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Rede Cegonha recomenda que gestante faça ao menos seis consultas durante a gravidez

Blog da Saúde - ter, 14/05/2013 - 11:09

As consultas de pré-natal são essenciais para garantir a saúde da gestante e do bebê. O programa Rede Cegonha do Ministério da Saúde recomenda que a mulher faça pelo menos seis consultas durante a gestação e mais uma até três meses depois do parto.

A estudante Mayara Salomão, por exemplo, fez todo o pré-natal pelo Sistema único de Saúde (SUS): ”Foi muito importante porque a gente tem um cuidado melhor tanto com a gente quanto com a nossa gravidez. A gente tem que ter um pouco mais de responsabilidade porque tem que ter muito cuidado, não pode passar estresse, raiva, essas coisas, se não passa tudo para o bebê”.

O pré-natal de qualidade pode evitar muitos problemas para a mulher e para o bebê, como explica o diretor do Departamento de Ações Programáticas Estratégicas do Ministério da Saúde, Dário Pasche: “Nas primeiras consultas são solicitados um conjunto de exames para verificar a condição de saúde tanto da gestante, descobrindo se ela tem alguma doença prévia, por exemplo, nós sabemos que hoje o principal agravo que pode trazer risco grave para a mulher e para a criança é a hipertensão, que é a maior causa inclusive de internação e às vezes de mulheres e bebês. Então nós vamos identificando precocemente se a mulher tem algum tipo de disfunção e a gente vai cuidando dela de acordo com cada caso. Nas consultas subsequentes, nós vamos acompanhando o desenvolvimento da gravidez, verificando o crescimento uterino, o desenvolvimento do bebê para que essa gestação transcorra de uma forma mais normal possível.”

A estratégia Rede Cegonha do Ministério da Saúde já está disponível em quase cinco mil municípios brasileiros. Lançado em 2011, o programa tem o objetivo de qualificar e ampliar a assistência integral à saúde de mães e filhos, desde o planejamento reprodutivo, passando pela confirmação da gravidez, pré-natal, até o segundo ano de vida da criança. Até 2014, o Ministério da Saúde vai investir cerca de R$ 9 bilhões na estratégia.

Fonte: Amanda Mendes / Web Rádio Saúde

Dormência e perda da sensibilidade podem estar ligadas à hérnia de disco

Blog da Saúde - ter, 14/05/2013 - 10:49

Foto: John Lund / Stephanie Roeser / Blend Images – Corbis

Dores nas costas atrapalham pequenos afazeres diários e podem ter diversas causas. Uma das mais comuns é a hérnia de disco, uma doença que pode atingir pessoas de qualquer idade, mas prevalece em indivíduos entre 30 e 50 anos. “Em jovens, está associada a determinados tipos de exercícios repetitivos e mal executados, o que causa uma compreensão do disco na lombar. Já na fase adulta ou idosa, entram as lesões degenerativas da própria vertebra. Dependendo da gravidade, as formas de tratamento podem variar entre a realização de uma cirurgia, prática de exercícios ou tratamento medicamentoso para diminuir a dor e o desconforto, os principais sintomas de quem possui a hérnia de disco”, explica o chefe da ortopedia do Hospital Federal da Lagoa, Henrique Barros.

Os sintomas de uma hérnia podem variar conforme a sua localização. “O principal sintoma da hérnia cervical, por exemplo, é a dor localizada no pescoço. É comum quem sofre com a hérnia cervical queixar-se de dores e a sensação de formigamento nos ombros e nos braços. Pode haver dificuldade em movimentar o pescoço e apresentar falta de força muscular. Já na hérnia de disco lombar, as principais queixas são as dores nas costas que irradiam para uma das pernas, coxas e podem chegar até os pés. Características ligadas à doença são dormência e a perda da sensibilidade. A dor localizada na lombar normalmente piora os movimentos, podendo intensificar quando o indivíduo tosse, ri ou mesmo quando se esforça para evacuar”, explica o ortopedista.

