupo de médicos cubanos que participarão do Programa Mais Médicos chega a Brasília nesta segunda-feira (4). Os profissionais desembarcam no Aeroporto Internacional Presidente Juscelino Kubitschek às 22h e serão recebidos pelo pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Ao todo, três mil médicos cubanos chegam ao País até a próxima semana para ocupar vagas ociosas da segunda etapa do Programa Mais Médicos. Eles ficarão concentrados em cinco capitais – Brasília (DF), Fortaleza (CE), Vitória (ES), Belo Horizonte (MG) e São Paulo (SP) – participando do módulo de acolhimento e avaliação do Mais Médicos. A aprovação no curso é condição para a emissão do registro profissional provisório pelo Ministério da Saúde, sem o qual os médicos estrangeiros não podem atuar no Brasil.

Chegada de médicos cubanos a Brasília
Data:
4/11 (segunda-feira)
Horário: 22h
Local: Aeroporto Internacional Presidente Juscelino Kubitschek

Fonte: Agência Saúde

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