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Lei dos 60 dias para tratamento do câncer entra em vigor hoje

Blog Saúde com Dilma - 1 hora 10 minutos atrás
O prazo máximo vale para que o paciente passe por uma cirurgia ou inicie sessões de quimioterapia ou radioterapia; iniciativa visa reduzir tempo de espera por atendimento

Más de Lo Mismo: Médicos Cubanos, Portugueses e Espanhóis.

Blog Saúde com Dilma - 1 hora 17 minutos atrás
"A proposta de importar médicos para o interior brasileiro carente adota uma saída pela tangente falando em abrir portas do mercado médico público para espanhóis, portugueses e cubanos clinicarem de forma restrita no interior do país. Ou seja, quem não arruma a própria casa recorre a remendos, confirmando a teoria de que relógio parado pelo menos uma vez ao dia está correto". O artigo é do médico sanitarista Heleno R. Corrêa.

Sobre a vinda de médicos cubanos ao Brasil

Blog Saúde com Dilma - 1 hora 23 minutos atrás
Entrevista com Dr. Frederico Esteche.

Terapias “alternativas” ganham destaque em consultas do SUS

Blog Saúde com Dilma - 1 hora 35 minutos atrás
Acupuntura, homeopatia, remédios derivados de plantas, sessões de eletroestimulação e aulas de tai chi chuan, que até pouco tempo eram práticas de saúde pouco corriqueiras, deram um salto no país nos últimos sete anos.

Os donos da bola querem todos os estrangeiros, menos os médicos.

Blog Saúde com Dilma - qua, 22/05/2013 - 20:24
  Por Florentino Júnio, estudante de Saúde Coletiva da Universidade de Brasília.   “Mais qualidade para os nossos serviços de saúde não só no interior do nosso país e de nossas cidades, mas principalmente nas periferias dos locais da atuação médica.”   Nos últimos dias a chegada ao Brasil de médicos estrangeiros proporcionou um intenso
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Expectativa de vida cresce, mas vivemos mais tempo doentes, aponta estudo da FSP

Blog Saúde com Dilma - qua, 22/05/2013 - 10:09
Aumento de tempo de enfermidade se deve à falta de políticas eficientes de prevenção.

Ministério da Saúde anuncia ações para enfrentamento da gripe

Blog Saúde com Dilma - qua, 22/05/2013 - 10:02
Foram distribuídos mais de 1,2 milhão de tratamentos de oseltamivir, disponibilizados recursos para o preparo da rede de saúde aos estados com maior incidência da doença e oferecido curso de capacitação aos profissionais de saúde

Avanços e retrocessos na luta antimanicomial

Blog Saúde com Dilma - qua, 22/05/2013 - 09:56
Há 35 anos, quando trabalhadores da saúde e familiares fundaram o Movimento dos Trabalhadores em Saúde Mental (MTSM), foi dado início a uma das maiores conquistas da saúde no Brasil: a luta antimanicomial, que deu origem à Reforma Psiquiátrica. Confira artigo da Fiocruz que fala sobre marcos dessa Reforma.

Excelente (como sempre) texto da Eliane Brum: “Acordei doente mental”

Blog Saúde com Dilma - qua, 22/05/2013 - 09:45
A quinta edição da “Bíblia da Psiquiatria”, o DSM-5, transformou numa “anormalidade” ser “normal”

Médicos estrangeiros receberão cursos de português, diz porta-voz da Presidência

Blog Saúde com Dilma - ter, 21/05/2013 - 16:19
Segundo Thomas Traumann, estão avançadas as negociações do Brasil para contratar médicos estrangeiros para atuarem no País

Vacinação contra a gripe supera meta do Ministério da Saúde

Blog Saúde com Dilma - ter, 21/05/2013 - 16:16
De acordo com o Ministério da Saúde, a campanha teve a maior adesão entre as mulheres em período de 45 dias após o parto, com 100% de cobertura, seguidas pelos trabalhadores em saúde, com 93%, pelas crianças, com 88%, e pelos idosos, com 82%.

Hemobrás e Federação Brasileira de Hemofilia distribuem material educativo

Blog da Saúde - ter, 21/05/2013 - 15:31

Cerca de 36 mil folhetos estão sendo entregues em 124 pontos de Norte a Sul do Brasil, como hemocentros e ONGs.