A manifestação dos sintomas é diferente dependendo da sua localização e intensidade da compressão da hérnia, que determinará se o indivíduo sentirá dor, perderá a sensibilidade ou apresentará fraqueza. “Tais sintomas podem surgir subitamente, desaparecer espontaneamente e retornar em intervalos pequenos. Mas, também podem ser constantes e ter longa duração. A princípio o tratamento é conservador, com analgésicos e anti-inflamatórios”, diz. Além disso, também é recomendado que o paciente procure melhorar a postura, fazer alongamentos e exercícios que fortaleçam a musculatura.

Segundo o especialista, caso os medicamentos não consigam reverter o quadro de dor ou dormência e a hérnia influencie nas funções motoras do paciente, é preciso pensar no tratamento cirúrgico. “Hoje, o tratamento é minimamente invasivo, oferecendo ótimos resultados com mínimos riscos ao paciente. Se o indivíduo persistir com algum desses sintomas, deve procurar o ortopedista para que ele faça uma avaliação minuciosa e determine se deve ao não fazer fisioterapia, devido à gravidade da lesão”, orienta.

Não existe um grupo específico de exercícios para a hérnia cervical. Cada caso é único, os exercícios devem ser personalizados, realizados com perfeição e com a indicação de um profissional para que o quadro não se agrave. “A prática de exercícios para a hérnia cervical é fundamental, durante a fisioterapia. Por exemplo, exercícios que fortalecem os músculos das costas ajudam a melhorar a postura. Um fisioterapeuta é o profissional indicado para ensinar e orientar o paciente, para que ele pratique em casa e melhore o quadro”.

O ortopedista orienta como prevenir casos de hérnia de disco lombar. “A primeira coisa ao se pensar em hérnia de disco lombar é que o paciente evite o sobrepeso, tenha hábitos de vida saudáveis, realize exercícios abdominais, que colaboram para reforçar a musculatura abdominal e vertebral, e faça alongamentos ao longo do dia”, orienta.

O ortopedista lembra que todo exercício precisa ser orientado por um profissional, para que não haja um desgaste muscular e nem a compressão do disco da lombar.

Como diagnosticar a hérnia de disco? - “Um exame físico cuidadoso é quase sempre o primeiro passo para diagnosticar a hérnia de disco. O médico examinará o pescoço, ombros, braços e mãos ou na região lombar, quadris, pernas e pés. O ortopedista precisa realizar uma avaliação desses sintomas, além de ser necessário uma série de exames de imagem, como a tomografia computadorizada, ressonância magnética e radiografia da coluna”, finaliza.

Fonte: Érica Santos / Comunicação Interna Ministério da Saúde<

#AgendaMS – 14 mai | Força-tarefa do Ministério da Saúde apresenta balanço da primeira semana de trabalho

Blog da Saúde - ter, 14/05/2013 - 10:17

O secretário de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério da Saúde, Odorico Monteiro, apresenta nesta terça-feira (14), em Campo Grande/MS, o balanço da primeira semana de trabalho da força-tarefa implantada para averiguar denúncias de irregularidades em serviços de oncologia no estado. O grupo foi criado no último dia 7 de maio pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, para garantir a segurança dos pacientes, combater o desperdício de recursos públicos e averiguar a aplicação de medidas de correção já solicitadas pelo Departamento Nacional de Auditoria do SUS (Denasus).

Apresentação dos resultados da força-tarefa do Ministério da Saúde
Data: 14/05
Horário: 14h (horário local)
Local: Núcleo Estadual do Ministério da Saúde em Campo Grande/MS.
Endereço: Rua Jornalista Belizário Lima, 236 – 2º andar, Ed. Batistela

Fonte: Ministério da Saúde

Alerta vermelho

Blog Saúde com Dilma - seg, 13/05/2013 - 21:54
Predomina o pagamento por procedimento médico, modalidade de remuneração que estimula a decomposição de ações assistenciais e o interesse na realização ou cobrança de exames e tratamentos caros

“Flexibilização” da revalidação dos diplomas de médicos estrangeiros para atuar no Brasil

Blog Saúde com Dilma - seg, 13/05/2013 - 16:18
RETIRADO POR MIM DO FACEBOOK do Colega Joaquim Custódio https://www.facebook.com/joaquimcustodio   Pessoal, depois de ler e reler vários argumentos sobre a proposta do Governo Dilma em estimular a entrada de médicos estrangeiros no Brasil, trago alguns aspectos para análise: - Sobre o tema imediato, qual seja, a “flexibilização” da revalidação dos diplomas de médicos estrangeiros
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Acne na fase adulta é comum em pessoas com alterações hormonais ou com pele oleosa

