Parceria Academia-Serviço (FAMEP/UNOESTE-Secretaria Municipal de Saúde) em Presidente Prudente realiza ação de Educação em Saúde para a população relacionada à eliminação do mosquito palha, transmissor da Leshmaniose, criando ambientes saudáveis.

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Parceria Academia-Serviço (FAMEP/UNOESTE-Secretaria Municipal de Saúde) em Presidente Prudente realiza ação de Educação em Saúde para a população relacionada à eliminação do mosquito palha, transmissor da Leshmaniose, criando ambientes saudáveis.

Alex Wander Nenartavis is offline

Estudantes da Faculdade de Medicina da UNOESTE realizaram uma ação de Educação em Saúde relacionada à eliminação do mosquito Palha, agente transmissor da Leishmaniose no Município de Presidente Prudente, SP. É uma doença infecciosa, não contagiosa, causada por parasitas do gênero Leishmania. Os parasitas vivem e se multiplicam no interior das células que fazem parte do sistema de defesa das pessoas, denominadas macrófagos. Existem dois tipos de leishmaniose: tegumentar ou cutânea e visceral ou calazar. A leishmaniose tegumentar se caracteriza por feridas na pele com localização mais frequente nas partes descobertas do corpo. Podem surgir, de maneira tardia, feridas nas mucosas do nariz, da boca e da garganta. A leishmaniose visceral é uma doença sistêmica, pois, acomete vários órgãos internos, principalmente o fígado, o baço e a medula óssea. Esse tipo de leishmaniose acomete essencialmente crianças de até dez anos; após esta idade se torna menos freqüente. É uma doença de evolução longa, podendo durar alguns meses ou até ultrapassar o período de um ano. A transmissão da leishmaniose de dá por insetos hematófagos (que se alimentam de sangue) chamados flebótomos ou flebotomíneos. Eles medem de 2 a 3 milímetros de comprimento podendo atravessar facilmente as malhas dos mosquiteiros e telas. Os hospedeiros da doença podem ser animais silvestres e o cão doméstico. O diagnóstico da leishmaniose é realizado por meio de exames clínicos e laboratoriais e, assim como o tratamento com medicamentos, deve ser cuidadosamente acompanhado por profissionais de saúde. Sua detecção e tratamento precoce devem ser prioritários, pois ela pode levar à morte. Dentre as atividades de prevenção à Leishmaniose podemos citar: Fazer dedetização, quando indicada pelas autoridades de saúde; Eliminar criadouros do mosquito palha e condições para sua reprodução. Utilizar repelentes na pele, quando estiver em matas de áreas onde há a doença; Usar mosquiteiros para dormir; Usar telas protetoras em janelas e portas; Eliminar cães com diagnóstico positivo para leishmaniose visceral, para evitar o aparecimento de casos humanos.

 4 COMENTÁRIOS

Emilia Alves de Sousa is offline

Olá Alex, bem vindo à RedeHumanizaSUS!

Muito importante a sua postagem trazendo essas informações sobre a leishmaniose, a segunda doença parasita que mais mata no mundo, conforme dados de pesquisas sobre o tema.

AbraSUS!

Emília

deboraligieri is offline

Olá, Alex.

Muito importante esta ação, não apenas por transmitir informações para promover a prevenção da leishmaniose, mas também por mostrar ao futuros médicos que a construção da saúde pública se dá junto à comunidade!

Achei bem interessantes esses esclarecimentos sobre o assunto, mas fiquei muito curiosa para saber como foi essa ação, como se deu a interação entre os alunos e as pessoas que estavam no local, e onde exatamente foi promovida esta ação (na faculdade ou em alguma unidade de saúde?). Você pode nos contar um pouco mais? Tem fotos pra compartilhar conosco?

Abraços,

Débora

Alex Wander Nenartavis is offline

Olá Débora, bom dia !

As ações desenvolvidas ocorrem nas áreas de abrangência das Estratégias Saúde da Família. Obrigado pelo encômio. 

 

Daniel José Pimentel Bonfim is offline

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