Portadores de problemas hereditários de coagulação sanguínea (coagulopatias) estão recebendo material educativo reproduzido e distribuído no país pela Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia (Hemobrás), vinculada ao Ministério da Saúde, em parceria com a Federação Brasileira de Hemofilia (FBH). Os kits, formados por 36 mil folhetos, estão sendo entregues em 124 pontos de Norte a Sul do Brasil, como hemocentros, ONGs e instituições ligadas à causa, trazendo informações adequadas sobre as patologias, além de tratamentos corretos, cuidados e exercícios. O objetivo é contribuir para uma melhor qualidade de vida para os cerca de 16 mil brasileiros com hemofilias tipo A e B e doença von Willebrand atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

“Essas enfermidades, chamadas hemorrágicas, são resultantes de uma deficiência na coagulação do sangue, e se não tratadas de forma adequada, podem ocasionar dores, lesões e até sequelas. Por isso, o material também está sendo distribuído aos familiares e cuidadores de pacientes, além de profissionais de saúde”, afirma o presidente da Hemobrás, Romulo Maciel Filho. “Sabemos que informação gera reflexão, reflexão gera opinião e opinião gera cidadania. Esta parceira nos traz a esperança de que se todos fizerem sua parte e agirem em conjunto e rápido, é possível em pouco tempo termos uma nova realidade, um país onde as pessoas com hemofilia exercerão sua cidadania plenamente”, afirma a presidente da Federação Brasileira de Hemofilia (FBH), Tania Pietrobelli.

Os temas abordados nas publicações são A hemofilia em imagens (500 exemplares); Exercícios para pessoas com hemofilia (1.215); O que é doença de von Willebrand (5.150); O que é hemofilia? (7.150); Hemofilia: o que você deve saber (21.500) e Cuidados psicossociais para as pessoas com hemofilia (715). “Só a educação será capaz de mudar paradigmas, principalmente na hemofilia, que durante muitos anos no Brasil teve um tratamento de sobrevivência pela falta de quantitativo suficiente de fatores de coagulação. Hoje estamos um pouco acima desta média. E para tratamento profilático, o Ministério da Saúde tem disponibilizado, através do SUS, um tratamento preventivo para proporcionar integridade articular comparado ao de países desenvolvidos”, salienta Tania.

Segundo a presidente da FBH, isto demonstra que é necessário agir em conjunto na educação de todos os envolvidos na hemofilia, para que realmente o tratamento disponibilizado pelo MS chegue a todas as pessoas portadoras desta doença no Brasil. “Caso contrário, continuaremos com pessoas desenvolvendo sequelas articulares e incapacitantes. Por isso é de suma importância esta parceria e a responsabilidade social da Hemobrás quanto ao seu engajamento”, comenta Tania.

Parceria - Além de promover a equidade das informações entre o público-alvo, esta ação conjunta da Hemobrás e da FBH objetiva consolidar as parcerias estratégicas nacionais na área de hemoderivados e tecnologia, de acordo com termo de compromisso firmado entre a Hemobrás e a Organização Pan Americana de Saúde (Opas).

Sobre a FBH - A Federação Brasileira de Hemofilia é formada por 24 associações filiadas por todo o Brasil. Vinculada à Federação Mundial de Hemofilia (WFH, do inglês World Federation of Hemophilia), tem como objetivo auxiliar na busca pelo tratamento e pela qualidade de vida de todas as pessoas com coagulopatias hereditárias.

Fonte: Hemobrás

Ministério da Saúde anuncia ações para enfrentamento da gripe

Blog da Saúde - ter, 21/05/2013 - 15:06

Ministro Padilha apresenta o balanço da Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe e anuncia as ações para enfrentamento da influenza. | Fotos: Rondon Vellozo – ASCOM/MS

O Ministério da Saúde está adotando uma série de medidas para o enfrentamento da influenza deste ano. Além da campanha nacional de vacinação, que imunizou mais de 32 milhões de pessoas e ultrapassou a meta de 80% do público-alvo, diversas ações em curso visam à prevenção e a redução do número de casos e óbitos por agravamento da doença.

As medidas foram anunciadas nesta terça-feira (21) pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e abrangem deste a disponibilização de R$ 30 milhões para a preparação da rede ambulatorial e hospitalar ao tratamento de pacientes com Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), como a distribuição de 1,2 milhão de tratamentos de oseltamifir (tamiflu). Os recursos foram repassados aos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e São Paulo.

Durante a entrevista coletiva, o ministro ressaltou que estes recursos foram direcionados aos estados que apresentam maior incidência de casos de gripe. Entre eles, o de maior preocupação, no momento, é São Paulo, onde foram notificados, neste ano, 1.863 casos de SRAG e 183 óbitos, sendo 55 para H1N1. Padilha anunciou que o Ministério da Saúde vai enviar ao estado uma equipe para investigação dos casos de óbitos; ampliar os pontos de distribuição do oseltamivir; realizar semanalmente videoconferências com a participação de 42 hospitais para monitoramento da influenza no estado, além de reuniões com as operadoras de planos de saúde para reforçar o protocolo da Influenza 2013.

O ministro destacou a importância do uso do oseltamivr e fez um apelo para que estados e municípios facilite o acesso ao medicamento. Para isso, sugeriu que o Tamiflu seja disponibilizado em todas as unidades de saúde, nas UPAs, nos prontos socorros, facilitando assim a prescrição pelo profissional de saúde. “O Ministério da Saúde garante a distribuição desse medicamento de graça e todos os estados estão abastecidos”, afirmou Padilha.