Blog da Saúde - seg, 13/05/2013 - 11:16

Foto: Ocean / Corbis

O surgimento de acnes é comum durante o período da puberdade, vai diminuindo e tende a desaparecer por volta dos 26 anos. Mas o que fazer quando o problema persiste na vida adulta? A queixa é mais comum entre mulheres e acomete principalmente pessoas com a pele oleosa. O tratamento correto para esta fase da vida é bem diferente daquele realizado na adolescência. O ideal é investigar a causa do problema e como ele pode ser controlado.

Segundo o dermatologista do Hospital Federal de Bonsucesso, vinculado ao Ministério da Saúde, Paulo Cotrim, a acne na fase adulta normalmente está associada a algum distúrbio hormonal. “A acne atinge seu ápice no período da puberdade. Depois disso, os hormônios estabilizam de forma harmônica. Em mulheres, quando há alteração ovariana, como cistos nos ovários, o problema dura além da época”, explica.

É comum as pessoas se queixarem que as acnes aparecem em momentos de estresse ou ansiedade, o que pode realmente influenciar. “Ao constatar que os hormônios estão em níveis corretos, as pessoas acham que essa acne está ligada a fatores emocionais. Na verdade, isso acontece em pessoas que já tem a oleosidade da pele mais alta e, ao passar por momentos de tensão, ela produz uma quantidade excessiva de secreção. Acaba havendo um entupimento do folículo e as lesões acneicas perduram”, esclarece Paulo Cotrim.

O dermatologista explica que em situações de estresse, o organismo exige um trabalho maior da glândula suprarrenal. Essa glândula produz o cortisol, liberado quando se está com uma carga excessiva de tensão. Como é um estimulante, faz com que a acne na pele oleosa se torne mais evidente.

Culpar a alimentação ou comidas como o chocolate não é correto, segundo o especialista. O melhor é ter prudência nas escolhas. “Não se tem nada estabelecido. Não é proibido comer nada, desde que haja equilíbrio em tudo que se coma. Se a pessoa ao ingerir determinado produto notar que a acne piorou, seria prudente evitar consumi-lo, ou comer em doses menores”, salienta.

O tratamento, portanto, depende da ligação da acne ou não com fatores hormonais. “No caso de acne por alterações hormonais, a medicação de eleição é a isotretinoina, prescrita após uma série de exames como hemograma completo, hepatograma, colesterol e o teste de gravidez, no caso de mulheres. Muitos pacientes questionam se existe a possibilidade da acne voltar quando cessarem o uso do medicamento, mas esse é um fator que não dá para prever”, avisa o dermatologista.

No caso de pacientes com a pele oleosa, o dermatologista pode ainda prescrever o uso de produtos tópicos, como sabonetes utilizados para a secagem da oleosidade do rosto. Eles servem ainda como auxiliares no tratamento medicamentoso. “É importante também cuidar da higiene da pele. A mulher pode usar maquiagem para disfarçar o problema, desde que ela não seja oleosa. E o homem com acne, se deixar a barba crescer, não corre o risco de piorar o problema, mas vai dificultar o tratamento”, aconselha Paulo Cotrim.

Fonte: Fabiana Conte / Comunicação Interna do Ministério da Saúde

#AgendaMS – 13 mai | Ministério da Saúde inaugura leitos no Hospital Santo Antônio

Blog da Saúde - seg, 13/05/2013 - 10:24

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, inauguram nesta segunda-feira (13) novos leitos do Hospital Santo Antônio, em São Paulo/SP, entre eles, leitos de UTI adulto. Unidade com maternidade e especialidades como ginecologia, oftalmologia, urologia e cirurgia vascular, de pescoço e de cabeça, tem o atendimento 100% pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e integra a Rede de Urgência e Emergência (RUE) do Ministério da Saúde.

