Homenagem no Dia Internacional da Mulher, no Hospital da Criança e do Adolescente da cidade de Campina Grande-Pb

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Homenagem no Dia Internacional da Mulher, no Hospital da Criança e do Adolescente da cidade de Campina Grande-Pb

HOSPITAL MUN DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE CAMPINA GRANDE PB is offline

No dia 08 de Março foi realizado uma homenagem as mulheres que se encontravam no hospital, com uma breve explanação sobre a importância desta data para luta das mulheres pela igualdade de gênero e o empoderamento feminino, dinâmica e distribuição de mensagem e uma lembraça simbólica para cada uma delas. O primeiro momento foi dedicado as mulheres/mães que estavam acompanhandos seus filhos internos, e posteriormente as mulheres que fazem parte da nossa equipe de profissionais da saúde e funcionárias.

 2 COMENTÁRIOS

Maria Luiza Carrilho Sardenberg is offline

Muito importante fazer circular a palavra e festejar este dia em todos os locais possíveis. As mulheres lutaram e ainda lutam muito por seus direitos e isto constitui uma saúde. Empoderar-se é construir modos de vida mais saudáveis para todos, homens, mulheres e crianças.

Cristine Nobre Leite is offline

Ações que dignificam e fortalecem o serviço.

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Emilia Alves de Sousa is offline
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Projeto: "Enquanto o Doutor não Vem"

 

Hoje (23) deu-se inicio no ambulatório do HILP a implantação do “Projeto Enquanto o Doutor não Vem”. Trata-se de uma iniciativa que tem como público alvo os usuários do ambulatório do Hospital Infantil Lucídio Portella, com o objetivo de otimizar o tempo de espera no atendimento ambulatorial, através de ações informativas e interativas, buscando ampliar o conhecimento, a troca de saberes e o nível de satisfação entre esses sujeitos.

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Fátima Couto is offline
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A vida volta a sorrir...

Chica foi mais uma das muitas moradoras dos hospitais psiquiátricos brasileiros. Sua genética e história de vida lhes foram desfavoráveis e não deram a oportunidade de viver como ela merecia. Desde 08 de maio de 1984 morava no Hospital Dr. João Machado e por lá permaneceu até maio de 2016. Foram 32 anos, muito mais do que tenho de vida, vividos entres as paredes institucionais. Desses, aproximadamente 25 anos foram passados em enfermarias rotativas caracterizadas pela impossibilidade de ter um lugar para chamar de seu.