Segundo o ministro, estudo sobre os óbitos no ano passado no Rio Grande do Sul, demonstrou que apenas 5% das vítimas receberam o medicamento nas 48 horas. “ O tratamento deve ser iniciado de imediato, sobretudo para pessoas que estão no grupo de risco. Não se deve esperar a confirmação laboratorial ou o agravamento do caso”, explicou Padilha. Ele ressaltou ainda que o antiviral deve ser utilizado em pessoas que fazem parte do grupo de risco e moram com alguém que teve influenza. A mesma recomendação serve para os moradores de asilos. “Essas pessoas devem receber o Tamiflu, mesmo que não tenham sinais e sintomas da doença”, observou;

O diretor do Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, Cláudio Maierovich, explicou que um dos cuidados durante a revisão do protocolo de Influenza para 2013, foi a de reafirmar a recomendação para o uso do medicamento. “Existe uma falta do hábito dos nossos profissionais de saúde em prescrever o antiviral Tamiflu, talvez por entender que não existe tratamento específico para a gripe. Porém, há alguns anos existe este medicamento, com estudos confirmando a sua eficácia”, ressaltou.

Recursos - A aplicação do recurso (R$ 30 milhões) vai ampliar a capacidade de internações, com a criação de leitos extras para o tratamento de influenza, de acordo com a necessidade local. A estimativa é de criação de aproximadamente 450 leitos para o tratamento da influenza, distribuídos nos quatro estados, possibilitando 1,8 mil internações por mês.

O montante vai permitir a compra ou locação de cerca de 450 ventiladores respiratórios e 555 monitores cardíacos para equipar leitos de cuidados intermediários ou intensivos. Além disso, deverão ser adquiridos 1.500 oxímetros para os estabelecimentos de primeiro atendimento e unidades 24 horas de pronto atendimento clínico e pediátrico. O equipamento é usado na classificação de risco do paciente com síndrome gripal e facilita a identificação precoce de formas graves da doença.

O repasse do recurso foi baseado na análise dos locais com maior número de casos de Influenza em 2009. Ao estado de São Paulo foram destinados R$ 12,7 milhões; para o Rio Grande do Sul foram disponibilizados R$ 5,6 milhões; Santa Catarina R$ 5,4 milhões; e Paraná R$ 6,7 milhões. Os estados vão articular com os municípios o uso do recurso, de acordo com a situação epidemiológica prevista ou detectada. Nesses quatros estados foram realizadas 310.895 internações por SRAG, em 2009.

Curso - Também como parte das medidas de preparação da rede pública, o Ministério da Saúde oferecerá, em parceria com a Universidade Aberta do SUS (UNA-SUS), curso de Educação a Distância (EAD) sobre o protocolo de influenza 2013. Voltado aos médicos que atuam na rede assistência à saúde, a capacitação tem o objetivo de reforçar o manejo correto de influenza, de acordo com protocolos atualizados.

O curso apresenta casos clínicos interativos, com explicações sobre os erros e acertos a cada decisão que o médico tomar. Ao final de cada caso, o profissional poderá assistir a um vídeo com comentários de médicos especialistas sobre o tema abordado. Além disso, o curso permite o acesso a materiais de apoio, como fluxograma de tratamento, orientações de etiqueta respiratória e links para outros conteúdos. Outros profissionais da saúde podem fazer o curso como visitante, mas não receberão declaração de conclusão. As inscrições podem ser feitas no link http://unasus.gov.br/influenza.

O Ministério da Saúde também vai distribuir 680 mil materiais informativos e educativos para orientação aos profissionais da área e também à população, como cartazes sobre tratamento e prevenção da gripe, display de mesa sobre tratamento, filipeta orientando a diluição do oseltamivir para crianças, algoritmo de atendimento.

Protocolo – A orientação aos médicos para receitar o Fosfato de Oseltamivir (Tamiflu), sem aguardar resultados de laboratório ou sinais de agravamento, em todas as pessoas que integrem o grupo de risco e que apresentem sintomas de Síndrome Gripal e Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) – como crianças menores de dois anos, gestantes, puérperas, indígenas que moram em aldeias, idosos, obesos e doentes crônicos – é uma das recomendações do Protocolo de Tratamento da Influenza 2013. O protocolo orienta ainda atenção especial às gestantes, reiterando a necessidade do uso do antiviral em até 48 horas após o aparecimento dos sintomas mesmo para as que receberam a vacina, além da investigação do caso com exames complementares. Quem não pertence aos grupos mais vulneráveis, mas apresente sinais de agravamento da síndrome gripal, o tratamento com o antiviral deve ser iniciado com urgência.