Inauguração de leitos do Hospital Santo Antônio
Data:
13.05.2013
Horário: 11h
Endereço: Rua General Sócrates, 145, Penha, São Paulo/SP

Fonte: Ministério da Saúde

Ministério da Saúde encerra campanha nacional de vacinação

Blog da Saúde - seg, 13/05/2013 - 10:14

O Ministério da Saúde encerrou nesta sexta-feira (10), em todo o país, a 15ª Campanha Nacional de Vacinação Contra a Gripe. Foram vacinados os integrantes dos grupos prioritários (gestantes; pessoas com 60 anos ou mais; mulheres até 45 dias após o parto; indígenas; crianças de seis meses a menores de dois anos; profissionais de saúde; além dos doentes crônicos e pessoas privadas de liberdade).

O Ministério da Saúde recomenda aos estados e municípios que não atingiram a meta a continuarem com a vacinação. Em todo o país, 34 mil postos de saúde foram disponibilizados à população.

O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa, ressalta que as pessoas integrantes dos grupos prioritários ainda podem procurar os postos de saúde, especialmente naqueles municípios que não atingiram a meta. Segundo ele, o quanto antes a pessoa receber a vacina, mais cedo estará preparada para enfrentar a gripe durante o período de maior circulação do vírus de influenza, que ocorre em junho e julho. “Quem deixa para se vacinar depois, pode não encontrar mais a vacina ou não ter tempo de desenvolver os anticorpos protetores”, alerta o secretário.

Fonte: Agência Saúde

Conversa de Bar sobre o SUS – By Meus Nervos – Dr. Solon Maia

Blog Saúde com Dilma - dom, 12/05/2013 - 14:07
  Retirado do Blog Meus Nervos By Solon Maia

Médicos Cubanos – Nota Oficial Cremers

Blog Saúde com Dilma - sab, 11/05/2013 - 16:26
Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio Grande do Sul solta nota de repúdio a iniciativa do Governo Federal em "importar" 6.000 médicos cubanos sem a regular revalidação de seus diplomas

2ª Semana de Segurança no Trânsito conscientiza pedestres dos seus direitos e deveres

Blog da Saúde - sab, 11/05/2013 - 13:28

Foto: Dana Hoff / Beateworks / Corbis

“Eu queria ir numa praça, mas pra chegar até lá eu tinha que atravessar a pista. Eu era criança e como tava doida pra brincar saí correndo na rua, só que vinha um carro com muita velocidade e me jogou do outro lado da pista. Eu bati a cabeça no chão. Só não morri porque não era minha hora. Eu fiquei com as duas pernas engessadas por um tempo e ainda tenho uma diferença de uma perna para outra que fica visível quando eu uso uma calça”, lembra a jornalista, Greice Alves, que foi atropelada durante a infância e convive com as sequelas do acidente ate hoje.

É para acabar com acidentes como o de Greice que a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu a Semana de Segurança no Trânsito – de 6 a 13 de maio, que este ano está em sua segunda edição. Celebrada em mais de 70 países, a semana quer chamar a atenção da sociedade para as necessidades diárias dos pedestres e também conseguir promover medidas para protegê-los. O ato ainda pretende contribuir para alcançar a meta da Década de Ação para Segurança no Trânsito que é salvar cinco milhões de vidas, até 2020.

No mundo, mais de 270 mil pedestres perdem a vida nas pistas e estradas, todo ano. O que representa 22% do total de mortes no trânsito, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil os dados também são alarmantes, de acordo com um levantamento realizado em 2010 pelo Sistema de Informação de Mortalidade, do Ministério da Saúde, foram registradas cerca de 10 mil mortes por atropelamento.

A diretora do Departamento de Análise de Situação em Saúde do MS, Deborah Malta, fala do significado da ação: “Celebrar esta semana significa estabelecer um processo de comunicação com a sociedade. Alertando para a necessidade de práticas educativas, a necessidade do respeito à faixa de pedestre e atenção ao cruzar as vias. Os condutores também devem estar cientes do risco da velocidade. Essas mortes são evitáveis e precisamos alertar toda a população sobre essas práticas seguras para que possamos reverter essas altas taxas”.

O Brasil é o quinto entre os países recordistas em acidentes de trânsito, segundo a OMS. Por isso, a ideia é de que a ação não dure somente uma semana, e sim, que as pessoas utilizem o que aprenderam durante a campanha para usarem no cotidiano, respeitando a vida no trânsito. “Os pedestres sempre devem ter atitudes seguras ao atravessar as vias, obedecendo à sinalização, atravessando quando o sinal estiver liberado, e sinalizar antes de atravessar nas faixas”, lembra.

