Residentes Multiprofissionais como Apoiadores Institucionais no SUS

Primary tabs


8votos

Residentes Multiprofissionais como Apoiadores Institucionais no SUS

Maiara Aparecida Nunes da Silva. is offline

 

Essa é uma atividade sugerida pela Professora Cátia Paranhos, na Disciplina: SUS. Residência Multiprofissional em Saúde. HU-UFGD

O apoio institucional tem se tornado cada vez presente no Sistema Único de Saúde, como uma ferramenta que fortalece o trabalho dos profissonais de sáude. O apoiador em saúde, pode assumir diversas posturas, como por exemplo: articulador, educador, escutador, facilitador e negociador, tudo isso com o objetivo de aprimorar as técnicas envolvidas no cuidado com o outro, com o propósito de fortalecer as relações, buscando atuar com a singularidade de cada contexto e cada sujeito, levantando a demanda que o usuário do sistema precisa. 

A partir disso, levar em discussão com outros profissionais, para que seja realizado um trabalho integrado, com cada apoiador fazendo sua parte, buscando desevolver estratégias por meio do compartilhamento de experiências e se aprimorando através da Educação Permante, levando temas trabalhados conforme a demanda da instituição. 

Nesse sentido, nós como Residentes Multiprofissional em Saúde, assumimos uma postura Apoiador, que tem por objetivo ouvir o sujeito, procurar compreender sua singularidade e partir disso traçar estratégias que possam contribuir no cuidado com do mesmo, atuando de uma forma multisciplinar, com o intuito de promover melhor qualidade, fortalecendo o sujeito para que ele possa participar da conduta do seu tratamento. 

Em relação a Educação Permanente, a residencia multiprofissional, porporciona espaços para que essa técnica aconteça, em alguns momentos são proporcionados espaçoes de ecutas e troca de experiências, para que possa fortalecer o nosso trabalho como apoiador e assim atuar num SUS QUE DA CERTO!  

 

 

Sugestão de Leitura: http://www.redeunida.org.br/editora/biblioteca-digital/colecao-micropoli...

 

 

 4 COMENTÁRIOS

Emilia Alves de Sousa is offline

A Política Nacional de Humanização reafirma o apoio como uma função gerencial que reformula o modo tradicional de se fazer coordenação, planejamento, supervisão e avaliação em saúde, na perspectiva de mudar as práticas. Ele abre a possibilidade de funcionar como “articulador”, como conector, produzindo novos territórios”, redes quentes, valorizando a tríplice inclusão no cuidar e gerir os processos de cuidado.

Corroborando com o seu texto, compartilho aqui um vídeo com a fala do Gustavo Nunes, ex Coordenador da PNH, sobre o apoio institucional!  https://www.youtube.com/watch?v=IgBfAXMUqVc

AbraSUS!

Emília

Maria Luiza Carrilho Sardenberg is offline

Oi Maiara, tudo bem?

Boa síntese do trabalho do apoio em suas dimensões estratégicas. Mais uma dessas dimensões se dá no encontro de pessoas e saberes numa rede virtual como a nossa. A RHS faz também o trabalho do apoio, articulando e aproximando instâncias a partir de seu grande potencial de transversalização das produções que acolhe.

E para que os posts da turma tenham a maior visibilidade possível, sugerimos que coloquem imagens. Elas são um dispositivo importante de apêlo para a leitura e produzem também o encantamento próprio à dimensão estética. Veja: fui até o link indicado por você para a leitura e busquei a imagem da capa do livro. Se ela aparecer no post, podemos colocá-lo no carrossel e na fan page da rede no facebook.

No link  'ajuda", na primeira página da RHS, você encontra o tutorial para inserção de fotos e vídeos, caso precise.

mateus duarte is offline

Olá Maiara , gostei muito da sua postagem. 

Falando em sermos apoiadores é algo fundamental. 

Não faz muito tempo a Residencia do HU, de forma geral tanto a multiprofissional quannto a medica, teve a oportunidade de participar de um PTS (Projeto Terapeutico Singular) , dentro da unidade do HU. Montou-se esse PTS com a ajuda dos funcionarios do HU, Terapeuta Ocupacional, Assistente Social e a rede basica de saude, NASF e a estrategia de saude em qual o individuo era cadastrado. Toda essa equipe ajudou a um paciente, que em surto perdeu seus documentos, e acabou por ser internado na ala psiquiatrica, a ser reinserido na sociedade com dignidade e autonomia de seus cuidados. 

Passamos a ter um individuo consciente de seu estado de saude, sua dependecia e importancia do vinculo com a ESF, e o apoio que receberia do NASF. Sermos apoiadores dentro do HU, colaborando no processo de formação da rede e dos profissionais nela envolvidos. 

 

 

catia martins is offline

Oi Maiara, bom dia! 

Que bom te ver aqui na RHS!

Continue trazendo suas experiências como Residente/Apoiadora para cá.  Fico feliz e orgulhosa de vc também se entender como apoiadora nos diversos lugares que ocupa e ocupará ao longo da Residência.  

Como a Isa lembrou, a RHS é um território de apoio e  vc pode se encontrar com inúmeros apoiadores que apostam e constroem diariamente o "SUS que dá certo". Aqui temos os apoiadores que resistem aos inúmeros modos de assujeitamento da vida. 

Qdo puder, veja a fala do Gustavo que Emília te sugeriu. É ótima!

um abraço, Catia

Últimos posts promovidos


Raphael Henrique Travia is offline
5votos

"Nós" da RedeHumanizaSUS fazendo história na 1ª Conferência Nacional Livre de Comunicação em Saúde

No dia 19.04.2016 fiz logo cedo o credenciamento da 1ª Conferência Nacional Livre de Comunicação em Saúde para poder escolher as mesas das quais iria participar.

Últimos posts comentados


cleusapavan is offline
10votos

PRODUÇÃO DE SUBJETIVIDADE: COMO ANDA O IMAGINÁRIO SOCIAL DA PERIFERIA DE SÃO PAULO

Quem trabalha ou se interessa pela temática da produção de subjetividade no contemporâneo, mais especificamente, no Brasil de 2017, vai encontrar dados muito instigantes na pesquisa recém saída do forno da Fundação Perseu Abramo: “Percepções e valores políticos nas periferias de São Paulo”.

Trata-se de uma pesquisa qualitativa em que, com categorias originais, nos aproximamos de uma construção analítica passível de nos surpreender imensamente.