Distribuição - O medicamento é oferecido gratuitamente na rede pública e reduz complicações e óbitos pela doença. Para retirar o medicamento, o paciente deve apresentar prescrição médica emitida tanto por profissionais da rede pública como da rede privada. A adoção de ações de higiene pessoal, como lavar as mãos várias vezes ao dia, cobrir o nariz e a boca ao tossir e espirrar, evitar tocar o rosto e não compartilhar objetos de uso pessoal são algumas das recomendações para a prevenção da gripe. Em caso de síndrome gripal, deve-se procurar um serviço de saúde o mais rápido possível. O Ministério da Saúde distribuiu aos estados 1.066.082 tratamentos do oseltamivir na fórmula adulto (75mg) e 141.900 tratamentos de uso pediátrico.

Ampliação - A validade do antiviral usado no tratamento da Influenza foi ampliada, conforme resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A medida atendeu a solicitação do laboratório produtor (Roche) e do Ministério da Saúde, já que o prazo do antiviral com registro no Brasil era de dois anos. O mesmo medicamento possui vencimento de quatro anos em países europeus e nos Estados Unidos.

Com a resolução, o prazo de validade do Tamiflu com concentração 30mg e 45mg (fórmula infantil) passará de dois para quatro anos, a partir da data de fabricação. A modificação está amparada por estudos de estabilidade feitos pelo laboratório produtor. A extensão vale para todos os lotes do medicamento em posse do Ministério da Saúde. A iniciativa contribuirá para a garantia do tratamento adequado aos pacientes.

A alteração será apresentada em etiquetas na embalagem, que também manterá o lacre original de fábrica para demonstrar a integridade do produto. O Ministério da Saúde monitora a quantidade em estoque e avalia a necessidade do envio de novas remessas do medicamento.

Imunização - O balanço nacional aponta que foi superada a meta da 15ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe. Até as 11h desta segunda-feira (20), foram vacinadas 32,4 milhões de pessoas em todo o Brasil. O número representa uma cobertura de 83,7% do público alvo, excluídas as doses aplicadas em doentes crônicos e pessoas privadas de liberdade. A meta era vacinar 80%, de um total de 39,2 milhões.

Dezenove estados e o Distrito Federal atingiram 80% ou mais de cobertura vacinal. O Ministério da Saúde (MS) recomenda aos estados e municípios que não atingiram a meta para que continuem vacinando quem faz parte dos grupos prioritários. Na análise por grupo prioritário, a campanha teve melhor adesão entre as mulheres em puerpério (45 dias após o parto) com 100% de cobertura, seguido dos trabalhadores em saúde 93%, crianças 88,4% e pessoas acima dos 60 anos 82,3%. A população indígena teve 74,7% de imunização e gestantes alcançaram o menor índice com 73,6%. Grávidas ainda podem se vacinar. A vacina é segura e a melhor forma de prevenção antes do inverno. Foram ainda aplicadas 5,7 milhões de doses em doentes crônicos e 226,1 mil doses em pessoas privadas de liberdade. As pessoas que formam o grupo prioritário são consideradas mais vulneráveis a desenvolver a forma mais grave da doença e ter complicações, como internação e mortes.

Raio X da Doença - De 1º de janeiro a 12 de maio de 2013, foram notificados 4.713 casos hospitalizados de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), destes 388 casos foram confirmados para o vírus Influenza A(H1N1). No mesmo período deste ano, foram confirmados 391 óbitos por SRAG, sendo 61 por A(H1N1). Durante o ano de 2012, foram registrados 20.539 casos da SRAG, sendo confirmados 2.614 para A (H1N1). No ano passado, foram contabilizadas 1.931 mortes, sendo 351 pelo vírus pandêmico.

Fonte: Valéria Amaral e Carlos Américo / Agência Saúde

Síndrome do pânico afeta duas vezes mais mulheres do que homens

Blog da Saúde - ter, 21/05/2013 - 14:52

Foto: Eric Audras/Onoky/Corbis

Falta de ar, taquicardia, dormências em partes do corpo, medo de morrer, sudorese, sensações de desrealização, tontura e desconforto no peito. Sintomas físicos característicos de um ataque de pânico, eles são resultado de episódio de ansiedade e medo intensos, de início súbito e com duração entre cinco e 20 minutos. Ocorrem de forma inesperada em uma situação cotidiana ou podem ser desencadeados por um gatilho específico, como exposição ao objeto temido (aranha, cobras), no caso de quem tem uma fobia, ou apresentar um trabalho em sala de aula, no caso daqueles com fobia social. Dessa forma, o ataque de pânico não é, necessariamente, sinônimo do transtorno do pânico, popularmente conhecido como síndrome do pânico.