Álcool e direção – A combinação de álcool e direção é um dos fatores que têm influência direta no número de acidentes e mortes no trânsito. A diretora comenta que cerca de 20% dos acidentes de transporte no Brasil deve-se à associação de álcool e direção: “Quando os motoristas ingerem álcool eles ficam mais vulneráveis e todos os reflexos são alterados. E isso pode resultar em acidentes graves. E o  próprio pedestre também quando alcoolizado ao atravessar as vias está menos atento, menos alerta e pode se envolver em acidentes”.

Crianças e idosos – De acordo com o MS, as principais vítimas por atropelamento em faixas de pedestre no país são crianças de 7 a 14 anos e pessoas com mais de 65 anos. “Temos que ter todo um cuidado com as crianças quando forem atravessar as ruas. Os pais ou os responsáveis devem ter sempre as crianças seguras. Quanto aos idosos, temos que ajudá-los a atravessar as ruas e alertá-los para que eles possam ter noção de risco e de perigo”, reforça a diretora.

Vida no Trânsito – O Ministério da Saúde tem desenvolvido uma série de ações para prevenir acidentes e mortes e, por isso, criou há dois anos o Projeto Vida no Trânsito. Desenvolvido em parceira com a OMS, a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) e a Bloomberg Philanthropies. Trata-se de um planejamento de ações que está nas cinco regiões do país. Em cada município é realizado um trabalho junto à população, para conseguir intervenções articuladas e ações que reduzam o impacto dos acidentes.

Em setembro de 2012, o Governo Federal repassou mais de R$ 12 milhões para todos os estados, e o Distrito Federal, fortalecerem a vigilância e a prevenção nas ruas e estradas do Brasil.

Camilla Terra / Blog da Saúde, com informações do Ministério das Cidades

Nova técnica da Fiocruz promete reduzir casos de dengue antes da Copa de 2014

Blog Saúde com Dilma - sex, 10/05/2013 - 18:39
A técnica prevê a inoculação de mosquitos Aedes aegypti com a bactéria Wolbachia, que ao entrar no corpo do inseto bloqueia a replicação do vírus da dengue.

#EntrevistaMS – 9 mai | “Dois dedos de prosa” com ministro Padilha

Blog da Saúde - sex, 10/05/2013 - 16:16

Nesta quinta-feira (9) o quadro “Dois Dedos de Prosa“, do Programa do Ratinho, foi com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Durante a conversa o ministro respondeu as perguntas dos internautas sobre gestão, Carta SUS, contratação de mais médicos, Provab e vacinação contra gripe.

Se você perdeu, assiste aqui no Blog da Saúde.

Fonte: Blog da Saúde / SBT

Força-tarefa vai inspecionar serviços de radioterapia

Blog Saúde com Dilma - sex, 10/05/2013 - 14:46
Ação em quatro hospitais do estado do Mato Grosso do Sul terá início na próxima semana e contará com técnicos do Instituto Nacional de Câncer (Inca)

Trabalhadores e Privatização da Saúde no Brasil: Chame o Gerente!

Blog Saúde com Dilma - sex, 10/05/2013 - 12:18
Quem veio primeiro? O subfinanciamento do SUS ou valores arraigados de distinção social?

Atendimento de acupuntura pelo SUS tem crescimento de 272%

Blog da Saúde - sex, 10/05/2013 - 12:11

Foto: Guy Cali / Corbis

Estudos científicos e evidências clínicas por todo o mundo já confirmam que a acupuntura é indicada para o tratamento de doenças respiratórias, oftalmológicas, distúrbios da cavidade bucal, gastrointestinais, ortopédicos e neurológicos. O procedimento, de origem chinesa e praticado há mais de 2 mil anos, consiste na inserção de agulhas na pele com o objetivo de prevenir e tratar doenças, promovendo a saúde.

O médico acupunturista Márcio Rondinelli afirma que a técnica não é uma terapia mágica. “Como qualquer outro tipo de tratamento, clínico ou cirúrgico, pode proporcionar resultados bons, regulares ou ruins. Em alguns casos, pode diminuir o uso de medicamentos”, diz o médico especialista em dor do Instituto Nacional de Ortopedia e Traumatologia (INTO), hospital vinculado ao Ministério da Saúde. Segundo o especialista, pacientes com dor crônica e aguda costumam superlotar as emergências, gerando gastos para o sistema público de saúde. “Sessões de acupuntura podem aliviar estas dores, reduzindo os custos dos serviços de saúde”, afirma.

