De olho no mosquito

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De olho no mosquito

Wellis Matias de Freitas is offline

Sobre qual experiência você quer contar?

Gostaria de compartilhar essa experiência com todas as pessoas que direta ou indiretamente estão envolvidos em promoção e prevenção. No qual, é de suma importância o conhecimento sobre prevenção, transmissão, população de risco e sintomas, da epidemia que nosso País está acometido. Pois, a população encontra-se vulnerável a essa epidemia, sem informações corretas sobre prevenção. O que nos motivou a realizar essa intervenção, foi o fato da realidade da comunidade em que estamos inseridos , onde a maior parte dela, teve e está tendo contado com o vetor.

O que você gostaria de contar sobre a experiência?

A equipe de alunos do curso de Enfermagem, dirigiu-se até a Unidade Básica de Saúde, onde sentamos com a direção e secretária, e apresentamos para eles o trabalho que desenvolvemos para ser executado em parceria com a UBS para a População que é assistida pela UBS/ESF. A proposta foi acolhida com bastante interesse por parte da direção, onde o mesmo, já estava buscando uma forma de intervenção sobre o assunto para executar. como disse o diretor: NOSSA IDEIA CAIU COMO UMA LUVA PARA O QUE ESTAVA PLANEJANDO, NO MAIS, SINTAM-SE ACOLHIDOS PELA UBS (Fala do Diretor).

O que você e a sua equipe aprenderam com essa experiência?

Sim. A experiência vivida ajudou a equipe multiprofissional a ter um atendimento mas criterioso sobre o assunto. Quando os usuários que tiveram contato com o vetor e acometeram-se a patologia procuram a UBS, os profissionais dão um atendimento preferencial ao mesmo. Com essa intervenção começamos a incentivar os Agentes Comunitários de Saúde a terem uma visão mas crítica sobre esses casos no decorrer das visitas domiciliares, não deixando de ser prioridade as outras patologias rotineiras.

Que desafios foram encontrados para o seu desenvolvimento?

O principal desafio que encontramos foi em relação a população. Quando comunicamos que teriam uma palestra sobre o Aedes Aegypti antes dos agendamentos, eles ( usuários) não aceitavam a espera, mas como nós profissionais temos que encontrarmos uma forma de conscientizar o usuário, chegamos ao final das palestras com êxito, e satisfação da informação recebida por parte deles.

O que você mais gostou e o que você não gostou?

O que mais gostamos é em saber que a população saia da UBS satisfeito com a informação recebida. E para nós articuladores do projeto com a sensação de tarefa realiza por sermos multiplicadores do conhecimento. O que não nos agrada é saber que ainda não atingimos a porcentagem espera pela equipe, da quantidade de pessoas informadas sobre o assunto. Mas nosso trabalho continua e somos otimista que vamos alcançar o esperado.

Pensando no que você descreveu sobre a sua experiência, o que mais ainda pode ser feito ?

O que faríamos de diferente era a realização de nossas intervenções. Onde deixaria de ser em um ponto estratégico e passaria a ser itinerário, para que toda a população ficassem informados das: vias de transmissões, meios de prevenções, população de risco e a diferença nos sintomas da Dengue, Chikungunya e Zika.

 

Pra fechar, deixamos um campo aberto onde você pode escrever o que quiser e no formato que quiser. ;)

Nosso objetivo é atingir a maior quantidade possível de pessoas que estejam vulneráveis e desinformados sobre a epidemia, deixando assim, nós multiplicadores de conhecimentos otimistas de dever cumprido.

 

Link para acesso: https://novo.atencaobasica.org.br/relato/11274?order=score&q=de%20olho%2...

 

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