“O ataque de pânico pode ser deflagrado pelo contato com o objeto ou situação temida, como medo de avião, ou pode ocorrer sem uma causa aparente. Já o transtorno de pânico consiste em um quadro caracterizado por episódios recorrentes de ataque de pânico que ocorrem de forma inesperada e não estão restritos a nenhuma situação particular. Costumam ocorrer em situações cotidianas: durante rotina de trabalho, caminhando na rua, na fila do caixa do supermercado, passeando em um parque, assistindo televisão em casa, por exemplo”, explica a médica psiquiatra do núcleo de Gestores do Cuidado da Saúde Mental- Hospital Nossa Senhora da Conceição, Carolina Meira Moser. “Nesses casos, é comum que a pessoa comece a associar os ataques a essas situações, que passam a ser temidas ou até mesmo evitadas”, acrescenta.

A agente administrativa da Coordenação-geral de Gestão de Pessoas (CGESP), Mariana Borges Campos, 27 anos, passou a sentir-se ansiosa em situações que a maioria das pessoas considera normais. “De repente passei a ter medo de ir a lugares onde tivessem muitas pessoas. Parei de ir ao shopping. Só de pensar em ver muita gente reunida me causava mal estar a ponto de quase desmaiar. Não conseguia mais sair sozinha e parei de dirigir”, lembra.

Quando o medo começou a prejudicar o dia a dia, ela resolveu procurar ajuda. “Fui a um médico clínico geral, que me encaminhou a um psiquiatra. Fui diagnosticada com fobia social. Para não ter mais ataques de pânico, há um ano estou em tratamento com medicamentos e acompanhamento psicológico. Além disso, o profissional me explicou a importância da prática de exercícios físicos como complemento ao tratamento”, conta.

A psiquiatra confirma a importância dos exercícios físicos para a promoção de uma vida saudável. “Como a saúde mental e física estão intimamente interligadas, recomenda-se a prática de atividade física regular, alimentação balanceada, sono reparador, convívio com a família e pessoas com quem se tem laços afetivos, bem como reservar um tempo para atividades de lazer”, explica Carolina.

Multifatorial – Por causa dos sintomas físicos, como desconforto no peito e sensação de morte iminente, quem está tendo um ataque de pânico associa logo a um infarto. É muito comum que as pessoas com esse quadro busquem inicialmente atendimento médico em emergências. No entanto, para ser feito o diagnóstico de transtorno do pânico devem ter ocorrido pelo menos três ataques em um período de três semanas. A médica ressalta que outra característica do transtorno do pânico é o medo de ter outros ataques no intervalo, denominado pelos especialistas de ansiedade antecipatória.

Carolina Meira Moser explica que o transtorno geralmente se inicia entre os 20 e 30 anos de idade e ocorre duas vezes mais em mulheres do que em homens. Assim como a maioria dos demais transtornos psiquiátricos, o pânico tem origem multifatorial. “Isso significa que o quadro não pode ser explicado por uma causa específica e sim por um conjunto de fatores. Estão envolvidos fatores genéticos, biológicos, neuroquímicos (alterações de neurotransmissores) e psicossociais (experiências negativas na infância, perfil psicológico, estressores de vida)”, finaliza a médica.

CAPS- O Ministério da Saúde disponibiliza, por meio dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), equipes multiprofissionais, com presença obrigatória de psiquiatra, enfermeiro, psicólogo e assistente social, aos quais se somam outros profissionais do campo da saúde. Especificamente na rede CAPS, foi repassado um valor de mais de 200 milhões de reais para qualificar a rede já existente.

Os Centros de Atenção Psicossocial são serviços de atenção à saúde mental, estão em mais de 1900 municípios, são abertos para a comunidade e oferecem atendimento diário.

Fonte: Ana Paula Ferraz / Comunicação Interna do Ministério da Saúde

#AgendaMS – 22 mai | Ministério da Saúde lança Campanha de Doação de Leite

Blog da Saúde - ter, 21/05/2013 - 14:42

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, lança nesta quarta-feira (22) a nova Campanha de Doação de Leite. A cerimônia será no Memorial JK, em Brasília, com a presença de 100 mães e seus bebês e marca o Dia Mundial de Doação de Leite Humano. A campanha é realizada em parceria com a Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano e o Programa Iberoamericano de Bancos de Leite Humano. Na ocasião, o ministro entrega à atriz Maria Paula o título de Embaixadora da Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano, em reconhecimento ao seu engajamento na causa. O governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, e a ministra da Cultura, Marta Suplicy, participam da cerimônia.

Lançamento da Campanha de Doação de Leite
Data: 22/05/2013
Horário: 11 horas
Endereço: Auditório do Memorial JK, Eixo Monumental, Brasília/DF

Fonte: Ministério da Saúde

MS investe R$ 2,4 mi para qualificar atendimento às gestantes

Blog da Saúde - ter, 21/05/2013 - 10:26

O Ministério da Saúde liberou o repasse de R$ 2,4 milhões para as unidades de saúde que cadastraram as gestantes atendidas na rede pública de saúde. Ao todo, serão contemplados 2.439 municípios de 26 estados, que fizeram a captação de 121.829 grávidas com até 12 semanas de gestação no período de fevereiro de 2012 a fevereiro de 2013. A autorização do repasse foi definida na Portaria 752, publicada na última semana, no Diário Oficial da União (DOU).