Atendimento pelo SUS – Os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) podem usufruir das sessões da acupuntura. Para garantir acesso gratuito da população às práticas alternativas, o Ministério da Saúde criou, em 2006, a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) – instaurada conforme a Portaria nº 971, de 3 de maio de 2006.

A política recomenda ações e serviços no SUS para a prevenção, promoção e recuperação da saúde com métodos não convencionais, além de propor o cuidado continuado, humanizado e integral dos pacientes. Fazem parte desses procedimentos a Homeopatia, a Medicina Tradicional Chinesa – Acupuntura, as Plantas Medicinais e Fitoterápicos, e a Medicina Antroposófica e Termalismo Social – Crenoterapia.

Com a política nacional, o acesso da população a essas práticas na rede pública de saúde cresceu consideravelmente nos últimos anos. Em 2012, foram realizadas mais de 850 mil sessões de acupuntura. Em 2010, foram 362.100, o que representa um crescimento de 272%. No ano passado, foram aplicados cerca de R$ 1,9 milhão nos atendimentos em acupuntura.

Atualmente, 4.139 estabelecimentos de saúde ofertam serviços de Práticas Integrativas e Complementares no SUS, sendo 908 estabelecimentos cadastrados para ofertar a prática da acupuntura. A população é atendida, principalmente, nas Unidades Básicas de Saúde, nos hospitais e nos Núcleos de Apoio à Família (NASFs).

Assistência ao servidor – Os hospitais do Grupo Hospitalar Conceição em Porto Alegre (RS) oferecem aos servidores um serviço de acupuntura. Em funcionamento há seis anos, atende trabalhadores com dores musculares e articulares.

Derli Vasconcelos curou as suas dores no ombro direito depois de passar por sessões intensivas de acupuntura. “Nos meses de março e abril, eu tinha quatro sessões por semanas. Valeu a pena. Hoje não sinto mais o desconforto doloroso. Agora posso colocar até a mão na cabeça”, diz o coordenador do setor responsável pelos serviços de imagem e de exames laboratoriais.

Derli machucou o ombro ao sofrer uma queda e, em consequência, os músculos ficaram contraídos. O médico que o atendeu na emergência indicou a necessidade de uma cirurgia para corrigir a musculatura. “Com dores intensas, optei em receber aplicações de acupuntura. Como o serviço funciona no GHC, usava o intervalo do expediente para fazer as sessões”, afirma. Recuperado, Derli faz hoje uma sessão por semana.

Juarez Correa Fraga também é funcionário do GHC e sabe da importância do setor de acupuntura para a qualidade da sua saúde no trabalho. Coordenador administrativo do Serviço de órtese e Prótese, ela cuida do controle de saída desses equipamentos. “É uma função de muita responsabilidade e por isso estressante”, diz. Por isso, Juarez sente dores na coluna cervical e o tratamento dissolve os nódulos na região, aliviando as dores. “Não preciso faltar ao trabalho e também economizo em medicamentos. Serviços com esses melhoram a produtividade do trabalhador e trazem benefícios à instituição”, argumenta o administrador.

Fonte: Maria Vitória / Comunicação Interna e Conteúdo Web

Ter um acompanhante durante o parto é direito garantido da gestante

Blog da Saúde - sex, 10/05/2013 - 11:53

Fonte: Simon Jarratt/Corbis

A dona de casa, Ana Raquel Almeida, mora em Fortaleza e teve bebê há poucos dias. Ela diz que a presença da mãe durante o parto a deixou mais tranquila: “Bom porque qualquer coisa tem um acompanhante, alguém da família olhando, a gente não pode fazer nada, alguém da família está por perto para ver.”

Ter um acompanhante durante o parto é direito garantido da gestante. E o programa Rede Cegonha do Ministério da Saúde apoia a lei e acredita na importância do apoio da família no momento de ter um bebê.

O secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Helvécio Magalhães, lembra que o acompanhante pode ser qualquer pessoa de confiança da gestante. “É um direito por lei federal a gestante ter um acompanhante durante o processo de parto, de sua livre escolha, pode ser a mãe, pode ser uma vizinha, pode ser o companheiro, marido, pode ser outro filho, é fundamental, é um direito que garante cada vez mais que o parto será bem feito e exigir todas as coisas de um bom parto, ser examinada, ser bem cuidada, ser bem tratada, ter analgesia, não sentir dor”, explica.

Quase cinco mil municípios de todo o Brasil já aderiram ao programa Rede Cegonha. Até 2014, o Ministério da Saúde vai investir cerca de nove bilhões e meio de reais na estratégia. Para saber mais acesse o Portal da Saúde.

Fonte: Hortência Guedes / Web Rádio Saúde

Vídeos retratam inovações no cuidado das condições crônicas na APS, com enfoque no auto cuidado apoiado e no cuidado compartilhado

Blog Saúde com Dilma - qui, 09/05/2013 - 22:38
A série de vídeos sobre inovações no manejo das condições crônicas na Atenção Primária retrata a experiência do município de Curitiba que implantou o novo modelo de atenção na Unidade Básica de Saúde Alvorada. A experiência foi acompanhada pelo Laboratório de Inovação na Atenção às Condições Crônicas, desenvolvido pela Opas e Conass, em parceria com
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Força-tarefa vai inspecionar serviços de radioterapia no Mato Grosso do Sul

Blog da Saúde - qui, 09/05/2013 - 20:34

Ação em quatro hospitais do estado terá início na próxima semana e contará com técnicos do Instituto Nacional de Câncer (Inca). | Foto: Erasmo Salomão – ASCOM/MS

As inspeções da força-tarefa criada pelo Ministério da Saúde nos serviços de radioterapia do estado do Mato Grosso do Sul começam na próxima semana. Essa é uma das iniciativas que visam avaliar o atendimento oncológico nas quatro unidades que prestam o serviço ao Sistema Único de Saúde (SUS)Hospital Regional de Mato Grosso do Sul, Associação Beneficente de Campo Grande/Santa Casa, Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossian e Hospital do Câncer Professor Dr. Alfredo Abrão. O trabalho da força-tarefa dá seguimento às auditorias realizadas pelo Departamento Nacional de Auditoria do SUS (Denasus) desde 2011.

A inspeção será realizada por técnicos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), da Vigilância Sanitária Estadual, do Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca) e da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), que chegam a Campo Grande no início da próxima semana. A inspeção é fundamental para avaliar a qualidade da prestação do serviço e a segurança do paciente, dois dos principais focos da força-tarefa.

Desde a criação da força-tarefa, na terça-feira (7), os integrantes têm se reunido com gestores locais para definir ações e e solicitar mais informações. Uma das questões que está sendo discutida é a forma de funcionamento do sistema de regulação dos pacientes oncológicos – autorização, controle e monitoramento de procedimentos, consultas e exames, além da distribuição na rede de atendimento.

A força-tarefa deverá atuar a princípio no prazo de 30 dias e está centrada em três eixos: se as recomendações das auditorias foram cumpridas e qual a situação atual do serviço oncológico; a segurança do paciente (para determinar se está sendo atendido de forma segura e eficiente); e a situação da assistência oncológica no município e sua integração com a rede estadual de oncologia. Na tarde desta quinta-feira (9), um grupo de três auditores do Denasus, órgão responsável por coordenar o trabalho, chegou à capital do Mato Grosso do Sul para se unir ao grupo.

“O balanço técnico deste terceiro dia de atuação da força-tarefa foi positivo. Dada a complexidade que a ação requer, com análise documental dos relatórios já existentes, cruzamento de dados e análise de prontuários, foi definido um cronograma de atividades para os próximos dias”, avaliou o secretário de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério da Saúde, Odorico Monteiro.

Atuação – Criada pela portaria 768, publicada nesta terça-feira no Diário Oficial da União, a força-tarefa é composta por representantes do Denasus, que coordena o trabalho do grupo, além de integrantes do Departamento de Atenção Especializada (DAE) e do Departamento de Regulação, Avaliação e Controle de Sistemas (DRAC) da Secretaria de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Inca e Anvisa.