Cada unidade de saúde receberá R$ 20 por gestante inscrita como um incentivo de qualificação previsto no componente Pré-Natal da estratégia Rede Cegonha, criada em 2011 para intensificar e qualificar a assistência integral à saúde de mães e filhos, desde o planejamento reprodutivo, passando pela confirmação da gravidez, pré-natal, parto, pós-parto, até o segundo ano de vida do filho. Entre as ações do Pré-Natal na Rede Cegonha, está a captação precoce das gestantes – com até três meses de gestação – para que sejam realizados os primeiros exames e para a identificação de possíveis riscos à mãe e ao bebê.

O sistema, modernizado com a criação da Rede Cegonha, ganhou novas ferramentas de gestão para aprimorar o acompanhamento desse cuidado integral. “Com esse instrumento, podemos aprimorar as ações de promoção, prevenção e assistência à saúde das gestantes, puérperas e dos recém-nascidos, e melhorar o acesso e a qualidade do acompanhamento pré-natal, além de promover a redução da mortalidade materna e neonatal”, explica a coordenadora da área da Saúde da Mulher, Esther Vilela.

Desenvolvido pelo Datasus, o Sisprenatal Web é o software criado para que os gestores de saúde possam acompanhar, monitorar e avaliar a qualidade do cuidado às gestantes, desde o primeiro atendimento na Unidade Básica de Saúde até o atendimento hospitalar de alto risco. Pelo Sisprenatal Web, é possível acompanhar, por exemplo, o histórico de atendimentos àquela gestante, a idade gestacional da gestante, o tipo e o local do parto, as vacinas tomadas, e o acompanhamento odontológico. O sistema contribui, ainda, para identificar fatores que caracterizam a gravidez de risco, com o objetivo de promover a segurança da saúde da mãe e da criança, e auxilia na identificação de complicações responsáveis pelas principais causas de morbidade e mortalidade materna e perinatal.

Novos Repasses – Nos próximos meses, o Ministério da Saúde vai disponibilizar aos municípios que já possuem sistemas próprios de acompanhamento das gestantes o Web Service (ferramenta de integração de sistemas) para que os dados sejam compatibilizados com o Sisprenatal Web. Assim que as informações forem compartilhadas, o Ministério dará início à liberação dos recursos de incentivo aos municípios que ainda não foram contemplados.

Para esclarecer dúvidas e obter outras informações, as gestantes podem ligar na Ouvidoria do Ministério da Saúde (136) para se informar.

Fonte: Tatiana Alarcon /Agência Saúde

#AgendaMS – 21 mai | Ministro apresenta balanço da Campanha Nacional de Vacinação

Blog da Saúde - seg, 20/05/2013 - 16:47

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, apresenta nesta terça-feira (21), em entrevista coletiva, balanço da Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe e anuncia as ações para enfrentamento da influenza neste ano.

Acompanhe a transmissão, ao vivo, pela Web Rádio Saúde e pelo perfil do Programa Nacional de Imunização no Twitter (@PNI_MS).

 

Entrevista coletiva sobre influenza 2013
Dia: 21/05
Horário: 10h30
Local: Auditório Emílio Ribas, edifício-sede do Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

Região Sul recebe 312 médicos em periferias e no interior

Blog da Saúde - seg, 20/05/2013 - 16:41

A população de 152 municípios localizados nos estados da região Sul do País – Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná – contam com 312 médicos a mais atuando em Unidades Básicas de Saúde. Esses profissionais integram o Programa de Valorização do Profissional da Atenção Básica (Provab) do Ministério da Saúde e, desde março deste ano, atendem nas periferias de grandes cidades, interior do país e áreas remotas. Em todo o Brasil, 3.800 médicos participam da iniciativa, atuando em 1.307 municípios.

O Rio Grande do Sul foi o estado da região Sul com maior número de participantes, são 123 profissionais em 66 municípios. Em Santa Catarina, 110 médicos foram para 52 municípios. E, no Paraná, 79 profissionais em 34 cidades. A região Nordeste foi a que contou com o maior número de médicos e municípios participantes. Ao todo, são 2.241 profissionais em 645 cidades. Em todo país, a região Nordeste foi a que contou com o maior número de médicos e municípios participantes, são 2.241 profissionais em 645 cidades. Em seguida vem o Sudeste com 821 médicos em 333 cidades; o Centro-Oeste, que recebeu 227 médicos em 91 cidades e o Norte, que recebeu 199 profissionais em 86 municípios.

“O Provab é mais uma iniciativa do Ministério da Saúde destinada a enfrentar um dos maiores desafios do SUS, ter mais médicos, bem formados e próximos da população que precisa”, afirma o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que ressalta ainda o esforço, junto com o Ministério da Educação, em abrir vagas de medicina em regiões que carecem desses profissionais e com uma estrutura de saúde adequada a formação do profissional. “Além disso, estamos estudando o que foi feito em alguns países, como Inglaterra e Canadá, que enfrentaram a dificuldade de levar médicos ao interior”, acrescenta.

No início do ano, a Frente Nacional de Prefeitos apresentou a presidenta Dilma Rousseff dificuldade de contratar médicos em pequenos municípios e regiões mais carentes. Entre as sugestões apresentadas pelos gestores municipais estão politicas para atração de médicos estrangeiros.

Balanço – Dos 3.800 médicos que aderiram ao Provab, cerca de 20% estão em municípios com população rural e pobreza elevada. As periferias dos grandes centros (regiões metropolitanas) também receberam 20% dos profissionais. Outras regiões prioritárias que contam com os médicos do Provab são: população maior que 100 mil habitantes (5%); intermediários (33%); população rural e pobreza intermediária (21%); e populações quilombola; indígena e dos assentamentos rurais (1%).

Os municípios e regiões que contam com médicos do Provab foram indicados pelos gestores locais devido à carência de profissionais. As demandas apresentadas pelos municípios foram disponibilizadas para que os médicos interessados em participar da iniciativa escolhessem entre cinco opções em quais cidades gostariam de trabalhar. Segundo o diretor de programas da Secretaria de Gestão do Trabalho e Educação em Saúde do Ministério da Saúde, Felipe Proenço, que apresentou o balanço, o objetivo do programa é investir no SUS como Sistema Saúde Escola, onde o médico tem o aprendizado diretamente com a comunidade vivenciando de perto suas necessidades.

Neste ano, dos 2.856 municípios inscritos pelos Secretários de Saúde municipais, 1.291 conseguiram médicos interessados em atuar nessas regiões. Nesta edição, em relação a do ano passado, o número de profissionais que participam do programa é dez vezes maior – passando de 381, em 2012, para os 3.800 atuais.

Remuneração – Os médicos participantes do Provab recebem uma bolsa mensal de R$ 8 mil, paga integralmente pelo Ministério da Saúde e devem cumprir 32 horas semanais de atividades práticas nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e 08 horas semanais de curso de pós-graduação em Saúde da Família com duração de 12 meses.

Para garantir a qualidade do serviço prestado, a atuação desses profissionais é supervisionada por 55 instituições e Hospitais de Ensino. A supervisão é feita mensalmente. Os médicos que cumprirem as atividades estabelecidas pelo programa e receberem nota mínima de sete na avaliação terão pontuação adicional de 10% nos exames de residência médica, conforme resolução da Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM). A avaliação final é realizada de três formas – pelo supervisor, que vale 50% da nota, 30% pelo gestor e pela equipe na qual ele atuará, e 20% por auto avaliação.

Suporte – Os médicos participantes terão acesso às ferramentas do Telessaúde Brasil Redes, programa do Ministério da Saúde que promove a orientação dos profissionais da Atenção Básica, por meio teleconsultorias com núcleos especializados localizados em instituições formadoras e órgãos de gestão.

Outra ferramenta disponível é o Portal Saúde Baseada em Evidências, plataforma que disponibiliza gratuitamente um banco de dados composto por documentos científicos, publicações sistematicamente revisadas e outras ferramentas (como calculadoras médicas e de análise estatística) que auxiliam a tomada de decisão no diagnóstico, tratamento e gestão.

Fonte: Paula Rosa / Agência Saúde

#AgendaMS – 21 mai | Ministério da Saúde integra o Hospital Professor Osvaldo Brandão Vilela ao S.O.S Emergências

Blog da Saúde - seg, 20/05/2013 - 16:29

O secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Helvécio Magalhães, fará nesta terça-feira (21), em Maceió (AL), a primeira visita ao Hospital Professor Osvaldo Brandão Vilela, que passa a integrar o programa S.O.S Emergências, estratégia que visa desafogar as urgências de grandes hospitais do país.

Ainda em Maceió, o secretário inaugura o Centro de Atenção Psicossocial Dr. Everaldo – CAPS AD III 24 Horas.

Visita ao Hospital Professor Osvaldo Brandão Vilela
Horário: 9 horas
Endereço: Avenida Jorge de Lima, 2.095 – Trapiche, Maceió (AL)

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Fonte: Ministério da Saúde

Região Norte recebe 199 médicos em periferias e interior

Blog da Saúde - seg, 20/05/2013 - 16:26

A população de 86 municípios dos sete estados da região Norte do país contam com 199 médicos a mais atuando em Unidades Básicas de Saúde. Esses profissionais integram o Programa de Valorização do Profissional da Atenção Básica (Provab) do Ministério da Saúde e, desde março deste ano, atendem nas periferias de grandes cidades, interior do país e áreas remotas. Em todo o Brasil, 3.800 médicos participam da iniciativa, atuando em 1.307 municípios.