As investigações recentes da Polícia Federal são decorrentes de auditorias concluídas entre 2011 e 2012 pelo Denasus, que apontaram irregularidades no Hospital do Câncer e no Hospital Universitário de Campo Grande. Ao averiguar distorções em suas auditorias, o Departamento de Auditoria repassou informações tanto à Polícia Federal quanto à Controladoria Geral da União (CGU).

Fonte: Lívia Nascimento /Agência Saúde

Muitos estados ainda não se imunizaram contra a gripe. Campanha termina nesta sexta-feira (10)

Blog da Saúde - qui, 09/05/2013 - 18:53

A Campanha de vacinação contra a gripe termina nessa sexta-feira (10) e muitos estados ainda estão abaixo da meta de imunização, de 80%, estipulada pelo Ministério da Saúde. A população da região Nordeste é a que menos foi vacinada, seguida da Centro-Oeste, Norte e Sudeste. A região Sul está dando exemplo e já ultrapassou a meta com 86% do público-alvo imunizado. Os estados de Roraima, Mato Grosso e Ceará são os que menos vacinaram, e ainda não chegaram a 68% da meta.

O objetivo da campanha é prevenir os casos graves de gripe, as internações e os óbitos. A coordenadora do Programa Nacional de Imunização (PNI), Carla Domingues, reforça que ainda há um grande grupo a ser vacinado e que é necessário que a população busque os postos de saúde o quanto antes. “A vacina demora pelo menos 15 dias para fazer efeito. Então quanto mais tarde a pessoa tomar a vacina, mais chance ela terá de ter contato com o vírus antes de estar protegida. Muitos ainda não entenderam que a influenza é uma doença grave, que pode ter complicações, e inclusive, levar a morte”, ressalta.

As gestantes foram as que menos se vacinaram no país: 65,74% delas compareceram aos postos do Sistema único de Saúde (SUS) até quinta-feira (9). Entre os idosos, 75,26% estão imunizados, assim como 77,47% dos profissionais de saúde, e 78,07% das crianças de seis meses a dois anos. As puérperas (pós-parto) estão dando exemplo e já bateram a meta em todas as regiões do Brasil com 92,03% vacinadas. Os índios, que também fazem parte do público-alvo, estão participando do mês de vacinação indígena e o SUS também está indo até as aldeias para imunizá-los.

Doentes crônicos – Os doentes crônicos, apesar de não estarem sendo contabilizados nas doses recebidas, também fazem parte de um grupo vulnerável que é mais atingido pelos agravos da gripe e devem ir aos postos para se vacinar. Para isso, eles devem levar um documento que comprove a doença crônica ou a receita do remédio que toma regularmente para controlar a doença.

A vacina – “O vírus começa a circular com maior intensidade no mês de maio, quando o frio se aproxima e a vacina deve ser tomada antes porque é um mecanismo de proteção. Portanto, procurem o posto mais próximo. Não fiquem postergando, esperando um novo adiamento da campanha para se vacinar”, enfatiza Carla. Vale lembrar que toda e qualquer pessoa que pertence a um dos grupos prioritários pode tomar a vacina. A única contra indicação é para as pessoas que tem alergia a ovo.

Muitas pessoas não tomam a vacina porque acreditam que vão ficar gripadas após a imunização. A coordenadora reforça que não há possibilidade disso acontecer: “A vacina não causa a doença. Às vezes a pessoa já teve contato com o vírus e ele ta incubado, mas acha que foi a vacina que causou a gripe, mas não foi. A verdade é que a pessoa já estava com o vírus no seu organismo e a doença manifesta. Até porque a vacina só vai fazer efeito 15 dias depois de tomada”.

Dados do Ministério da Saúde apontam que a vacinação está trazendo benefícios para a saúde publica e para toda a população, como explica Carla Domingues: “Desde 1999 estamos vacinando a população acima de 60 anos e depois que eles começaram a tomar a vacina diminuiu em 35% as decorrências de pneumonia, e consequentemente diminuíram as internações e os números de óbito nessa população”.

Ainda dá tempo – A meta do Ministério da Saúde para 2013 é vacinar 32 milhões de pessoas. Quem ainda não conseguiu se vacinar tem até amanhã para ir a um dos postos de vacinação do SUS por todo o país.

Camilla Terra / Blog da Saúde

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