Na edição deste ano do programa, lançado em 2011, o estado do Pará liderou no quantitativo de novos médicos atuantes na região Norte – são 95 médicos em 37 municípios. O Amazonas recebeu 36 médicos atuam em 12 municípios. Para Rondônia foram 25 médicos atuar em 16 municípios. Tocantins recebeu 15 médicos em 11 municípios. Roraima recebeu 11 médicos para 2 municípios. Para o Acre foram 10 médicos atuar em 5 municípios. E o Amapá recebeu 7 médicos em 3 municípios.

Em todo país, a região Nordeste foi a que contou com o maior número de médicos e municípios participantes, são 2.241 profissionais em 645 cidades. Em seguida vem o Sudeste com 821 médicos em 333 cidades. O Sul recebeu 312 profissionais em 152 cidades. E o Centro-Oeste recebeu 277 profissionais em 91 cidades.

“O Provab é mais uma iniciativa do Ministério da Saúde destinada a enfrentar um dos maiores desafios do SUS, ter mais médicos, bem formados e próximos da população que precisa”, afirma o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que ressalta ainda o esforço, junto com o Ministério da Educação, em abrir vagas de medicina em regiões que carecem desses profissionais e com uma estrutura de saúde adequada a formação do profissional. “Além disso, estamos estudando o que foi feito em alguns países, como Inglaterra e Canadá, que enfrentaram a dificuldade de levar médicos ao interior”, acrescenta.

No início do ano, a Frente Nacional de Prefeitos apresentou a presidenta Dilma Rousseff dificuldade de contratar médicos em pequenos municípios e regiões mais carentes. Entre as sugestões apresentadas pelos gestores municipais estão politicas para atração de médicos estrangeiros. O governo federal estuda experiências de outros países nessa área.

Balanço – Dos 3.800 médicos que aderiram ao Provab, cerca de 20% estão em municípios com população rural e pobreza elevada. As periferias dos grandes centros (regiões metropolitanas) também receberam 20% dos profissionais. Outras regiões prioritárias que contam com os médicos do Provab são: população maior que 100 mil habitantes (5%); intermediários (33%); população rural e pobreza intermediária (21%); e populações quilombola; indígena e dos assentamentos rurais (1%).

Os municípios e regiões que contam com médicos do Provab foram indicados pelos gestores locais devido à carência de profissionais. As demandas apresentadas pelos municípios foram disponibilizadas para que os médicos interessados em participar da iniciativa escolhessem entre cinco opções em quais cidades gostariam de trabalhar.

“O objetivo do programa é investir no SUS como Sistema Saúde Escola, onde o médico tem o aprendizado diretamente com a comunidade vivenciando de perto suas necessidades”, afirmou o Secretário de Gestão Participativa do Ministério da Saúde, Odorico Monteiro, ao apresentar o balanço.

Neste ano, dos 2.856 municípios inscritos pelos Secretários de Saúde municipais, 1.291 conseguiram médicos interessados em atuar nessas regiões. Nesta edição, em relação ao ano passado, o número de profissionais que participam do programa é dez vezes maior – passando de 381, em 2012, para os 3.800 atuais.

Remuneração – Os médicos participantes do Provab recebem uma bolsa mensal de R$ 8 mil, paga integralmente pelo Ministério da Saúde e devem cumprir 32 horas semanais de atividades práticas nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e 08 horas semanais de curso de pós-graduação em Saúde da Família com duração de 12 meses.

Para garantir a qualidade do serviço prestado, a atuação desses profissionais é supervisionada por 55 instituições e Hospitais de Ensino. A supervisão é feita mensalmente. Os médicos que cumprirem as atividades estabelecidas pelo programa e receberem nota mínima de sete na avaliação terão pontuação adicional de 10% nos exames de residência médica, conforme resolução da Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM). A avaliação final é realizada de três formas – pelo supervisor, que vale 50% da nota, 30% pelo gestor e pela equipe na qual ele atuará, e 20% por auto avaliação.

Suporte –Os médicos do Provab tem acesso às ferramentas do Telessaúde Brasil Redes, programa do Ministério da Saúde que promove a orientação dos profissionais da Atenção Básica, por meio teleconsultorias com núcleos especializados localizados em instituições formadoras e órgãos de gestão.

Outra ferramenta disponível é o Portal Saúde Baseada em Evidências, plataforma que disponibiliza gratuitamente um banco de dados composto por documentos científicos, publicações sistematicamente revisadas e outras ferramentas (como calculadoras médicas e de análise estatística) que auxiliam a tomada de decisão no diagnóstico, tratamento e gestão.

Fonte: Paula Rosa / Agência Saúde

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